Seguem abaixo alguns cuidados importantes que, embora previstos na legislação, muitas vezes são esquecidos pelos supermercadistas e trabalhadores quando em suas atividades rotineiras. Importante observar que os cuidados se estendem também para os terceirizados, pois em caso de acidentes a empresa contratante poderá ser responsabilizada.
 
  •    Todas as lojas com mais de 500 funcionários devem ter o Serviço Especializado de Segurança e Medicina do Trabalho implantado com a atuação de um técnico de Segurança do Trabalho.
  •    Lojas com mais de 50 funcionários devem ter formada a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA). Em estabelecimentos com menos funcionários a empresa deve designar um responsável pelo cumprimento da NR-5, podendo ser adotados mecanismos de participação dos trabalhadores através de negociações coletivas.
  •    Adotar os programas oficialmente exigidos como Programa de Controle Médico em Saúde Ocupacional (PCMSO) e Programa de Prevenção de Riscos de Acidentes (PPRA). Mesmo as lojas desobrigadas de possuir SESMT necessitam contratar profissionais para coordenar estes programas.
  •    Fornecer os seguintes EPIs que devem ter qualidade comprovada: Calçado de segurança (manutenção e estoque), luvas e avental de malha de aço (açougue), capa com capuz e luvas forradas (câmara fria), bota com forro de lã ou conjunto impermeável com meia térmica (câmara fria), avental impermeável (açougue e peixaria), luva impermeável (açougue e peixaria), óculos de segurança, máscara de solda, luvas de raspa, avental de raspa, perneiras e outros específicos (manutenção).
  •    Na câmara fria observar as medidas determinadas pelo M.T.E como: existência de termômetro interno e externo, dispositivo de segurança interno para abertura da porta, placas indicativas do prazo limite de exposição dos funcionários.
  •    Efetuar periodicamente a manutenção nos carrinhos de compras e respectivas rodas, não exigindo que o funcionário conduza mais de 10 carrinhos por vez.
  •    Orientar o funcionário quanto ao transporte manual de cargas com relação à postura e limite de peso. Quando frequentes, os carregamentos não devem ultrapassar de 18 quilos para os homens e 12 quilos para as mulheres.
  •    Na padaria e cozinha, deve haver orientação quanto ao limite máximo de exposição ao calor e intervalos de descanso. A medição do tempo deverá ser feita por profissional especializado e afixada em local visível.
  •     Escadas, plataformas e patamares situados na área de estoque e armazenagem devem ser de material incombustível, resistente ao fogo. A organização das prateleiras deve ser feita com auxílio de escadas removíveis, de lance único de degraus, com corrimão e acesso ao patamar final com guarda-corpo
  •    Existência de brigadas de incêndio, treinada e com um plano de ação de emergência.
  •    Refeitório adequado e uma área com bancos individuais ou coletivos e/ou sala de recreação destinada para o descanso dos funcionários nos momentos de folga.

Fonte: seest.com.br 

 
    MOTIVAÇÃO é um processo mental positivo que estimula a iniciativa e determina o nível de entusiamo e esforço que a pessoa aplica no desenvolvimento de suas atividades. O processo motivacional é responsável pela intensidade, direcção e persistência desses esforços.
   O nível de motivação é influenciado por diversos fatores como a personalidade da pessoa, suas percepções do meio ambiente, interações humanas e emoções.

    Veja acima um vídeo motivacional que fala da motivação, superação e a renovação constante para conseguir seus objetivos.
   Somente pessoas treinadas, habilitadas e autorizadas poderão operar estes equipamentos;

• Antes de utilizar os equipamentos, observe se estão em boas condições (faça um check list);
• Todos os caminhões e máquinas devem possuir alarme sonoro sincronizado com a marcha-ré;
• No caso de qualquer irregularidade com o equipamento, comunique imediatamente a supervisão;
• Posicione e transporte as cargas sempre de forma correta e segura;
• Nunca exceda a capacidade máxima de carga de seu equipamento;
• Não permita que colegas “peguem carona” e andem pendurados nas máquinas;
• Não permita que pessoas fiquem embaixo de cargas suspensas;
• Utilize os EPI’s necessários de acordo com a área que executa a movimentação de cargas;
• Acione a sirene ou buzina quando se aproximar de pessoas que estejam trabalhando.
   Na manhã de terça-feira (28), um grave acidente de trabalho foi registrado em Santa Gertrudes. Segundo informações registradas em boletim de ocorrência, o técnico de segurança do trabalho da empresa declarou que o funcionário Fabrício Alves Cardoso da Silva, 21 anos, atuava na função de preparador de máquina e, por volta das 7 horas, fazia a manutenção em um dos equipamentos, quando outra funcionária ligou a máquina e acabou prensando a vítima. Ao perceber que havia uma pessoa lá dentro, a funcionária desligou o equipamento imediatamente.

Fabrício chegou a ser socorrido com vida no Pronto-Socorro Municipal de Santa Gertrudes e, devido aos graves ferimentos, veio a óbito por volta das 08h30.

O caso foi registrado na Polícia Civil como comunicação de óbito, e o delegado vai apurar as informações e colher dados para a investigação do caso.

Fonte: jornalcidade.uol.com.br

   A utilização de pesticidas e fertilizantes em geral acontece nas fazendas, durante a primavera e o outono. Mas, dependendo da cultura, isso pode acontecer o ano todo. Essas substâncias são espalhadas pelas plantações geralmente por tratores.

Mas, mesmo quando o vento está fraco, o vapor e a poeira podem ultrapassar os limites das plantações onde estão sendo aplicados os inseticidas, ameaçando a saúde dos trabalhadores das regiões vizinhas e das pessoas que estão por perto. Muitos produtos químicos usados pelos fazendeiros são venenosos se forem inalados e alguns deles podem envenenar através do contato com a pele.
  • Se você vir um trator ou avião pulverizando inseticida em alguma plantação, ataste-se para um local distante.
  • Não deixe os cachorros correrem pelos campos quando estes estiverem sendo tratados com inseticidas. Eles podem pisar com as patas nos produtos químicos e depois engoli-los.
  • Se spray ou poeira cair em cima de você ou de uma outra pessoa, parta do princípio em nome da segurança de que ele é venenoso.
  • Saia da área onde o pesticida está sendo aplicado.
  • Peça a alguém para procurar imediatamente ajuda médica. Diga ao médico, ou enfermeiro, o nome do pesticida que está sendo usado se você souber ou especifique o tipo de plantação onde ele está sendo aplicado. Isto ajudará o médico a decidir qual o tratamento adequado.
  • Se você não souber o nome do produto químico que está sendo usado,informe ao médico o local da plantação. Com a ajuda da polícia local, ele poderá descobrir rapidamente o proprietário da plantação e o nome do pesticida ou fertilizante utilizado.
  • Tire as roupas contaminadas e lave bem todas as áreas da pele que foram expostas aos produtos químicos. Use sabonete e água, se possível.
  • Se os produtos químicos atingiram os seus olhos, abra a torneira e deixe cair muita água sobre eles, por um período de pelo menos dez minutos.
  • Mantenha o seu corpo aquecido, enrolando-se em uma manta ou um casaco limpos.
  • Se você não tiver sido contaminado pelo pesticida, mas estiver ajudando alguém que o foi, coloque luvas antes de tocar em qualquer peça de roupa contaminada da vítima. Se não o fizer, os produtos químicos também poderão acabar penetrando na sua pele. Se não tiver luvas, enrole as mãos em um pedaço de pano, como jérsei, ou outro tecido relativamente impermeável.
  • Se a pessoa contaminada ficar inconsciente, coloque-a na posição de recuperação.
  • Se a vítima parar de respirar, faça respiração artificial. Se o rosto dela tiver sido exposto ao pesticida, limpe-lhe antes toda a região em torno da boca e do nariz, e proteja também a sua própria boca com um lenço.

Evite a contaminação

Se você tiver que aplicar a respiração artificial em alguém que foi contaminado por agrotóxicos, limpe a região em volta da boca e do nariz da vítima e coloque um lenço limpo entre a sua boca e a dela. Se você não o fizer, poderá ser envenenado pelas substâncias químicas tóxicas que estão impregnadas no rosto da vítima.

O tornozelo é a articulação que mais freqüentemente sofre distensões. Nesse tipo de traumatismo, um ligamento — um tipo de tecido que conecta os ossos  é estirado ou rompido.
Uma distensão pode ser causada por uma torção no pé no momento em que você está andando ou correndo. Ela provoca dor e inchação na articulação. A dor piora se a pessoa se move.
Uma distensão pode demorar várias semanas para ser curada. Isso vai depender da gravidade da lesão. Para tratar distensões, veja Torção e distensão, página 137.
As vezes é difícil distinguir uma lesão séria de uma fratura. Por isso, em caso de dúvida, e sobretudo quando a vítima não consegue apoiar-se sobre o tornozelo, trate como se fosse fratura.
Como tratar um tornozelo fraturado
Uma fratura de tornozelo pode ser o resultado de uma queda ou de um tombo no qual o tornozelo se vergou excessivamente. Uma fratura pode acontecer também quando a vítima cai de pé de uma grande altura. Os sintomas de fratura são:
  • Dor imediata e freqüentemente muito intensa.
  • Inchaço e mudança da cor da pele do tornozelo.
  • Dor ao mexer o tornozelo.
  • Dificuldade ou impossibilidade de se sustentar sobre a perna machucada.
Se você tiver suspeitas de que se trata de um caso de fratura, aplique uma compressa fria para controlar a inchação, enrole o tornozelo firmemente com uma bandagem e procure um médico o mais rápido possível.
Faça uma compressa fria molhando uma toalha pequena, ou qualquer outro material semelhante, em água fria, torcendo-a e envolvendo com ela o tornozelo. Você também pode colocar alguns cubos de gelo num saco plástico, fechá-lo, cobri-lo com um pano e usar um martelo para esmagar o gelo dentro dele. A seguir aplique a compressa em torno do tornozelo.
Você sabia que:

- Nem toda tontura é sinônimo de labirintite. Apesar da maioria das tonturas com caráter rotatório ser de origem do labirinto, existem também causas neurológicas, vasculares e cardíacas para tontura.

- O cerume (a popular “cera”) não é sujeira, mas sim parte de um importante mecanismo de defesa do canal do ouvido contra infecções bacterianas e fúngicas.

- O zumbido pode ser sinal de algum problema de saúde, não só do ouvido mas também de outras partes do corpo.

- O uso do cotonete na parte interna do canal da orelha pode causar lesões e infecções.

- Som alto, explosões e fones de ouvido podem causar perda irreversível da audição.
- O Brasil é um dos campeões mundiais na freqüência de perda auditiva ocupacional induzida pelo ruído.

- O ouvido humano detecta sons de 20 a 20000 Hertz, ou seja: desde o mínimo barulho de um pernilongo à noite até o de um avião a jato!

- Quem ouve é o cérebro! O som chega à orelha e a parir daí se propaga através de ondas sonoras que são transformadas em sinais elétricos, que percorrem o nervo da audição para levar a música, a voz ou um barulho até o cérebro.

- Dar mamadeira quando o bebê está deitado aumenta a chance de a criança ter otites, que são infecções de ouvido, pois o leite pode refluir para o ouvido através de uma comunicação chamada tuba auditiva.

- Beijos estalados nas orelhas podem exercer uma pressão tão grande que é capaz até mesmo de romper o tímpano e causar diminuição da audição.

Fonte: tstsergiobigi.blogspot.com/
Daniiell M..A.. Guadachollii
Fonoaudiologia Ocupacional


   Acidente de trabalho ocorreu no depósito de uma empresa de colchões em Colombo

   Um homem de 47 anos morreu depois de sofrer uma queda na tarde desta quinta-feira (23) em Colombo, na região metropolitana de Curitiba (RMC).
   Segundo informações do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar (PM), Cláudio Luiz Alves MeiraRonconi, localizada na Estrada da Graciosa. O homem se desequilibrou e acabou caindo de uma altura de quatro metros. Ele não resistiu aos ferimentos e morreu. realizava reparos no telhado de um depósito da empresa de colchões
   O corpo dele foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML). A reportagem tentou o contato com a empresa no fim da tarde, mas foi informada que só poderia ser atendida na sexta-feira (24)


Fonte: tstparana.ning.com

   Limpar periodicamente a caixa d’água e manter o reservatório bem fechado são medidas que podem evitar doenças como a leptospirose, diarreia e a dengue. Segundo a Secretaria de Saúde de Minas Gerais, a higiene da caixa deve ser feita no mínimo duas vezes por ano, após reparos ou quando houver suspeita de contaminação. Para um controle mais adequado, é indicado que seja registrada a data da última limpeza do lado de fora da caixa. 


   “Além de limpar o reservatório, é imprescindível manter a caixa d'água fechada com tampa adequada, sem rachaduras, frestas ou desníveis que podem permitir vazamentos e infiltrações”, diz Cristina Santos, referência técnica da Vigilância Ambiental da Secretaria de Saúde de Minas Gerais. 



   Segundo Cristina, em um reservatório mal fechado, a entrada de poeira, ratos e baratas, por exemplo, pode contaminar a água. A boa vedação impede ainda que o mosquito Aedes aegypti, que transmite a dengue, deposite seus ovos na caixa d'água. 

   A Secretaria de Saúde alerta ainda sobre a necessidade de utilizar equipamentos adequados como botas e luvas durante a limpeza.
                                                 

Veja dicas para limpar a caixa d'água:


1) Amarre a bóia ou feche o registro de entrada de água. Utilize a água normalmente, mas não a esgote totalmente. Deixe aproximadamente um palmo de água no fundo (15 cm) para usar na limpeza.

2) Tampe a saída de água com um pedaço de pano limpo, para evitar a entrada de sujeira na tubulação. Escove as paredes internas e o fundo usando uma esponja ou escova de nylon macia para esfregar. Não use sabão, detergentes ou outros produtos químicos. Retire todo o lodo e a sujeira e depois seque o fundo com panos limpos.

3) Destampe a saída e enxágüe bem as paredes e o fundo do reservatório com água tratada ou potável. Tampe novamente a saída de água do reservatório.

4) Coloque um litro de água sanitária (ou hipoclorito de sódio a 2,5%) em um balde limpo com cinco litros de água. Despeje a solução no reservatório e espalhe com uma brocha ou pano limpo, molhando bem as paredes.

5) Deixe a solução agir por, no mínimo, meia hora, verificando se as paredes continuam umedecidas com a solução desinfetante. Não utilize a água da caixa durante este período.

6) Após este período, lave de novo as paredes com um jato forte de água. Abra as torneiras, dê descargas ou lave os passeios, banheiros e pisos, até esvaziar completamente o reservatório. Neste processo, as canalizações serão desinfetadas.

7) Abra o registro ou solte a bóia. Lave a tampa do reservatório e coloque no lugar.

8) Para controle, anote do lado de fora do reservatório a data da limpeza. Realize a limpeza, no mínimo, duas vezes por ano.

Fonte: http://g1.globo.com




   Para entender melhor do que se trata cada um dos casos, saiba que:
   AUTÔNOMO é todo aquele que exerce sua atividade profissional sem vínculo empregatício, por conta própria e com assunção de seus próprios riscos. A prestação de serviços é de forma eventual e não habitual.
e
      EMPREGADO é toda pessoa física que prestar serviços de natureza não eventual a empregador, sob a dependência deste e mediante salário.
   Então, ser formado em Técnico em Segurança do Trabalho lhe da grandes possibilidades de pegar emprego em uma empresa que necessita de um ou mais técnicos em segurança do trabalho, como também podes trabalhar assessorando muitas empresas prestando serviços.Vejamos.
Consultoria e Assessoria
   A consultoria em Segurança do Trabalho é quando uma empresa precisa de um PPRA, LTCAT (assinado por engenheiros em ST ou Médicos do Trabalho) ou precise talvez de treinamentos, palestras, CIPA, visitas técnicas ou o que for relacionado à Segurança do Trabalho. Você implanta o PPRA, faz o treinamento e registra os participantes, faz a palestra, organiza a CIPA, enfim, e cobra pelo serviço prestado.
   A assessoria se trata de um contrato de prestação de serviços. Um valor X por mês que dará a empresa contratante todos os serviços que você colocar em clausulas no contrato, exp:
  • PPRA 
  • CIPA
  • Treinamentos de brigada de incêndio
  • Palestras sobre EPI, atos e condições inseguras, qualidade de vida etc.

    Mas com tudo você não pode dar garantia ao contratante tanto da consultoria como da assessoria que ele não vai sofrer incomodações com funcionários ao sofrerem acidentes, não usarem EPI´s. Não, por que você não esta fichado na empresa dele. Então, palestras de treinamento de uso de EPI, ficha de registro de entrega de EPI, Advertência pelo não uso de EPI não será o suficiente em uma causa judicial para proteger seu cliente.
   A NÃO SER QUE, EM ALGUMA CLAUSULA DO CONTRATO FIQUE CLARO QUE VOCÊ TERÁ O DIREITO DE FISCALIZAR E ADVERTER OS EMPREGADOS QUE NÃO ESTIVEREM DE ACORDO COM AS NORMAS DE SEGURANÇA DA EMPRESA.

OBS: Isso deve ser assinado pelos dois (contratante e contratado).
Visando o lado do Técnico em Segurança do Trabalho Empregado:
   Você tem todo direito de fiscalizar e emitir advertência a todos os níveis hierárquicos da empresa se precisar. Para garantir a Segurança e prevenir problemas judiciais a sua empresa é aconselhável que faça Procedimentos de Segurança para cada tipo de trabalho na empresa.
Principalmente para o setor de Saúde e Segurança do Trabalho, como:
  • Manual a brigada de incêndio
  • Procedimentos da Caldeira
  • Procedimentos para os mecânicos
  • Procedimentos para os eletricistas
  • Procedimentos para manuseio e armazenagem de materiais

Enfim, além de tudo você sendo empregado tem direito a férias, décimo terceiro e fundo de garantia.
    Como autônomo você deve pagar seu fundo de garantia ou aplicar seu dinheiro em uma popança para futuramente poder se aposentar.
     Como autônomo você não precisa cumprir 8 horas diárias e 5 a 6 dias por semana na empresa.
    Assim como tudo na vida, tudo tem seu lado bom e lado ruim, o ser humano nunca esta satisfeito com as coisas a sua volta.
   Apesar de isso lhe dar mais Autonomia, liberdade, não é mais prazeroso que quando você ama o que faz e quer ver as coisas acontecerem, muitas empresas contratam o serviços do técnico em seg. só para terem os documentos e evitar multas, nem tudo que está prescrito como metas eles cumprem.


Artur Diomário da Rosa
Email: arturdiomario@bol.com.br
Cidade: Armazém, SC
Técnico em Segurança do Trabalho

    Os silos e os armazéns são construções indispensáveis ao armazenamento da produção agrícola e influem decisivamente na sua qualidade e preço. Entretanto, por sua dimensão e complexidade, podem ser fonte de vários e graves acidentes do trabalho. Por serem os silos locais fechados, enclausurados, perigosos e traiçoeiros, são conhecidos como espaços confinados e são objeto da NR33 - Espaços Confinados, da NBR 14.787 da ABNT e de alguns itens da NR 18 - Construção Civil do MTE. A Revista Proteção (N.181, janeiro de 2007, p.63) apresenta um excelente artigo de Ary de Sá (Eng.de Seg. e especialista em ventilação industrial e controle de riscos ambientais com poeiras explosiva) intitulado Efeito devastador, sobre explosões em locais onde existe muita poeira acumulada.

   Essas explosões ocorrem frequentemente em instalações agrícolas ou industriais onde são processados:
a) farinhas = de trigo, milho, soja, cereais, etc.; e
b) particulados = acúcar, arroz, chá, cacau, couro, carvão, madeira, enxofre, magnésio, eletrometal (ligas), etc.

     O milho é considerado um dos grãos mais voláteis e perigosos, embora toda poeira de grãospossa ser tida como MUITO PERIGOSA. Na Agricultura, existem ainda os chamados espaços confinados móveis: os tanques que são levados para o campo, onde são armazenados osagrotóxicos usados na lavoura; e os caminhões-tanque transportadores de combustível ou de água (carros-pipa).

   Exemplos de espaços confinados que podem ser encontrados nas diversas atividades ligadas à agroindústria são: tonéis (de vinho/aguardente, p.ex.), reatores, colunas de destilação, vasos, cubas, tinas, misturadores, secadores, moinhos, depósitos e outros.

     Um espaço confinado apresenta sérios riscos com danos à saúde, sequelas e morte. São riscos físicos, químicos, ergonômicos, biológicos e mecânicos e são uma triste realidade no Brasil inteiro.

Vejamos alguns dos riscos dos acidentes em Silos e Armazéns agrícolas:
1 - explosões;
2 - problemas ergonômicos;
3 - lesões do trato respiratório (poeiras) e do globo ocular;
4 - riscos físicos (ruído, iluminação, umidade, vibrações, etc.); e
5 - acidentes em geral (quedas, sufocamento, etc.).


   Na Justiça do Trabalho de Minas ainda é grande a incidência de processos que denunciam a prática de racismo no ambiente de trabalho. Mas a sociedade moderna e as instituições estão sempre procurando soluções para combater esse problema, buscando criar mecanismos que proporcionem igualdade de condições e oportunidades para o trabalhador negro. Diante da implementação de novas legislações e políticas afirmativas, as empresas hoje têm buscado aplicar métodos e estratégias para o combate à discriminação e ao racismo, proibindo condutas discriminatórias, assédio e todas as formas de opressão exercidas sobre empregados com base em diferenças raciais.
   O juiz Márcio José Zebende, titular da 1ª Vara do Trabalho de João Monlevade, julgou uma ação proposta por um pedreiro, vítima de racismo na construtora onde ele trabalhava. Conforme relatou o pedreiro, o mestre de obra se referia a ele como "macaco", "chipanzé", "pau de fumo" e "urubu", na presença de outras pessoas. As testemunhas ouvidas declararam que o mestre de obra nunca chamou o reclamante pelo nome, sempre se dirigindo ao mesmo por xingamentos humilhantes e apelidos racistas. Informaram ainda que havia várias pessoas negras trabalhando no local, mas apenas o reclamante era perseguido pelo superior hierárquico.
   De acordo com os depoimentos, as pessoas que ficavam próximas ouviam as brincadeiras de mau gosto e riam do pedreiro. Uma das testemunhas, apresentada pela empregadora, afirmou que o mestre de obra costumava tratar o reclamante como "abençoado". Analisando as declarações das testemunhas indicadas pela construtora, o juiz ressaltou que a primeira não quis reconhecer em Juízo as alegadas ofensas e a segunda tentou, a todo custo, beneficiar a empresa. Os demais depoimentos, no entender do magistrado, foram esclarecedores e convincentes, confirmando as alegações do trabalhador.
   Na avaliação do julgador, a conduta patronal mostrou-se desrespeitosa e desumana, acarretando ao empregado abalo psicológico e constrangimentos, o que merece a devida reparação."Com efeito, as ofensas verbais dirigidas ao empregado, reveladoras do preconceito racial, constituem a prática de ato discriminatório, por causarem lesão à honra, à imagem e à dignidade da pessoa, ensejando, por essa razão, a reparação por danos morais" - finalizou o juiz sentenciante, condenando a construtora ao pagamento de uma indenização por danos morais, fixada em R$3.000,00.
( nº 00779-2009-064-03-00-2 )
Fonte: Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região
   Uma das características mais marcantes da zona rural brasileira, de um modo geral, é a localização esparsa e afastada das residências.

   Por ocasião das colheitas, principalmente, os fazendeiros e algumas indústrias, têm de apanhar essas pessoas em suas casas e transportá-las até o local de trabalho, em transporte coletivo.

   Quando esse transporte era feito na carroceria de caminhões, registravam-se muitos acidentes.

   Hoje, segundo a Lei 9.503/97 (CÓDIGO NACIONAL DE TRÂNSITO) e a Resolução No. 811/77, somente ônibus e microônibus podem ser usados no transporte coletivo de passageiros. O microônibus se diferencia do ônibus porque pode conduzir um máximo de vinte (20) passageiros.
Infelizmente, ainda se encontram agricultores sendo transportados na caçamba de camionetas e até "de carona" em tratores.

   A segurança na operação do transporte coletivo de passageiros está ligada, principalmente, a 3 fatores: o motorista, o veículo e as vias de transporte ou estradas.


1 - Acidentes causados pelo Motorista

   Sabe-se que a maior causa dos acidentes de trânsito é por falha do motorista. Portanto, seguem-se algumas recomendações de caráter geral:

SE BEBER, NÃO DIRIJA.

   A bebida alcoólica diminui os reflexos e a habilidade do cérebro de seguir em linha reta. Assim, se o motorista andou tomando umas cervejas ou uma "branquinha", não deve dirigir. Muita gente pensa que tomando café vai se sentir "sóbrio" o suficiente para dirigir, mas isso não é verdade. O melhor é descansar ou dormir. Geralmente, para cada dose de bebida, deve-se descansar 2,5 horas. Muitos remédios (certos anti-alérgicos, xaropes e alguns comprimidos para resfriados) dão sono. Da mesma forma, se estiver cansado ou febril, não dirija.

MANTENHA O VEÍCULO EM BOAS CONDIÇÕES.

   A primeira providência que o motorista deve tomar para a chamada condução defensiva, é assegurar-se de que o seu veículo esteja em boas condições de funcionamento. Cada vez que tenha trocado o óleo do motor, anote a data e a quilometragem na papeleta adesiva e verifique outros dispositivos de segurança (pressão dos pneus, extintor de incêndio, etc.). Pneus carecas podem provocar acidentes. Verifique as luzes do freio e das setas, com frequência.

FAÇA O QUE PUDER PARA EVITAR BATIDAS.

    O motorista deve seguir rigorosamente as placas de sinalização e de limites de velocidade, mantendo uma distância segura do carro da frente. Para evitar batidas de frente, olhe bem adiante, à procura de possíveis problemas (carro na contra- mão, ou fazendo ultrapassagem, por exemplo) e reduza a velocidade ou saia do seu caminho, se for possível. Para evitar batidas por trás, use a seta e reduza a velocidade gradualmente.

SEJA CUIDADOSO NOS CRUZAMENTOS.

   Mais de 2/3 das lesões de trânsito ocorrem nos cruzamentos. Assim, esteja preparado quando se aproximar de um. Use sempre a seta se planeja dobrar e suponha que os outros motoristas não vêm o seu sinal. Manobre cuidadosamente. Não suponha que os outros motoristas lhe darão a preferência. Se o mato lhe tomar a visão da curva, buzine.

USE SEMPRE O CINTO DE SEGURANÇA.
   Os cintos de segurança têm salvado muitas vidas. Não receie que o cinto o prenderá no carro no caso de um acidente, pois com ele, você sobreviverá ao impacto inicial e não será lançado do veículo ainda em movimento.

USE A SINALIZAÇÃO MANUAL AO DIRIGIR NO CAMPO.

    Trabalhar ao redor de máquinas grandes é geralmente ruidoso e há muita poeira. Assim, sempre que julgar conveniente, use a sinalização manual, além das setas, faroletes, da buzina e do farol. Isso evitará muitos acidentes.


2 - Acidentes causados pelo Veículo


   As falhas mecânicas também são responsáveis por acidentes, principalmente devido à má qualidade do material das peças, à sua vida útil, ao calor ou frio excessivos e à falta de manutenção. Portanto, use sempre peças originais e troque-as no prazo recomendado pelo fabricante. As mangueiras de combustível, por exemplo, costumam ressecar com o alto calor desprendido pelo motor e, ao racharem, esguicham sobre as partes quentes, provocando incêndios.

    Também não se deve trafegar com os parafusos das rodas mal apertados ou faltando e, muito menos, com os pneus sem as estrias (pneu careca).

    Ao trafegar nas estradas vicinais esburacadas, poupe o amortecedor do veículo, desviando-se dos maiores e diminuindo a marcha.


3 - Acidentes causados pela Via de transporte (estrada)

   Na zona rural brasileira, infelizmente, a maioria das estradas é de piçarra e mal conservada. Assim sendo, na época das chuvas, elas ficam praticamente intransitáveis.

    É grande o risco de acidentes provocado por deslizamento na pista, provocado pela lama ou argila. O motorista, portanto, deve ter redobrada a sua atenção e diminuir a velocidade.

produção de energia1. Força eletromagnética induzida. O dispositivo ao lado gera energia elétrica capaz de acender a pequena lâmpada mostrada na extremidade esquerda. A peça em U que contém fios condutores nela enrolados é um ímã, que origina uma força eletromagnética (f.e.m.) induzida. É fato comprovado experimentalmente que, quanto maior a intensidade do campo de forças e maior a velocidade com que as linhas de indução são cortadas pelo condutor (número de voltas do fio no ímã), tanto maior será a f.e.m. induzida. Neste princípio simples se baseia a produção da energia elétrica em larga escala, que ilumina cidades e movimenta a vida moderna.

produção de energia2. Energia é a capacidade de um sistema de realizar um trabalho. Existem várias formas de energia: potencial, mecânica, química, eletromagnética, calorífica e elétrica, entre outras. Essas energias podem ser transformadas umas nas outras. Assim, p.ex., a energia potencial da água represada numa barragem, pode se transformar em energia elétrica, pela passagem da mesma por turbinas e geradores. A energia elétrica (ou eletricidade) diz respeito aos fenômenos em que estão envolvidas cargas elétricas. A figura acima é de um motor elétrico, de muita utilidade para abastecer as caixas d´água elevadas, movimentar polias, serras ou esmeril na indústria, acionar aspersores na irrigação das culturas e milhares de outros usos.

geração de energia3. Geração de energia elétrica é, justamente, a transformação de algum tipo de energia em eletricidade. A energia elétrica pode ser gerada de fontes de energia não-renováveis (combustíveis fósseis e nucleares) e de fontes renováveis (força da água, dos ventos, sol e biomassa) de energia. No Brasil, onde é grande o número de rios, a opção hidráulica é a mais utilizada e apenas uma pequena parte é gerada a partir de combustíveis fósseis, em usinas termelétricas. Em Angra dos Reis - RJ temos as Usinas Nucleares Angra I e II e, ultimamente, começam a funcionar Usinas movidas à gás natural (de petróleo) e até do lixo. A imagem acima é da turbina hidráulica de uma pequena central hidrelétrica - PCH, muito indicada para o aproveitamento energético de quedas (ou pequenas barragens) nos córregos.

torre de transmissão4. Transmissão de energia é a forma de conduzir a eletricidade, através de fios e cabos, de um local para outro. Após ser gerada, a energia elétrica é conduzida por cabos até a subestação abaixadora, por meio de transformadores. Daí, ela percorre as linhas de distribuição, que podem ser subterrâneas ou aéreas (caso mais comum), até a subestação elevadora, onde outros transformadores elevam o valor da tensão elétrica (voltagem). Assim, nesse nível de tensão, a eletricidade pode percorrer longas distâncias pelas linhas de transmissão, sustentadas por torres, até chegar às proximidades de onde será consumida: as residências (cidades), fábricas, fazendas, comércio, etc.

relógio de luz5. Consumo de eletricidade pelo cidadão comum e outros usuários. A energia elétrica fornece iluminação, movimenta máquinas e equipamentos, controla a temperatura ambiente (produzindo calor ou frio), agiliza as comunicações, etc. Dela dependem a nossa produção, locomoção, eficiência, segurança, conforto, lazer (rádio, TV, etc.) e vários outros fatores associados à qualidade de vida. O consumo de energia elétrica depende da potência do aparelho utilizado e do tempo de uso. Os aparelhos elétricos possuem diferentes potências, consumindo mais ou menos energia. Essa potência é expressa em watts (w) e deverá constar da placa de identificação no próprio aparelho. É o medidor de energia elétrica (relógio de luz, veja acima) que registra o consumo de eletricidade.

Fonte: ufrrj.br
SOUNIS, Emílio. Manual de Higiene e Medicina do Trabalho. São Paulo, Ícone Editora, 1991.

FILHO, Leonídio F. Ribeiro. Técnicas de Segurança do Trabalho. São Paulo, Cultura Editora, 1974.

CAMPANHOLE, Adriano e Hilton Lobo. Consolidação das Leis do Trabalho e Legislação Complementar. São Paulo, Atlas - 1995.

SOUZA, Leny Chavier de Brito e. Guia da Previdência Social. São Paulo, Editora Tama - 1994.

MANUAIS de Legislação Atlas. Segurança e Medicina do Trabalho. 29ª. Edição, São Paulo, Editora Atlas; 1995.

COUTO, Hudson de Araújo. Temas de Saúde Ocupacional. Belo Horizonte, Gráfica e Editora Cultura, 1987.

MARANO, Vicente Pedro. Medicina do Trabalho. São Paulo, Editora LTR, 1985.

PEDROTTI, Irineu Antônio. Doenças Profissionais ou do Trabalho. São Paulo, Edição Universitária de Direito, 1988.
 
Contribuição de:
Artur Diomário da Rosa
Técnico em Segurança do Trabalho

    Abração Artur, obrigado pela sua cooperação. 
   Seja como Artur Diomário da Rosa, envie-nos artigos, notícias, links, fotos ou videos que estejam relacionados à Segurança no Trabalho e/ou Prevenção de Acidentes.

Email: prevencaonline@gmail.com
   Pesquisadores da Coppe/UFRJ, no Rio de Janeiro, desenvolveram um sistema eficiente para remover mercúrio de efluentes líquidos e do petróleo.


   O processo inovador já gerou dois pedidos de patente e promete reduzir o impacto ambiental da contaminação do mercúrio no ar, na água e no solo.


   O sistema capta o mercúrio sem gerar resíduo tóxico, evitando o passivo ambiental produzido nos métodos tradicionais utilizados para esse fim.


   Coordenado pelos pesquisadores Vera Salim e Neuman S. de Resende, do Programa de Engenharia Química da Coppe, o projeto conta com o apoio da Petrobras.


   Emissões de mercúrio no ambiente – As atividades industriais e a queima de combustíveis fósseis são responsáveis pela emissão de altas taxas de mercúrio no meio ambiente.


   Segundo mapeamento do Programa de Meio Ambiente das Nações Unidas (UNEP na sigla em inglês), estima-se um aumento de 1480 toneladas emitidas em 2005 para 1850 toneladas em 2020 nos níveis mundiais de mercúrio, atingindo regiões até então pouco afetadas como alguns países da América do Sul, entre eles o Brasil.


   Os pesquisadores advertem que, se nada for feito, até 2050 serão lançadas na atmosfera cerca de 8 mil toneladas de mercúrio, com acumulação de 2 a 3 mil toneladas no meio ambiente.


   Entre os países com índices mais altos de mercúrio no mundo estão China, Índia e Estados Unidos. O Brasil aparece em sétimo lugar.


   No encontro promovido pelo Programa de Meio Ambiente das Nações Unidas, em junho deste ano, na Suécia, os pesquisadores discutiram a necessidade de elaborar uma legislação para o controle dos níveis de mercúrio no mundo. “Apesar de verificarmos um crescimento expressivo dos níveis do metal no Brasil e no mundo, há carência de dados precisos para melhor avaliarmos seus efeitos”, afirma Vera.


   Remoção do mercúrio – No sistema concebido pelos pesquisadores do Laboratório de Fenômenos Interfaciais da Coppe, o mercúrio passa por uma coluna com adsorvente, um sólido à base de fosfato, que capta o mercúrio sem gerar resíduo.


   A grande vantagem em relação aos métodos convencionais é que esse sistema possibilita a fixação do mercúrio na sua estrutura, evitando a recontaminação e os eventuais procedimentos de gerenciamento do material tóxico produzido.


   Pelo método tradicional, ao regenerar o adsorvente o mercúrio é volatilizado e condensado, transformando-se no final do processo em mercúrio líquido, que é removido e estocado.


   “Não temos dados sobre a quantidade e a forma como esse metal é armazenado. O risco de gerar um passivo ambiental é grande e os dados não são divulgados de forma transparente, o que dificulta uma avaliação precisa do índice de emissão e do risco de contaminação desse material no meio ambiente”, afirma Vera Salim.


   Há cerca de oito anos a Coppe desenvolve pesquisa em processos de descontaminação de mercúrio. O processamento de petróleo, por exemplo, gera inevitavelmente resíduos tóxicos e a emissão do mercúrio na atmosfera.


   Outra preocupação é o mercúrio acumulado, que é reintroduzido no meio ambiente, constituindo uma ampla cadeia de contaminação: o mercúrio é transportado pelas chuvas, levado a regiões estuárias, podendo acumular-se nos sedimentos ou no ar, por meio de fotossíntese.


Mercúrio no meio ambiente – O mercúrio está presente no meio ambiente em três formas distintas: metálico, orgânico e inorgânico.


“O mercúrio orgânico é o mais letal e pode estar presente, por exemplo, em peixes contaminados. Um rio afetado contamina peixes que, ingeridos, contaminam pessoas. As correntes atmosféricas e a migração dos pássaros também são capazes de levar o mercúrio a longas distâncias. Por essa razão, medidas regionais não são suficientes para conter a contaminação. Precisamos de decisões de alcance global, pois o mercúrio tem grande capacidade de disseminação, com transporte de longo alcance”, alerta Vera.


O mercúrio também está presente no dia-a-dia de todos, em produtos como amálgamas dentárias e lâmpadas fluorescentes que podem contaminar o meio ambiente após o seu descarte.


“É preciso ter consciência ambiental e regras para efetuar o descarte desse material. Precisamos estabelecer normas capazes de conter a disseminação do mercúrio e cumpri-las”, adverte Vera Salim.


As erupções vulcânicas também são responsáveis por emissões. Segundo a professora da Coppe, ainda é difícil medir o impacto desse fenômeno. “Não sabemos, por exemplo, quais são as consequências da erupção do vulcão na Islândia, que este ano despejou grande quantidade de fumaça e cinzas na atmosfera”.  

Fonte: http://planeta.coppe.ufrj.br/
   Um jovem com 27 anos de idade morreu na manhã de segunda-feira (13), vítima de acidente de trabalho. Ele trabalhava como pedreiro na construção de uma casa no Bairro dos Estados quando uma laje da obra caiu sobre a vítima. No local estavam outros dois trabalhadores: o pai e um irmão da vítima. O corpo foi encaminhado para o Instituto Médico Legal de Guarapuava (IML) e peritos do Instituto de Criminalística vão apurar a responsabilidade do acidente. A obra foi interditada.

   O corpo de Edson José de Lima será sepultado às 10 horas de terça-feira (14) no Cemitério do Boqueirão.
 
Fonte: redesuldenoticias.com.br
César Augusto/Equipe Folha
Vítima trabalhava na instalação do andaime quando sofreu o acidente. Estado de saúde dele é regular.
    Um operário caiu do andaime instalado em uma obra na laje do Royal Shopping, região central de Londrina, durante a tarde deste domingo (12). O trabalhador sofreu uma queda de aproximadamente quatro metros.

   Edson Pedro Robusti, 28 anos, foi socorrido com vida pelos homens do Siate. Ele foi imobilizado e encaminhado à Santa Casa. O rapaz apresentava um corte extenso no crânio e fratura exposta no braço, no entanto, não apresentava confusão ou perda de memória.

   A vítima já passou por cirurgia na Santa Casa e seu estado de saúde é regular.

Fonte: tstparana.ning.com

 O SINDIMETAL/PR, em razão da parceria que mantem com o SESI/PR, informa a realização do:

CURSO DE CIPA - GRATUITO


VAGAS LIMITADAS

Objetivo:
A CIPA tem como objetivo a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho de modo a tornar compatível, permanentemente, o trabalho com a preservação da vida e a promoção da saúde do trabalhador.

É obrigação de quem constituir a CIPA:
Empresas privadas, públicas, sociedades de economia mista, órgãos da administração direta e indireta, instituições beneficentes, bem como outras instituições que admitam trabalhadores como empregados, que estejam contempladas na NR-05, de acordo seu grupo de atividades e número de trabalhadores. As empresas que têm menos de 20 trabalhadores são desobrigadas a constituir CIPA. Entretanto, deverão indicar um designado que deverá fazer o curso de 20 horas, como determina a legislação de Segurança Medicina do Trabalho (NR-05).

Público alvo:
Empregados da INDÚSTRIA eleitos pelos trabalhadores, bem como os indicados pelo empregador, tanto titulares, quanto suplentes, conforme dimensionamento da CIPA previsto no quadro I da NR-05.

Carga horária do curso de CIPA:
O curso de CIPA tem uma carga horária de 20 horas, conforme determina a legislação específica.

Instrutor:

WELLINGTON SIMAS

Formado em Pedagogia e Supervisão Educacional; pós-graduado em Gestão Ambiental e Sustentabilidade; Técnico de Segurança do Trabalho há 23 anos com experiência nas empresas: Mueller Irmãos, Refinadora de Óleos do Brasil, Robert Bosch, Trombini Papel e Embalagens, Spaipa S/A – Coca Cola, New Holland, SENAI, SESI e FARESC – Faculdade Santa Cruz; realização de implantação, treinamentos e auditorias do Sistema de Gestão da Qualidade; palestras e cursos de interpretação de leis e normas do Ministério do Trabalho e Previdência Social, cursos de CIPA, brigada de emergência, primeiros socorros, PPRA e dinâmicas de grupo.

Data:
De 04 a 08 de outubro de 2010 (segunda a sexta-feira).

Horário:
Das 08h00 às 12h00.

Local:
SINDIMETAL/PR – Rua Angelo Greca, nº 70, Bairro Atuba, em Curitiba - PR (mapa abaixo). 

Investimento:
100% GRATUITO PARA AS INDÚSTRIAS
(SUBSIDIADO PELO SESI DN BRASÍLIA)
Incluso: Coffee-Break e certificado.

Condições:
Para ter direito ao subsídio a empresa deve ser do setor industrial e informar os seguintes dados:
 Dados da Empresa: (CNPJ, razão social, nome fantasia, unidade, endereço, complemento, município, bairro, CEP, telefone, fax, e-mail, site na internet, CNAE). 
Dados dos Participantes Confirmados: (NIT, nome do trabalhador, data de nascimento, sexo, telefone, endereço, município, bairro, CEP, data de admissão, data de início na última função, CBO, RG, CPF, nome da mãe, e-mail). 

Certificados: Serão fornecidos certificados ao final do curso e somente aos alunos que tenham completado a carga horária integral.

Inscrições: Serão realizadas até o dia 29 de setembro de 2010.

Dúvidas e Informações:
Pelo telefone (41) 3218-3921, ou e-mail atendimentosesi@sindimetal.com.br , com Geísa Rosa.

 Mapa Nova Sede SINDIMETAL/PR
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Perguntas ou comentários?
Envie um email para sindimetal@sindimetal.com.br, ou ligue (41) 3218-3935.
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