O termo Biodiversidade - descreve a riqueza e a variedade do mundo natural. 
   As plantas, os animais e os microrganismos, fornecendo alimentos, remédios e boa parte da matéria-prima industrial consumida pelo ser humano.

A combinação óleo aquecido e um procedimento incorreto, pode representar o início de um incêndio. 
 
  •     Procure fritar os alimentos quando os mesmos estiverem secos, os cristais de gelo resultante do congelamento liberam umidade ao entrar em contato com o calor provocando o transbordamento do óleo para fora da panela, e pode provocar incêndios; 
  •     Para evitar o transbordamento da panela, utilize somente a quantidade de óleo necessária para fritar os alimentos;
  •     Quando uma panela ou frigideira se incendiar, desligue os botões que controlam as chamas do fogão;
  •     Nunca use água sobre o óleo quando o mesmo estiver em chamas;
  •     Não pegue e nem movimente uma panela ou frigideira quando estiver em chamas;
  •     Para extinguir as chamas, cubra a panela com uma tampa;
  •     O exaustor e os filtros devem estar sempre limpos;
  •     Se o exaustor estiver em funcionamento, desligue-o imediatamente, pois os ventiladores podem espalhar as chamas;
   No vídeo de divulgação a empresa utiliza uma salsicha de cachorro-quente como demonstração, onde é possível verificar que o sistema para imediatamente quando o disco entra em contato com a salsicha. Em apenas 5 milisegundos após o contato acidental, o disco retrai reduzindo a gravidade das lesões. O sistema de segurança é totalmente invisível e não interfere nas execuções das tarefas pelo usuário. 


Fonte: LiveSeg
Slides com instruções de trabalhos em alturas

Uma Cartilha Ilustrada e Resumida da NR33 - Confira



Em entrevista na TV Record do Paraná RIC TV o Presidente do SINTESPAR Adir de Souza fala da Falta de Campanhas de Prevenção de Acidentes do Trabalho, e da falta de politicas Públicas em Segurança e Saude no Trabalho.
22 de junho de 2010

Fonte:tstparana.ning.com
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1. Pare de fumar! Esta é a regra mais importante para prevenir o câncer.


2. Uma alimentação saudável pode reduzir as chances de câncer em pelo menos 40%. Coma mais frutas, legumes, verduras, cereais e menos alimentos gordurosos, salgados e enlatados. Sua dieta deveria conter diariamente, pelo menos, cinco porções de frutas, verduras e legumes. Dê preferência às gorduras de origem vegetal como o azeite extra virgem, óleo de soja e de girassol, entre outros, lembrando sempre que não devem ser expostas a altas temperaturas. Evite gorduras de origem animal (leite e derivados, carne de porco, carne vermelha, pele de frango etc) e algumas gorduras vegetais como margarinas e gordura vegetal hidrogenada.


3. Evite ou limite a ingestão de bebidas alcoólicas. Os homens não devem tomar mais do que dois drinks por dia, enquanto as mulheres devem limitar este consumo a um drink. Além disso, pratique atividades físicas moderadamente durante pelo menos 30 minutos, cinco vezes por semana.


4. É aconselhável que homens, entre 50 e 70 anos, na oportunidade de uma consulta médica, orientem-se sobre a necessidade de investigação do câncer da próstata.


5. Os homens acima de 45 anos e com histórico familiar de pai ou irmão com câncer de próstata antes dos 60 anos devem realizar consulta médica para investigação de câncer da próstata.


6. As mulheres, com 40 anos ou mais, devem realizar o exame clínico das mamas anualmente. Além disto, toda mulher, entre 50 e 69 anos, deve fazer uma mamografia a cada dois anos. As mulheres com caso de câncer de mama na família (mãe, irmã, filha etc, diagnosticados antes dos 50 anos), ou aquelas que tiverem câncer de ovário ou câncer em uma das mamas, em qualquer idade, devem realizar o exame clínico e mamografia, a partir dos 35 anos de idade, anualmente.


7. As mulheres com idade entre 25 e 59 anos devem realizar exame preventivo ginecológico. Após dois exames normais seguidos, deverá realizar um exame a cada três anos. Para os exames alterados, deve-se seguir as orientações médicas.


8. É recomendável que mulheres e homens, com 50 anos ou mais, realizem exame de sangue oculto nas fezes, a cada ano (preferencialmente), ou a cada dois anos.


9. No lazer, evite exposição prolongada ao sol, entre 10h e 16h, e use sempre proteção adequada como chapéu, barraca e protetor solar. Se você se expõe ao sol durante a jornada de trabalho, procure usar chapéu de aba larga, camisa de manga longa e calça comprida.


10. Realize diariamente a higiene oral (escovação) e consulte o dentista regularmente.

Fonte: INCA.GOV.BR - INSTITUNO NACIONAL DE CÂNCER
LEVANTAMENTO DE PESOS

    Para assegurar uma melhor qualidade de vida, prevenindo problemas com sua coluna por levantamento de pesos, procure fazer essas tarefas conforme orientação a seguir:

   Chegue próximo da carga que será levantada com os pés afastados para manter equilíbrio;
  • Abaixe-se e mantenha a cabeça e as costas numa linha reta;
  • Segure firmemente a carga usando a palma das mãos;
  • Levante-se usando apenas a força das pernas, mantendo os braços esticados ao sustentar o peso do objeto manuseado;
  • Aproxime bem a carga de seu corpo, mantendo centralizada em relação às pernas;
  • Ao deslocar-se carregando peso, evite girar o tronco bruscamente, se esse movimento for realmente necessário, faça-o sincronizadamente evitando assim uma lombalgia ou distensão muscular;
  • Quando carregar peso, deslocando-se em escada, escale-a degrau por degrau assim estará distribuindo melhor a força e evitando possíveis problemas futuros.

MANEIRA ERRADA:
  • Não dobre a coluna, usando-a para forçar o levantamento do peso;
  • Não mantenha o objeto transportado abaixo da linha da cintura;
  • Não mantenha o tronco longe da carga transportada;
  • Não torça o corpo para erguer a carga;
  • Não gire o tronco com a carga suspensa estando com as pernas fixas no chão;
  • Não escore a carga na perna ou joelho.
"Viva bem com a coluna que você tem."

   O ministro Carlos Lupi fez três telefonemas nesta quinta para trabalhadores com direito a receber o abono salarial. Paulo Agostinho Queiroz, de Uberlândia (MG), Auriluce Alves Rabelo, de Ceilândia (DF) e Antonio Lima dos Santos, de Governador Valares (MG) atenderam as ligações e conversaram por alguns minutos com o ministro.

   Quase 700 mil pessoas, de um total de 16,9 milhões com direito ao benefício ainda não sacaram o dinheiro, no valor de um salário mínimo (R$ 510,00). Eles têm até o próximo dia 30 para fazê-lo. Caso contrário, o abono permanecerá nos cofres do governo.
   Os recursos para o pagamento dos abonos, que chegam a R$ 7,4 bilhões, são do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). O valor estimado não pago é de R$ 353,7 milhões.
    O ministro Lupi ao telefone
   Dos três trabalhadores contactados pelo ministro, apenas um deles sabia da existência do abono e do seu direito a recebê-lo. Os telefonemas fazem parte da campanha para informar os trabalhadores que tem direito ao saque mas que ainda não o fizeram.

Quem tem direito
   De acordo com o ministro Lupi, são beneficiados agora todos os trabalhadores que estão cadastrados no PIS/PASEP há pelo menos cinco ano, trabalharam com carteira assinada pelo menos 30 dias em 2008 e receberam em média até dois salários mínimos durante o período trabalhado.

Fonte: BlogdoTrabalho
   
   O precedente que chamou atenção foi o precedente n°95, que trata sobre a exclusão do risco ergonômico e acidente do PPRA, ficando exclusivamente ao mapa de riscos. Onde o embasamento citado é o subitem 9.1.5 da NR-09.


    Radiação Ultravioleta - Riscos à saúde fazem com que a proteção solar seja essencial no trabalho desenvolvido a céu aberto, como é o caso da construção civil, lavouras, hortas, etc.
   A radiação ultravioleta (UV) está nos atingindo diariamente, proveniente do sol. Embora os raios sejam invisíveis, o seu efeito na pele pode ser visto e sentido quando uma exposição prolongada resulta em queimaduras dolorosas. Com a depreciação da camada de ozônio na atmosfera da Terra, cresceram os riscos da exposição à radiação ultravioleta. Isso causou o crescimento da preocupação sobre o assunto em todo o mundo.
   A radiação ultravioleta ocupa a faixa entre a luz visível e o raio-X, no espectro eletromagnético. Os raios UV têm comprimento de onda mais curtos do que a luz visível. Comprimentos de onda são medidos em nanômetros (nm), que representam um bilionésimo do metro ( 1nm = 1 x 10-9 m ).
   A radiação ultravioleta pode ser dividida em três categorias, de acordo com os comprimentos de onda, conforme mostrado a seguir:

UV-A 320 – 400 nm
UV-B 290 – 320 nm
UV-C 100 – 290 nm

   Os raios UV-C do sol, entretanto, não representam uma preocupação porque os comprimentos de onda mais curtos que 290 nm são filtrados pela camada de ozônio, na atmosfera, e não alcançam a superfície da terra.
   A superexposição à radiação UV leva à dolorosa vermelhidão da pele – a queimadura. A pele pode ficar bronzeada, ao produzir melanina para se proteger. Embora essa pigmentação escura bloqueie parcialmente os raios, a proteção está longe de ser completa e danos à pele ainda acontecem. Como se vê, o bronzeado que há tanto tempo vinha sendo associado com saúde e boa aparência é, na verdade, um sinal de uma pele danificada.
   Cada exposição aos raios ultravioletas é armazenada em nossa pele. O bronzeado pode desaparecer no inverno mas o dano causado pela exposição à UV é cumulativo. A exposição crônica ou prolongada à radiação ultravioleta tem sido relacionada com diversos efeitos à saúde, incluindo o câncer de pele, envelhecimento prematuro da pele e problemas nos olhos.
   Quiemaduras solares com bolhas, sofridas durante a infância e adolescência são consideradas como origem para um melanoma, a mais perigosa forma de um câncer de pele. Melanomas podem gerar metástases para outras pasrtes do corpo e levar à morte. Para pessoas com três ou mais queirmaduras com bolhas antes dos vinte anos, o risco de desenvolverem melanoma é quatro a cinco vezes maior do que para aqueles que não tiveram esse tipo de ocorrência.

   Pessoas que trabalham a céu aberto, por três ou mais anos, ainda como adolescentes, têm três vezes maior risco do que a média de desenvolverem um melanoma. Hereditariedade também pode ser um fator com 10 % dos casos de melanoma ocorrendo em família.
   Além disso, pessoas com a pele clara, louras ou ruivas ou ainda com marcas, sardas ou sinais nos braços, rosto ou nas costas são mais propícias a adquirir melanoma.

   UV-A e UV-B A exposição a luz solar geralmente resulta na exposição tanto à UV-A quanto à UV-B.

   Exposição à UV-B causa queimaduras, produção de melanina, desgaste da camada mais externa da pele e danos aos tecidos que compõem a pele. A exposição à UV-B também é carcinogênica. Na verdade, ela é a primeira causa de cânceres de pele que não sejam melanomas.

   A radiação UV-A penetra mais profundamente do que a UV-B, danificando as estruturas internas da pele e acelerando o seu processo de envelhecimento.

   O câncer de pele pode resultar da radiação ultravioleta, vinte ou trinta anos após a exposição.

   Danos aos olhos A radiação UV pode danificar os olhos assim como a pele. Um estudo recente foi feito com pescadores que permaneciam muito tempo na água e estavam expostos não somente à luz direta mas também à luz refletida do sol. Os pescadores que não protegiam seus olhos do sol tiveram mais de três vezes a incidência da forma mais comum de catarata do que aqueles que protegiam seus olhos regularmente.
    Proteção Para se proteger dos raios ultravioletas, use filtro solar, utilize óculos escuros com proteção UV e procure não se expor ao sol no final da manhã e no início da tarde, quando os raios são mais intensos.
   Qualquer pessoa que fique muito tempo exposta ao sol deve usar filtro solar. Usado corretamente, o filtro solar irá reduzir a intensidade do dano à pele, pelo boqueio dos raios UV. Os filtros solares devem ter no rótulo a indicação do fator de proteção solar ( FPS ).
   Esse fator – FPS – estima a quantidade de proteção oferecida contra a radiação UV-B. Quanto maior o número do FPS, maios será a proteção à UV-B. Utilizar um filtro solar com FPS 15 permite a você ficar ao sol 15 vezes mais tempo do que você ficaria sem o filtro e sofrer o mesmo nível de exposição.
   Filtros de largo espectro devem ser utilizados e devem ter um FPS maior ou igual a 15. Coloque o filtro solar 15 a 30 minutos antes da exposição e reaplique generosamente a cada duas ou quatro horas.

Fonte: Ricardomattos
deficiente    Uma queda de grande impacto, ou uma pancada forte no peito, pode provocar uma fratura nas costelas. Este tipo de traumatismo provoca uma dor aguda no tórax cada vez que a vítima tosse ou respira profundamente.
   Quando a fratura é simples, a vítima pode ser levada de carro para o hospital, de preferência no banco de trás.

Mas a fratura poderá ser séria quando:

  • A vítima não estiver conseguindo respirar direito e parecer estar sufocando.
  • De sua boca escoar um sangue espumoso.
  • A vítima ficar agitada e sentir sede.
Se a vítima apresentar qualquer um desses sintomas, chame uma ambulância imediatamente.

Como reconhecer uma fratura simples

  • Nas vítimas de fratura simples, a área em torno do trauma fica bastante sensível. Ela acaba inchando. A dor aumenta quando a pessoa se mexe, e até a respiração e a tosse incomodam. As vezes ouve-se também o barulho dos ossos quebrados.
  • A vítima não deverá passar mal nem apresentar dificuldade respiratória (mesmo tendo que respirar superficialmente para evitar a dor).
  • Trate a costela fraturada, botando o braço do lado atingido em uma tipóia. A seguir, leve a vítima para o pronto-socorro do hospital mais próximo.
  • Dez por cento da população brasileira são portadores de deficiência física. E eles estão sujeitos a emergências como qualquer outra pessoa.
  • No entanto, pertencem a uma categoria de pessoas que requerem cuidados especiais.

Medidas de caráter geral para todos os portadores de deficiência:

  • Informar ao portador de deficiência que um desastre está ocorrendo ou prestes a ocorrer.
  • As pessoas portadoras de deficiência podem demorar mais tempo para se preparar para enfrentar uma ameaça, por isso devem ser instruídas a ter sempre à mão uma bolsa com os itens mais essenciais para o caso de ter de abandonar sua casa se houver um incêndio, por exemplo.
  • Todos os portadores de deficiência devem receber instruções quanto a técnicas de sobrevivência, no caso de seus acompanhantes ficarem incapacitados de socorrê-los. As instruções devem incluir: como se proteger de fumaças e gases, o que fazer se roupas e objetos se incendiarem, como respirar quando há pouco oxigênio disponível, como sobreviver se soterrado por destroços ou objetos pesados.
  • Ter sempre por perto um estojo de primeiros socorros.
  • Devem ser informadas da localização de itens como caixa de fusíveis, disjuntor, chave do gás e registro de água. Devem ser treinadas no uso de extintor de incêndio e terá mão meios de iluminação de emergência como fósforos, velas ou lanterna.
  • Todo portador de deficiência deve portar cartão de identificação contendo nome completo, endereço, descrição da deficiência, pessoa para contato, nome e telefone do médico e medicamentos que esteja usando.

Medidas específicas para pessoas com dificuldade de locomoção:

   Os casos mais graves são aqueles que têm que permanecer acamados. Para estes, é necessário ter uma cadeira de rodas que permita que eles sejam removidos, ou saiam sozinhos, para outro local. Para os portadores de paraplegia, que já usam cadeira de rodas para se locomover, os acessos às saídas de emergência têm que ser facilitados, com rampas e corrimões que auxiliem sua movimentação em caso de emergência.
   Para os portadores de paraplegia, que já usam cadeira de rodas para se locomover, os acessos às saídas de emergência têm que ser facilitados, com rampas e corrimões que auxiliem sua movimentação em caso de emergência.

Medidas específicas para portadores de deficiência visual:

  • Pessoas cegas ou com grande deficiência visual podem vir a depender totalmente de parentes ou vizinhos quando houver a necessidade de uma saída em caso de emergência.
  • Todas as instruções de emergência devem ser distribuídas para eles em Brailie.
  • Para os que não sabem ler em Braille, as instruções devem ser lidas e comentadas em detalhe, sendo periodicamente relembradas.
  • Os deficientes visuais devem ser treinados para percorrer um caminho padrão, de modo a poderem achá-lo mesmo sob grande tensão emocional.
  • Ter uma bengala sempre à mão, em caso de os objetos da casa com os quais o portador de deficiência está acostumado terem sido revirados ou estarem em desordem.
  • Medidas específicas para os portadores de deficiência auditiva:
  • As pessoas da família, os amigos e os vizinhos devem estar preparados para se comunicar com gestos, bilhetes ou por outros meios os avisos de perigo.
  • Para facilitar o trabalho do pessoal de socorro, os portadores de deficiência auditiva podem usar um sinal qualquer que os identifique como tais.
  • Medidas específicas para os portadores de deficiência da fala:
  • As pessoas com dificuldade de comunicação terão que arranjar meios de informar ao pessoal do socorro quanto às suas necessidades. O tradicional uso de lápis e papel é a melhor solução. Estas pessoas devem ser instruídas para usar bilhetes em seus pedidos de auxílio e mostra-los a qualquer um que possa ajudá-las ou, pelo menos, encaminhá-las aos socorristas profissionais.

Medidas específicas para portadores de deficiência mental:

   Pessoas com problemas mentais podem perder o controle quando em uma situação de crise e ficar muito nervosas. Antes de tentar removê-las do local de perigo, acalme-as para facilitar o trabalho de locomoção.

Fonte: Sobresaude
      Problema do lixo nunca foi tão alarmante no Brasil, especialmente nas metrópoles.
 
   A produção de lixo vem aumentando exponencialmente no país. Atualmente, cada brasileiro produz em média 1 kg de lixo por dia. Nas metrópoles e grandes cidades, a situação é pior. Em São Paulo, por exemplo, a produção média de lixo por pessoa é ainda maior: 1,5 kg, resultando em uma quantidade equivalente a 17 mil toneladas diárias de resíduos só na capital paulista.

     De acordo com dados de um relatório do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), divulgado pelo Ministério do Meio Ambiente, o Brasil deixa de lucrar R$ 8 bilhões por ano com reciclagem. Para diminuir essa perda, é necessária a coleta seletiva, o que, além de gerar riqueza, evitaria o descarte inadequado do lixo e a contaminação do solo e da água subterrânea.
O perigo do lixo

     Após ser coletado na porta das casas, todo o resíduo é armazenado e decomposto nos aterros sanitários, onde os restos orgânicos, resíduos químicos hospitalares, industriais e produtos com metais pesados se misturam.

Na fase de decomposição dos compostos orgânicos é gerado o chorume, líquido fétido e nocivo à saúde que pode provocar vários danos ao meio ambiente, que vão desde a alteração da qualidade do ar, em função da liberação de gases como o metano e o CO², até a degradação do subsolo e das águas superficiais.

     Segundo especialistas em assuntos ambientais, o chorume é muito mais agressivo que o esgoto doméstico, pois contém alta concentração de metais pesados e produtos químicos.
Diminuir a contaminação

     A reciclagem é uma das alternativas para diminuir o problema do armazenamento do lixo, mas ainda é necessário recuperar o que já foi destruído. Atualmente existem produtos que extraem o chorume de aterros sanitários. Esses materiais – disponíveis no mercado nacional – ajudam a produzir energia com o gás proveniente do aterro e na descontaminação da área.
São as chamadas bombas SRX, que retiram o líquido e provocam a formação de gases no interior da pilha de lixo. Além disso, os profissionais podem usar medidores de vazão para qualificar e quantificar a água e o chorume, a permeabilidade, acúmulo ou formação de água nessas pilhas, e detectar outros gases nocivos ou explosivos no local.
     Mas sem uma coleta seletiva eficiente, essas alternativas são insuficientes para resolver a questão. Por esse motivo incentivar a coleta seletiva em casa é a única saída eficaz.
 
Fonte: Andrés Bruzzone Comunicação
 
                                                                
Veja como uma virgula faz GRANDE diferença.

CUIDADO COM OS SEUS DOCUMENTOS E RELATÓRIOS, VOCÊ PODE SE PREJUDICAR!
 
Sobre a Vírgula
Muito legal a campanha dos 100 anos da ABI

(Associação Brasileira de Imprensa).

Vírgula pode ser uma pausa ... ou não.
Não, espere.
Não espere ..

Ela pode sumir com seu dinheiro.
23,4.
2,34.

Pode criar heróis ..
Isso só, ele resolve.
Isso só ele resolve.

Ela pode ser uma solução.
Vamos perder, nada foi resolvido.
Vamos perder nada, foi resolvido.

A vírgula muda uma opinião.
Não queremos saber.
Não, queremos saber.

A vírgula pode condenar ou salvar.
Não tenha clemência!
Não, tenha clemência!

Uma vírgula muda tudo.
ABI: 100 anos lutando para que ninguém mude uma vírgula da sua informação.




COMÉDIA : Detalhes Adicionais:

SE O HOMEM SOUBESSE O VALOR QUE TEM A MULHER CORRERIA À SUA PROCURA.


* Se você for Mulher, Certamente colocou uma vírgula depois de MULHER ...
* Se você for Homem, Colocou uma vírgula depois de TEM ...
   Como o Brasil possui em diversas regiões as Destilarias de Etanol (Álcool) e Açucar, que extraido da cana-de-açucar, fica um Alerta.


  Bagaçose é uma pneumoconiose que ocorre em com trabalhadores que lidam com resíduos secos de cana-de-açúcar (ou bagaço), e é causada pelas fibras da cana esmagada que são assimiladas pelo sistema respiratório, provoca doença respiratória e pode levar à morte.


   O primeiro relato da bagaçose como doença ocupacional data de 1941, mostrando que se trata de uma descoberta recente comparada à silicose, bissinose e outros problemas respiratórios. Dados de 1958 mostram que quatro trabalhadores morreram em um grupo de 53 pacientes diagnosticados com essa doença, enquanto que em 1969 uma revisão de literatura sobre a matéria apontou 600 casos, sendo 500 de Louisiana (EUA), onde se concentra a segunda maior produção norte americana de cana-de-açúcar .


 Medidas de Controle

   Proteção Respiratória - O uso de EPI's, máscaras contra pó é sempre uma medida complementar recomendável, desde que adequadamente recomendada e aprovada para partículas inferiores a 0.3m de diâmetro aerodinâmico.
   Treinamento - É uma regra prioritária na adoção de medidas de controle. Trabalhadores bem informados e consciente dos riscos existentes nos locais de trabalho são os que apresentam menor índice de acidentes e doenças ocupacionais.
   Maquinas de transporte - De preferência devem estar equipadas com cabines e ar-condicionado, assim o operador não será afetado com as particulasdo bagaço, vide foto.
   Segundo pesquisa da Universidade de Pretória, na África do Sul, o som desse instrumento usado nos campos de futebol pelos torcedores africanos, pode chegar a 140 decibéis.
  Isso supera de longe a nossa legislação que estabelece o limite de 85 dB(A) para exposição de 8 horas sem o uso do protetor auricular.
   Para um ruído de 115 dB(A), que é o máximo estabelecido pela norma, o tempo de exposição é de apenas 7 minutos sem o uso da proteção.
   Deste modo concluímos que, para o ruído de 140 decibéis, mesmo com o uso da proteção, o tempo médio de exposição seria de no máximo 7 minutos. A partir daí a saúde da pessoa já estaria sendo prejudicada, pois o ruído alto atinge nosso organismo de várias formas, tais como:

- Alterações sexuais
- Zumbido no ouvido
- Contrações musculares
- Estreitamento dos vasos
- Aumento da pressão sanguinea
 
    Permissão para Trabalho [ PpT ] : É a prévia análise dos riscos envolvidos nos serviços não rotineiros, avaliando as condições de segurança com a participação do solicitante e do(s) executante(s), onde é emitido por escrito a permissão após a análise e arquivado.

OBJETIVO: Assegurar que os trabalhos não rotineiros sejam executados com segurança, garantir a prévia coordenação / comunicação entre os empregados ou entre áreas, solicitantes e executantesdesses trabalhos, evitando com isto que, por desconhecimento mútuo, equipamentos sejam
acionados/manipulados durante a execução de trabalhos de manutenção e montagem, empregados sejam expostos a atmosferas perigosas, a correntes elétricas, ou qualquer outro tipo de risco que possa causar um acidente.

    Trabalhos não rotineiros: São aqueles que não possuem procedimentos operacionais escritos da área, tais como: trabalhos a quente, trabalhos elétricos, entrada em espaços confinados, abertura de linhas/equipamentos,trabalhos em local elevado e outros que tenham o potencial de gerar risco aos empregados , ao patrimônio e ao meio ambiente.

    Trabalhos de rotina: São aqueles cobertos por procedimento operacional, onde os possíveis potenciais de exposição dos empregados, dos contratados, visitantes, patrimônio, meio ambiente e da comunidade foram previamente avaliados, com o objetivo de mitigar os riscos existentes.
    O calor excessivo pode ser considerado como um inimigo no nosso trabalho. Ele influi diretamente no nosso desempenho, fazendo com que o cansaço apareça precocemente, deixando-nos muito das vezes até irritado.Nosso organismo tem mecanismos de defesa contra o calor que são mecanismos termorreguladores.   
    Eles fazem com que a pessoa comece a suar. A pele mantendo-se molhada pelo suor faz com que as pessoas sentem a sensação de frescor. O ambiente térmico pode ser descrito por meio de quatro parâmetros: temperatura, umidade, movimentação do ar e o calor radiante, podendo ser natural (sol) ou artificial (forno). A medição destes fatores ambientais servem para avaliar se um indivíduo está próximo ou não de sua capacidade de existência.
   Estas avaliações são realizadas pelos Técnicos e o resultado é comparado com dados previstos na legislação. A condição homeotermica (mesma temperatura) do corpo humano possibilita através de mecanismos fisiológicos a manutenção da temperatura interna ideal mesmo diante de agressões ambientais que variam de 50 graus negativos a 100 graus celsius quando devidamente protegidos.
   Sem proteção essa variação é de l0 graus a 60 graus celsius. A principal forma de proteção ao calor, como já dito è através do suor. Outro mecanismo é a evaporação do próprio suor, pelas vias respiratórias e pelas vias urinárias. Portanto a perda de água e sais minerais é intensa em ambientes quentes, sendo necessário a reposição sempre.
   O desequilíbrio crônico entre as perdas e a reposição ocasiona os seguintes sintomas: desidratação, cãibras, fadiga prematura, esgotamento, lesões da pele, baixa produtividade, internação (temperatura do corpo superior a 40 graus C.).matreira mais eficaz na minimização dos efeitos do calor sobre nosso organismo é adorar alguns cuidados na exposição contínua, devendo observar as seguintes recomendações:

- Após algum tempo de trabalho em ambientes com incidência solar ou em ambientes confinados sem ventilação em épocas de muito calor, procurar descansar alguns minutos em locais mais ventilados e frescos.
- Evite bebidas alcóolicas nas noites que antecedem uma jornada de trabalho em locais quentes. O álcool ingerido faz com que aumente ainda mais a necessidade de ingestão de água já deficiente nestes casos.
- Procure beber água o suficiente apenas para suprir suas necessidades fisiológicas.
- Procure ingerir algumas pitadas de sal de cozinha, contudo sem excesso, pois o sal provoca mais sede.
- Procure ir para o trabalho com as roupas limpas. As roupas sujas são menos ventiladas em função do suor, sujeira e outros produtos presentes.
- Não fique sem camisa sob um sol intenso. As radiações ultravioletas provenientes do sol provocam lesões na pele no período de 9 horas da manhã as 16 horas da tarde, podendo estas lesões provocarem o câncer de pele.

   De acordo com especialista, quando alguém que exerce um cargo de liderança não é mais consultado sobre projetos, é melhor se preocupar.
   Desmotivação da equipe, resultados aquém do desejado e falta de influência sobre os subordinados são apenas alguns dos sinais de que a liderança está ameaçada.
   De acordo com a gerente de Planejamento de Carreira da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Melina Graf, quando alguém que exerce um cargo de liderança não é mais consultado sobre projetos e não vê mais seus próprios projetos serem aprovados pelos seus superiores, é melhor se preocupar.

“Se a pessoa é deixada de lado na hora da tomada de decisões, se a equipe demonstra resistência, procurando o superior imediato do líder na hora de resolver problemas, em vez de falar com o próprio chefe, algo está errado”, diz.

Como reverter a situação?

   Em casos como este, Melina acredita que o líder deve rever suas atitudes para tentar reverter a situação.

   Dessa forma, acredita ela, é importante que a pessoa observe seu comportamento e veja de que forma está tratando seus subordinados. Além disso, diz a gerente, o líder deve avaliar se os seus valores continuam compatíveis com os valores da empresa e rever as competências de cada subordinado para reorganizar a equipe.

   “Observar as competências de cada membro da equipe e tentar aproveitá-las melhor é uma maneira de alcançar melhores resultados”.

Membro da equipe

   Ainda no que diz respeito à ameaça da liderança, não é raro o líder que se sinta ameaçado por um membro da equipe, o que, muitas vezes faz com que o mesmo boicote este subordinado, não dando a ele tarefas mais elaboradas, desprezando ideias e não promovendo-o, tudo para que esta pessoa não se destaque.

   Para Melina, esta postura denota insegurança por parte do superior, visto que uma das características do líder é a autoconfiança e uma das tarefas do mesmo é formar novas lideranças.

   “Uma das características de um líder é a autoconfiança. Além disso, o líder deve reconhecer que o desenvolvimento de um profissional da equipe está vinculado à forma como ele próprio trabalhou com aquele colaborador”.

Fonte: InfoMoney

    O Contrato de experiência é um tipo de contrato por tempo determinado, considerado a termo (art. 443 da CLT), isto é, um contrato com tempo certo, com previsão aproximada de seu término.

   O prazo máximo de validade do contrato de experiência é de 90 dias (§único do art. 445 da CLT), admitindo-se dentro do prazo máximo de validade uma única prorrogação (art. 451 da CLT), onde as partes ajustam, antecipadamente, o seu termo, ou seja, os contratantes desde o início já sabem o dia ou a previsão do fim do contrato (SARAIVA, 2008, p.39).

Regra geral, o contrato por prazo determinado segue a seguinte normatização:

1. Não poderá ser estipulado por período superior a dois anos (art. 445 da CLT), e no caso, do de Experiência, não poderá ultrapassar os 90 dias.

2. O contrato de experiência por ser a termo admite apenas uma prorrogação dentro dos 90 dias. Logo, a segunda prorrogação já se caracteriza ou se considera como contrato por prazo indeterminado (art. 451 da CLT).

3. Contratos sucessivos. Entre o final um contrato por prazo determinado e o início do outro, é necessário que haja decorrido mais de 06 (seis) meses, sob pena do segundo contrato ser considerado por prazo indeterminado, salvo se a expiração deste dependeu da execução de serviços especializados ou da realização de acontecimentos certos (art. 452 da CLT).

4. Como o contrato é por tempo determinado, as partes já, inicialmente, ficam sabendo ou prevêem o seu término, logo, dentro do mesmo, não existe a possibilidade de aviso prévio, exceto nos casos do art. 481 da CLT (Cláusula assecuratória) (art. 487 da CLT).

5. Em referência a FGTS, é direito do trabalhador os depósitos de Fundo de Garantia dentro de período do contrato, entretanto, não é devido o pagamento por parte do empregador da multa dos 40% pelo seu término. Contudo, se o empregador antecipar o fim do mesmo, arcará com o pagamento da multa dos 40% (art. 14 do Decreto 99.684/90) e com o ônus de pagar 50% do saldo remanescente (o que restou) dos dias que faltavam para completar o prazo do contrato (art. 479 da CLT).

6. O art. 480 da CLT denota sobre a quebra de contrato por parte do empregado, tendo, este, a obrigação de arcar com os prejuízos causados ao empregador num valor não excedente ao pagamento que faria se o empregador tivesse quebrado o contrato (distratado).

7. Não se adquire estabilidade no curso do contrato por tempo determinado.

8. Art. 481 da CLT – Cláusula assecuratória do direito recíproco da rescisão. Se o contrato por tempo determinado existir a denominada cláusula assecuratória do direito recíproco de rescisão, em caso de rompimento imotivado antecipado do contrato, seja pelo empregado ou empregador, não se aplicará o disposto nos arts. 479 e 480 da CLT, utilizando-se apenas as regras atinentes aos contratos por prazo indeterminado (SARAIVA, 2008, p.40).

   Destarte, conforme a cláusula assecuratória, o empregador que romper o contrato sem justo motivo, pagará o aviso prévio e a multa dos 40% do FGTS. Já se for, em razão, do obreiro, este concederá o aviso prévio ao empregador, não precisando compensar qualquer indenização.

   Uma dúvida freqüente no contrato de experiência é sobre a gravidez, posto que, à primeira vista, a funcionária que se encontra neste estado, poderia entender ser estável na empresa. Todavia, dentro do período de experiência NÃO há esta possibilidade, pelo fato do contrato já ter previsão de término desde seu início.

Assim conclui a Súmula nº 244, inciso III, do TST:

"III - Não há direito da empregada gestante à estabilidade provisória na hipótese de admissão mediante contrato de experiência, visto que a extinção da relação de emprego, em face do término do prazo, não constitui dispensa arbitrária ou sem justa causa”.

Fonte:direitostrabalhistasdocomerciario
   O simples fornecimento pela empresa de equipamento de proteção individual não exclui a necessidade de pagamento de adicional de insalubridade ao empregado. Cabe ao empregador fiscalizar o uso dos aparelhos de proteção a fim de que haja diminuição ou eliminação do agente agressivo.

    Esse entendimento da Súmula nº 289 do TST foi aplicado pela 1ª Turma para isentar a Companhia Vale do Rio Doce do pagamento de adicional de insalubridade a empregado da empresa.

    O relator do recurso de revista da Vale, ministro Vieira de Mello Filho, observou que a neutralização da insalubridade com a utilização de equipamentos de proteção individual fora comprovada, no caso, por perito; logo, não era devido o adicional ao trabalhador.

    O TRT17 (ES) tinha condenado a empresa ao pagamento do adicional por concluir que a lei não dava opção ao empregador de pagar o adicional ou fornecer equipamentos de proteção, e sim o obrigava a providenciar os aparelhos e também pagar o adicional, salvo se a insalubridade fosse removida.

    Apesar de o perito ter afirmado que a exposição do empregado a poeira de cal fora neutralizada com o uso dos equipamentos corretos, e, por essa razão, não havia atividade insalubre, o TRT considerou que a mera neutralização da nocividade não era suficiente para afastar o direito do empregado ao adicional.

    Mas, de acordo com o relator, ministro Vieira, na medida em que a empresa tomou as medidas necessárias à eliminação da nocividade, tendo fornecido equipamentos que se mostraram eficazes para neutralizar a insalubridade, como mencionado pelo perito, não havia justificativa para o pagamento do adicional.

Fonte: TST/Viaseg
   Emergência Ambiental: é uma ameaça súbita ao bem estar do meio ambiente ou à saúde pública devido à liberação de alguma substância nociva ou perigosa ou, ainda, devido a um desastre natural.
   Acidente Ambiental: é um acontecimento inesperado e indesejado que pode causar, direta ou indiretamente, danos ao meio ambiente e à saúde.

   Esses acontecimentos perturbam o equilíbrio da natureza e, normalmente, estão associados também a prejuízos econômicos.
   Os acidentes podem ser causados pela própria natureza, como é o caso dos vulcões, raios, ciclones, etc. Porém, na maioria das vezes, são causados pelo próprio homem. São os acidentes “tecnológicos”.

As ocorrências


Há uma série de acidentes que podem gerar danos ambientais, alguns deles são:
• Derramamento ou vazamento de produtos nocivos;
• Incêndios;
• Explosões;
• Descarrilamentos;
• Colisões etc.

Combate a incêndio. (Fonte: P2R2-MMA)

A gravidade do acidente para o meio ambiente é determinada por uma série de fatores:
• VULNERABILIDADE e SENSIBILIDADE do    local da ocorrência;
• Características do PRODUTO;
• QUANTIDADES envolvidas;
• Características CLIMÁTICAS no momento da ocorrência;
• EFICIÊNCIA e rapidez do combate.

Emergência Química. (Fonte: P2R2-MMA)

   Entre as várias conseqüências de um acidente ou emergência ambiental podemos citar:
• Poluição do ar;
• Contaminação do solo e dos recursos hídricos;
• Danos à fauna e flora;
• Destruição de ecossistemas;
• Danos à saúde humana;
• Prejuízos econômicos etc.

Gerenciamento do Acidente

   O combate a uma situação emergencial deve ser planejado com antecedência para evitar decisões de última hora, retardamento no combate e ações inadequadas. Vale lembrar que em certos casos as vítimas em um acidente não são as que se encontravam no local, e sim pessoas que chegam para tentar ajudar, curiosos e desinformados.
   Nem todos os acidentes ocorrem durante o horário comercial, existem casos de ocorrências à noite, em feriados e fins de semana. Além disso, podem se dar em locais de difícil acesso, não somente para a equipe de combate mas principalmente para os equipamentos e veículos de resgate.
   É necessário prever todos esses fatores, ou seja, é preciso GERENCIAR O ACIDENTE. O gerenciamento de um acidente se divide em duas vertentes: Prevenção e Plano de Ação Emergencial.

Prevenção


   Uma das técnicas de prevenção de acidentes é chamada de Análise de Riscos. Nessa etapa deve-se responder às seguintes perguntas:
• O que pode dar errado?
• Quais são as possíveis causas desses erros?
• Qual a chance dos erros ocorrerem?
• Qual é a conseqüência associada a cada erro?
• Os riscos são toleráveis?
• As medidas de segurança existentes são suficientes?

   Apesar de as perguntas serem relativamente simples, envolvem uma série de tarefas complexas, como: caracterização de todas as atividades, cálculo de freqüências, avaliação de vulnerabilidade, simulações matemáticas, criação de estimativas, elaboração de critérios de tolerância, entre outros.

   Toda essa análise irá possibilitar o GERENCIAMENTO DE RISCOS, que é a formulação e implantação de procedimentos (técnicos e administrativos), que visam controlar e reduzir os riscos existentes. O gerenciamento deve também permitir que a instalação opere dentro dos níveis de segurança considerados toleráveis.

Planos de Emergência

   Os planos de ação para combate a emergências estão previstos em legislação, como na Lei nº. 9966/00, para os casos de poluição por substâncias nocivas ou perigosas em águas jurisdicionais brasileiras.
   A elaboração do Plano de Emergência também é exigida pelo processo de licenciamento ambiental, regulamentado pela Resolução 237/97 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA).
   Um bom plano de emergência tem que ser prático, deve contemplar ações e procedimentos para cada tipo de cenário emergencial, estabelecendo de forma clara quem são as pessoas envolvidas e qual a atribuição de cada uma.
   Ressalta-se que todas essas ações de prevenção e combate não irão eliminar a possibilidade de ocorrer um acidente, mas podem evitar que um acidente pequeno se transforme em uma tragédia.
   É importante lembrar, ainda, que a resposta a um acidente ambiental não se restringe à contenção dos danos. É fundamental acompanhar o processo de descontaminação e recuperação da área por meio de monitoramento ambiental.

Fonte: ibama.gov.br
   Depois das últimas notícias sobre o acidente ambiental no Golfo do México, onde um grande vazamento de petróleo pode se tornar no maior acidente ambiental de todos os tempos, vamos relembrar os maiores acidentes ambientais já ocorridos.

•1976 - Seveso – Itália. 

   A cidade de Seveso, na Itália, tornou-se mundialmente famosa quando em 10 de julho de 1976. Tanques de armazenagem na indústria química ICMESA romperam, liberando vários quilogramas da dioxina TCDD (2,3,7,8-tetraclorodibenzo-p-dioxina) na atmosfera e o produto espalhou-se por grande área na planície Lombarda, entre Milão e o lago de Como. Devido à contaminação, 3000 animais morreram e outros 70000 animais tiveram que ser sacrificados para evitar a entrada da dioxina na cadeia alimentar. Acredita-se que não tenha havido mortes de seres humanos diretamente vinculadas ao acidente, mas 193 pessoas nas áreas afetadas sofreram de cloracne e outros sintomas.


   O acidente ocorreu durante a produção de 2,4,5-triclorofenol, um herbicida, fungicida, e produtos químicos intermediários, A ocorrência de reação química foi particularmente interessante já que ocorreu num sábado às 12h30, quando a instalação estava realmente fechada para o fim de semana e nenhum processo estava em andamento. De alguma maneira a mistura de produtos químicos que tinham sido deixados na caldeira espontaneamente reagiram gerando suficiente calor e energia para posteriormente causar uma reação plena. Não se sabe ao certo como isto chegou a ocorrer, mas tem havido questionamentos sobre por que a instalação foi paralisada com a produção no meio de um ciclo.
Consequências:
-3000 animais mortos e 70000 sacrirficados
-193 pessoas nas áreas afetadas sofreram de cloracne e outros sintomas.

1979 - Three Mile Island – Pensilvânia – Estados Unidos.

   O acidente ocorrido em 28 de março de 1979, na usina nuclear de Three Mile Island, estado da Pensilvânia nos Estados Unidos, foi causado por falha do equipamento devido o mau estado do sistema técnico e erro operacional. Houve corte de custos que afetaram economicamente a manutenção e uso de materiais inferiores. Mas, principalmente apontaram-se erros humanos, com decisões e ações erradas tomadas por pessoas despreparadas.
  O acidente desencadeou-se pelos problemas mecânico e elétrico que ocasionaram a parada de uma bomba de água que alimentava o gerador de vapor, que acionou certas bombas de emergência que tinham sido deixadas fechadas. O núcleo do reator começou a se aquecer e parou e a pressão aumentou. Uma válvula abriu-se para reduzir a pressão que voltou ao normal. Mas a válvula permaneceu aberta, ao contrário do que o indicador do painel de controle assinalava. Então, a pressão continuou a cair e seguiu-se uma perda de líquido refrigerante ou água radioativa: 1,5 milhão de litros de água foram lançados no rio Susquehanna. Gases radioativos escaparam e atingiram a atmosfera. Outros elementos radioativos atravessaram as paredes.
   Um dia depois foi medido a radioatividade em volta da usina que alcançava até 16 quilômetros com intensidade de até 8 vezes maior que a letal. Apesar disso,o governador do estado da Pensilvânia iniciou a retirada só dois dias depois do acidente. O governador Dick Thornburgh aconselhou o chefe da NRC, Joseph Hendrie, a iniciar a evacuação "pelas mulheres grávidas e crianças em idade pré-escolar em um raio de 5 milhas ao redor das intalações". Em poucos dias, 140.000 pessoas haviam deixado a área voluntariamente.
Consequências:
-Um dia depois foi medido a radioatividade em volta da usina que alcançava até 16 quilômetros com intensidade de até 8 vezes maior que a letal.
-Foi evacuado uma área de até 5 milhas todas as mulheres grávidas e crianças em idade pré-escolar.

1984 – Vila Socó – Cubatão – Brasil.
   Por volta das 22h30 do dia 24/02/1984 moradores da Vila Socó (atual Vila São José), Cubatão/SP, perceberam o vazamento de gasolina em um dos oleodutos da Petrobrás que ligava a Refinaria Presidente Bernardes ao Terminal de Alemoa.

   A tubulação passava em região alagadiça, em frente à vila constituída por palafitas. Na noite do dia 24, um operador alinhou inadequadamente e iniciou a transferência de gasolina para uma tubulação (falha operacional) que se encontrava fechada, gerando sobrepressão e ruptura da mesma, espalhando cerca de 700 mil litros de gasolina pelo mangue. Muitos moradores visando conseguir algum dinheiro com a venda de combustível, coletaram e armazenaram parte do produto vazado em suas residências. Com a movimentação das marés o produto inflamável espalhou-se pela região alagada e cerca de 2 horas após o vazamento, aconteceu a ignição seguida de incêndio. O fogo se alastrou por toda a área alagadiça superficialmente coberta pela gasolina, incendiando as palafitas.

   O número oficial de mortos é de 93, porém algumas fontes citam um número extra oficial superior a 500 vítimas fatais (baseado no número de alunos que deixou de comparecer à escola e a morte de famílias inteiras sem que ninguém reclamasse os corpos), dezenas de 

feridos e a destruição parcial da vila.


Consequências:
-93 pessoas mortas (oficial)
- mais de 500 mortes (número extra oficial)

•1984 – Bhopal – Índia. 
   
  A tragédia de Bhopal foi um desastre industrial que ocorreu na madrugada de 3 de dezembro de 1984, quando 40 toneladas de gases tóxicos vazaram na fábrica de pesticidas da empresa norte-americana Union Carbide. É o pior desastre industrial ocorrido até hoje. Mais de 500 mil pessoas, a sua maioria trabalhadores, foram expostas aos gases e pelo menos 27 mil morreram por conta disso. A Union Carbide, empresa de pesticidas de origem americana, se negou a fornecer informações detalhadas sobre a natureza dos contaminantes, e, como conseqüência, os médicos não tiveram condições de tratar adequadamente os indivíduos expostos. Cerca de 150 mil pessoas ainda sofrem com os efeitos do acidente e aproximadamente 50 mil pessoas estão incapacitadas para o trabalho, devido a problemas de saúde. As crianças que nascem na região filhas de pessoas afetadas pelos gases também apresentam problemas de saúde. Mesmo hoje os sobreviventes do desastre e as agências de saúde da Índia ainda não conseguiram obter da Union Carbide e de seu novo dono, a Dow Química(Dow Chemicals), informações sobre a composição dos gases que vazaram e seus efeitos na saúde. Apesar deste quadro absurdo, a fábrica da Union Carbide em Bhopal permanece abandonada desde a explosão tóxica enquanto que resíduos perigosos e materiais contaminados ainda estão espalhados pela área, contaminando solo e águas subterrâneas, dentro e no entorno da antiga fábrica.

   Segundo José Possebon (coordenador de Higiene do trabalho da Fundacentro), a tragédia poderia ter sido evitada. Os sistemas de segurança da fábrica eram insuficientes, devido ao corte de despesas com segurança imposto pela matriz da empresa, nos EUA, que por sua vez acontece por causa do retorno esperado da indústria não ser suficiente
Consequências:
-Mais de 500 mil pessoas, a sua maioria trabalhadores, foram expostas aos gases; e
-Pelo menos 27 mil morreram por conta disso;
-Cerca de 150 mil pessoas ainda sofrem com os efeitos do acidente;
- Aproximadamente 50 mil pessoas estão incapacitadas para o trabalho.

•1986 – Chernobyl – Rússia. 
  
    O acidente nuclear de Chernobil ocorreu dia 26 de abril de 1986, na Usina Nuclear de Chernobil (originalmente chamada Vladimir Lenin) na Ucrânia (então parte da União Soviética). É considerado o pior acidente nuclear da história da energia nuclear, produzindo uma nuvem de radioatividade que atingiu a União Soviética, Europa Oriental, Escandinávia e Reino Unido, com a liberação de 400 vezes mais contaminação que a bomba que foi lançada sobre Hiroshima. Grandes áreas da Ucrânia, Bielorrússia e Rússia foram muito contaminadas, resultando na evacuação e reassentamento de aproximadamente 200 mil pessoas.
Consequências:
- Um relatório da Organização das Nações Unidas de 2005 atribuiu 56 mortes até aquela data – 47 trabalhadores acidentados e nove crianças com câncer da tireóide;   (o Greeenpeace contesta esses números)
- Um estudo feito em 2005 (quase 20 antos depois) aponta que morreram de câncer entre 30.000 e 60.000 pessoas vítimas do vazamento de Chernobyl.

•1989 – Exxon Valdez – Álaska. 
    Navio superpetroleiro, o Valdez, a serviço da Exxon, bateu na costa do Alasca, deixando escapar 260 mil barris de petróleo, imergindo em óleo praticamente toda a fauna da região.
Consequências: 
Morreram
-250.000 pássaros marinhos;
-2.800 lontras marinhas;
-250 águias;
-22 orcas; e
-bilhões de ovos de salmão.
-A limpeza custou $ 2,5 bilhões..

•2000 – Rio de Janeiro, Brasil. 
   A maior estatal brasileira, a Petrobras, foi responsável, no dia 18 janeiro, pelo derramamento de mais de 1 milhão de litros de óleo na baía de Guanabara. Em julho do mesmo ano, mais um acidente. Desta vez, cerca de 4 milhões de litros de óleo cru vazam de refinaria em Araucária (PR).
Consequências:
-A mancha se espalhou por mais de 50 quilômetros quadrados;
-Atingiu o manguezal da área de proteção ambiental (APA) de Guapimirim;
-Inúmeras espécies da fauna e flora;
-Graves prejuízos de ordem social e econômica a população local.


2002 – Espanha - Navio Prestige, das Bahamas.

 Em 13 de novembro de 2002 começou a maior catástrofe ambiental que até o momento havia sacudido a costa galega: o afundamento e posterior derramamento de milhares de toneladas de fuel-oil por parte do petroleiro "Prestige".

  O petroleiro grego Prestige naufragou na costa da Espanha, despejando 11 milhões de litros de óleo no litoral da Galícia. A sujeira afetou 700 praias e matou mais de 20 mil aves. Em comparação com o Exxon Valdez, a quantidade de óleo derramado foi menor, e a biodegradação do produto foi facilitada pelas temperaturas mais altas. Nos meses seguintes ao desastre, o submarino-robô Nautile soldou o navio afundado a 3600 metros de profundidade.
Consequências:
- Cerca de 15 mil pássaros foram afetados.
- A limpeza custou 12 bilhões.

2010 – Golfo do México.
  
 Em 20 de abril de 2010, uma explosão na plataforma de petróleo da BP no golfo do México provocou a morte de 11 pessoas após a explosão da plataforma Deepwater Horizon, além de jogar no mar mais de 4 milhões de barris de óleo, no pior desastre ambiental da história dos Estados Unidos.
Consequências:
- 750 milhões de litros de óleo e 6 milhões de litros de dispersantes químicos.
- 11 funcionários mortos.
- Mais de 400 tartarugas que correm risco de extinção e que foram contaminadas, entre outros animais como golfinhos.
- O derramamento de petróleo da BP no Golfo do México, que pode se tornar o maior desastre ambiental do país e o mais caro serviço de limpeza desde o Exxon Valdez, em 1989, deve custar às seguradoras até US$ 1,5 bilhão

2011 – Usina Nuclear Fukushima 

 Será o 10º Acidente Ambiental? EM BREVE DETALHES




   São Paulo – O Ministério Público Federal vai ingressar na segunda-feira com uma ação civil pública para proibir o uso do agrotóxico endossulfam no Brasil. O produto, altamente tóxico, já foi banido em 60 países e é considerado pela própria Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) como nocivo à saúde. Mesmo assim, continua sendo usado na lavoura.
   Dados da Secretaria de Comércio Exterior mostram que o Brasil importou 1,84 milhões de quilos de endossulfam em 2008. No ano passado, o número saltou para 2,37 milhões de quilos.
   A ação, que será proposta com pedido de liminar, requer a suspensão de informes de avaliação toxicológica do agrotóxico pela Anvisa. Medida que, se concedida, impedirá a comercialização do produto no País. “Não há razão para tanta demora na adoção de ações que garantam o fim do uso do produto no País”, argumenta o procurador da República, Carlos Henrique Martins Lima.
   A ação pede que a agência não conceda novos informes para produtos que levem o endossulfam, usado principalmente nas plantações de cacau, café, cana-de-açúcar e soja. Em caso de descumprimento, o MP pede fixação de multa diária de R$ 15 mil, revertida para o Fundo de Defesa dos Direitos Difusos. O endossulfam está associado ao aparecimento de câncer e a distúrbios hormonais.

Fonte: G1
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