O trabalhador que lida com o mercúrio metálico é o mais exposto aos vapores invisíveis despreendidos pelo produto. Eles são aspirados sem que a pessoa perceba e entra no organismo através do sangue, instalando-se nos órgãos.

Mercurio - Forma Mineral Mércuriodoe - Forma Mineral

Nome: Mercúrio
Símbolo: Hg
Nome Latino:hydrargirium
Cor: prateado
Número Atômico: 80
Massa Atômica: 200,59
Densidade:13,6 g/ml
Temperatura de Fusão/Ebulição: 
-38,87 ºC / +356,58ºC
Estado Físico Natural 
líquido a temperatura ambiente
Uso Industrial:
termômetros, barômetros, lâmpadas, medicamentos, espelhos, detonadores, corantes, entre outros.
Produção mundial: 3 400 toneladas/ano
Doença causada por contaminação: Mercuralismo/Hidrargirismo
  Patologia decorrente da intoxicação por vapores de mercúrio constitui uma síndrome grave denominada por muito tempo como Eretismo. As alterações desenvolvidas em função do mercuralismo ocorrem por dois motivos, primeiro porque o mercúrio deposita-se no Sistema Nervoso Central provocando danos toxicológicos e segundo porque promove alterações imunológicas e auto-imunes
   A relação entre ação tóxica e carga de mercúrio acumulado no corpo ainda não está bem descrita. Porém, através de análises verificou-se que o mercúrio metálico é capaz de inibir enzimas, altera membranas intracelulares e a síntese protéica, diminui o transporte dos aminoácidos e sua incorporação no tecido nervoso, facilita a presença de radicais livres antioxidantes e permite lesões em vasos. Contudo a que se considerar as diferenças de suscetibilidades individuais.
   A intoxicação crônica (exposição ao mercúrio por baixas concentrações e longos períodos de tempo) apresenta vários sintomas que são ignorados e atribuídos a outras causa, destaca-se: a diminuição da produtividade; aumento da fadiga; irritabilidade nervosa; perda da memória e autoconfiança; fragilidade muscular; excitabilidade; timidez excessiva; ressentimentos impróprios às críticas; indecisão; ansiedade; cefaléia; alterações da personalidade e do caráter; perda da capacidade de concentração; dificuldades na pronúncia; leve gaguejo; caligrafia trêmula, irregular e ilegível; marcha instável; insensibilidade e dor nas extremidades; diminuição do campo visual; gengivite; estomatite e gosto metálico.
    As manifestações oriundas da exposição prolongada aos vapores de mercúrio, mercuralismo inorgânico crônico ocupacional, vêm sendo descrita como “síndrome do eretismo”, tem por características: irritabilidade, ansiedade, alteração da sociabilidade, timidez, falta de interesse, baixa auto-estima, depressão, delírio, alucinações, cansaço, desânimo e perda da memória.

Minemata-Japão - Um Caso Clássico - Relato de Casos de Intoxicação

   Um caso clássico de intoxicação por mercúrio ocorreu em 1953 na cidade de Minamata, no Japão, quando 79 pessoas morreram em conseqüência da intoxicação por mercúrio. Minamata é uma região de pesca e a maioria dos doentes vivia dessa atividade, consumindo peixes regularmente. Com o passar do tempo começaram a sentir sintomas como perda de visão, descoordenação motora e muscular. Mais tarde descobriu-se que as deficiências eram causadas pela destruição dos tecidos do cérebro, em razão da contaminação por mercúrio. Até então não se sabia de que maneira a contaminação havia ocorrido.

   Esse mistério só veio a ter solução três anos mais tarde, quando as autoridades japonesas descobriram que uma indústria local utilizava um composto de mercúrio, que ao atingir a baia de Minamata, incroporava-se a cadeia alimentar dos peixes. Os compostos orgânicos presentes na carne dos peixes, causava doenças às pessoas que a consumiam.

Sintomas da Intoxicações por Mercúrio

   As intoxicações por mercúrio variam seus sinais e sintomas de acordo com o nível de intoxicação, aguda, subaguda e crônica.

 Intoxicação aguda
  1. aspecto cinza escuro na boca e faringe
  2. dor intensa
  3. vômitos (podem ser até sanguinolentos)
  4. sangramento nas gengivas
  5. sabor metálico na boca
  6. ardência no aparelho digestivo
  7. diarréia grave ou sanguinolenta
  8. inflamação na boca (estomatite)
  9. queda dos dentes e ou dentes frouxos
  10. glossite
  11. tumefação da mucosa da gengiva
  12. nefrose nos rins
  13. problemas hepáticos graves
  14. pode causar até morte rápida (1 ou 2 dias)
 Intoxicação Crônica
  1. transtornos digestivos
  2. transtornos nervosos
  3. caquexia
  4. estomatite
  5. salivação
  6. mau hálito
  7. inapetência
  8. anemia
  9. hipertensão
  10. afrouxamento dos dentes
  11. problemas no sistema nervoso central
  12. transtornos renais leves
  13. possibilidade de alteração cromossômica
Tratamento do Mercuralismo
 Tratamento Para Intoxicação Aguda

    Deve-se remover o tóxico com lavagem gástrica, usando-se água albuminosa ou leite de magnésia. Dar laxante e eméticos. Pode-se usar água morna com vomitivos ( não para o caso de cloreto de mercúrio (HgCl2) por ser cáustico.

   Como antídoto pode ser usado o dimercapol, também conhecido como BAL (british anti-lewisite) de 3 a 4 mg/kg de 4 em 4 horas nos dois primeiros dias e de 12 em 12 horas até o décimo dia. Há quem recomende como antídoto específico a rongarita (formaldeido sulfoxilato de sódio) usada para lavagem a 5%. Deve-se ainda fazer tratamento sintomático. Em caso de não haver BAL disponível deve-se administrar 10 litros diários de solução isotônica de cloreto de sódio a fim de proteger os rins.

Tratamento Para Intoxicação Crônica

      Em caso de intoxicação crônica devem-se tomar as seguintes providências: 1. afastar o paciente do local ou fonte de intoxicação 
2. manter nutrição por via endovenosa ou oral 
3. tratar a oligúria (diminuição do volume de urina) 
4. fazer terapia de sustentação e substâncias queladoras (BAL)

Controle de Expoxição e Prevenção de Intoxicação

Controle ambiental com medições periódicas dos locais fechados: 

• Ventilação adequada.
• Usar o mercúrio em sistemas fechados.
• Uso dos EPI's: roupas, luvas, etc.
   A AHA (American Heart Association) disponibilizou uma versão em português dos principais destaques das novas diretrizes de RCP (Ressuscitação Cardiopulmonar). Elaboradas a partir de consenso do ILCOR (Aliança Internacional dos Comitês de Ressuscitação), as orientações serão publicadas no Brasil em novembro pela Sociedade Brasileira de Cardiologia.

   O documento apresenta as principais alterações nas condutas de suporte básico e avançado de vida (BLS e ACLS), ressuscitação pediátrica (PALS) e neonatal, além de aspectos sobre desfibrilação, AVC (Acidente Vascular Cerebral), síndrome coronariana aguda, primeiros socorros, questões éticas, treinamento e formação de times de ressuscitação.


   O texto com os destaques das diretrizes (em português e no formato PDF) está disponível no site da AHA: Novas Diretrizes


Fonte: Revista Emergência


   Celebra-se hoje, em todo o Mundo, o Dia Internacional da Prevenção e Segurança no Trabalho, o que constitui uma oportunidade para o debate, a análise e a reflexão sobre a sinistralidade laboral, esse flagelo que afeta e prejudica o mundo do Trabalho, a exigir um combate sem tréguas e o rigoroso cumprimento das mais elementares regras de Segurança.

   Os custos humanos, sociais e económicos que decorrem da sinistralidade laboral, justificam o reforço das medidas preventivas adequadas, e da adopção de uma verdadeira cultura de Segurança, como atitude normal e assumida, a iniciar-se na concepção de qualquer simples projecto de trabalho.

   A Cultura de segurança é assim uma tarefa permanente de toda uma sociedade, no dever de assumir natural de um conjunto de princípios e atitudes, que tem na Prevenção um fator determinante.


Historial:


   O dia 28 de abril é o dia Mundial em Memória dos Trabalhadores vítimas de acidentes de trabalho e de doenças profissionais. No dia 28 de abril de 1969, ocorreu uma explosão na mina de Farmington - Virginia - Estados Unidos, onde morreram 78 mineiros. A partir daí esse dia passou a ser comemorado como o dia em Memória das Vítimas das más condições de trabalho.



   A OIT vai celebrar o Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho em 2011 com o tema "Sistema de gestão da Segurança e Saúde no Trabalho:um instrumento para a melhoria contínua".  O Programa SafeWork de Segurança e Saúde no Trabalho e Meio Ambiente da Organização Internacional do Trabalho (OIT) preparou um informe para servir de base para abordar o tema. Em 2011, os debates concentram-se sobre a aplicação de um Sistema de Gestão da Saúde e da Segurança (SGSST) para a gestão eficaz dos perigos e riscos no local de trabalho.
   O SGSST é um método preventivo para aplicar as medidas de segurança e saúde, que consta de quatro passos e incorpora o principio de melhoria contínua. Seus principios se baseiam no ciclo Planejar, Fazer, Verificar, Atuar.
   As Diretrizes da OIT relativas aos sistemas de gestão da segurança e saúde no trabalho (ILO-OSH 2001) converteram-se em modelo amplamente utilizado para a elaboração e aplicação das normas nacionais neste âmbito. A OIT, com sua estrutura tripartite e sua função normativa, é o órgão mais adequado para desenvolver diretrizes internacionais de SGSST.
Para acessar as atividades nas unidades da Fundacentro clique AQUI.

Fonte: Fundacentro

   Depressão é uma doença que se caracteriza por afetar o estado de humor da pessoa, deixando-a com um predomínio anormal de tristeza. Todas as pessoas, homens e mulheres, de qualquer faixa etária, podem ser atingidas, porém mulheres são duas vezes mais afetadas que os homens. Em crianças e idosos a doença tem características particulares, sendo a sua ocorrência em ambos os grupos também freqüente.

COMO SE DESENVOLVE A DEPRESSÃO?

   Na depressão como doença (transtorno depressivo), nem sempre é possível haver clareza sobre quais acontecimentos da vida levaram a pessoa a ficar deprimida, diferentemente das reações depressivas normais e das reações de ajustamento depressivo, nas quais é possível localizar o evento desencadeador.

   As causas de depressão são múltiplas, de maneira que somadas podem iniciar a doença. Deve-se a questões constitucionais da pessoa, com fatores genéticos e neuroquímicos (neurotransmissores cerebrais) somados a fatores ambientais, sociais e psicológicos, como: 
  • Estresse
  • Estilo de vida
  • Acontecimentos vitais, tais como crises e separações conjugais, morte na família, climatério, crise da meia-idade, entre outros.
CAUSAS DA DEPRESSÃO

   Não há uma causa única para depressão. Ao invés disso, a depressão é resultado de várias causas com combinação de fatores genéticos, bioquímicos, ambientais e psicológicos.

   Pesquisas indicam que doenças depressivas são transtornos cerebrais. Tecnologias de imagem do cérebro, como ressonância magnética, têm mostrado que o cérebro da pessoa com depressão parece diferente. As partes do cérebro responsáveis por regular o humor, pensamento, apetite e comportamento parecem funcionar anormalmente. Adicionalmente, importantes neurotransmissores (químicos que as células cerebrais usam para se comunicar) parecem desequilibrados. Porém, as imagens não revelam as causas da depressão.

   Alguns tipos de depressão tendem a ocorrer em membros da mesma família, sugerindo relação genética. Porém, depressão também pode ocorrer em pessoas sem histórico familiar de transtornos depressivos. Pesquisas genéticas indicam que o risco de depressão resulta de influência de múltiplos genes agindo em conjunto com o ambiente ou outros fatores.

   Adicionalmente, trauma, perda de pessoa querida, dificuldade de relacionamento, ou situação estressante podem engatilhar episódio de depressão. Episódios subseqüentes de depressão podem ocorrer com ou sem o gatilho.

QUAIS OS SINTOMAS?
  • Sensação de vazio
  • Tristeza, angústia
  • Ansiedade, agitação
  • Indisposição
  • Distúrbios do sono
  • Problemas de apetite
  • Choro freqüente
  • Perda de interesse e prazer nas atividades diárias
  • Irritação
  • Pensamentos de morte ou suicídio
  • Sensação de culpa, inferioridade, incapacidade
  • Redução da capacidade de concentração

COMO SE DIAGNOSTICA A DEPRESSÃO?

   Na depressão a intensidade do sofrimento é intensa, durando a maior parte do dia por pelo menos duas semanas, nem sempre sendo possível saber porque a pessoa está assim. O mais importante é saber como a pessoa sente-se, como ela continua organizando a sua vida (trabalho, cuidados domésticos, cuidados pessoais com higiene, alimentação, vestuário) e como ela está se relacionando com outras pessoas, a fim de se diagnosticar a doença e se iniciar um tratamento médico eficaz.

O QUE SENTE A PESSOA DEPRIMIDA?

   Freqüentemente o indivíduo deprimido sente-se triste e desesperançado, desanimado, abatido ou " na fossa ", com " baixo-astral ". Muitas pessoas com depressão, contudo, negam a existência de tais sentimentos, que podem aparecer de outras maneiras, como por um sentimento de raiva persistente, ataques de ira ou tentativas constantes de culpar os outros, ou mesmo ainda com inúmeras dores pelo corpo, sem outras causas médicas que as justifiquem. Pode ocorrer também uma perda de interesse por atividades que antes eram capazes de dar prazer à pessoa, como atividades recreativas, passatempos, encontros sociais e prática de esportes. Tais eventos deixam de ser agradáveis. Geralmente o sono e a alimentação estão também alterados, podendo haver diminuição do apetite, ou mesmo o oposto, seu aumento, havendo perda ou ganho de peso. Em relação ao sono pode ocorrer insônia, com a pessoa tendo dificuldade para começar a dormir, ou acordando no meio da noite ou mesmo mais cedo que o seu habitual, não conseguindo voltar a dormir. São comuns ainda a sensação de diminuição de energia, cansaço e fadiga, injustificáveis por algum outro problema físico.

COMO É O PENSAMENTO DA PESSOA DEPRIMIDA?

   Pensamentos que freqüentemente ocorrem com as pessoas deprimidas são os de se sentirem sem valor, culpando-se em demasia, sentindo-se fracassadas até por acontecimentos do passado. Muitas vezes questões comuns do dia-a-dia deixam os indivíduos com tais pensamentos. Muitas pessoas podem ter ainda dificuldade em pensar, sentindo-se com falhas para concentrar-se ou para tomar decisões antes corriqueiras, sentindo-se incapazes de tomá-las ou exagerando os efeitos "catastróficos" de suas possíveis decisões erradas.

Pensamentos de morte ou tentativas de suicídio

  Freqüentemente a pessoa pode pensar muito em morte, em outras pessoas que já morreram, ou na sua própria morte. Muitas vezes há um desejo suicida, às vezes com tentativas de se matar, achando ser esta a " única saída " ou para " se livrar " do sofrimento, sentimentos estes provocados pela própria depressão, que fazem a pessoa culpar-se, sentir-se inútil ou um peso para os outros. Esse aspecto faz com que a depressão seja uma das principais causas de suicídio, principalmente em pessoas deprimidas que vivem solitariamente. É bom lembrar que a própria tendência a isolar-se é uma conseqüência da depressão, a qual gera um ciclo vicioso depressivo que resulta na perda da esperança em melhorar naquelas pessoas que não iniciam um tratamento médico adequado.

Sentimentos que afetam a vida diária e os relacionamentos pessoais

  Freqüentemente a depressão pode afetar o dia-a-dia da pessoa. Muitas vezes é difícil iniciar o dia, pelo desânimo e pela tristeza ao acordar. Assim, cuidar das tarefas habituais pode tornar-se um peso: trabalhar, dedicar-se a uma outra pessoa, cuidar de filhos, entre outros afazeres podem tornar-se apenas obrigações penosas, ou mesmo impraticáveis, dependendo da gravidade dos sintomas. Dessa forma, o relacionamento com outras pessoas pode tornar-se prejudicado: dificuldades conjugais podem acentuar-se, inclusive com a diminuição do desejo sexual; desinteresse por amizades e por convívio social podem fazer o indivíduo tender a se isolar, até mesmo dificultando a busca de ajuda médica.

COMO SE TRATA A DEPRESSÃO?

  A depressão é uma doença reversível, ou seja, há cura completa se tratada adequadamente. O tratamento médico sempre se faz necessário, sendo o tipo de tratamento relacionado ao perfil de cada paciente. Pode haver depressões leves, com poucos aspectos dos problemas mostrados anteriormente e com pouco prejuízo sobre as atividades da vida diária. Nesses casos, o acompanhamento médico é fundamental, mas o tratamento pode ser apenas psicoterápico.

   Pode haver também casos de depressões bem mais graves, com maior prejuízo sobre o dia-a-dia do indivíduo, podendo ocorrer também sintomas psicóticos (como delírios e alucinações) e ideação ou tentativas de suicídio. Nessa situação, o tratamento medicamentoso se faz obrigatório, além do acompanhamento psicoterápico.

  Os medicamentos utilizados são os antidepressivos, medicações que não causam “dependência”, são bem toleradas e seguras se prescritas e acompanhadas pelo médico. Em alguns casos faz-se necessário associar outras medicações, que podem variar de acordo com os sintomas apresentados (ansiolíticos, antipsicóticos).


DICAS PARA PREVENÇÃO DE DEPRESSÃO

1- Faça exercício físico diário ( do tipo aeróbico, que aumenta a freqüência cardio-respiratória ), ideal ao acordar. TEMPO: uma hora. ( natação, caminhada ou ciclismo ). O exercício físico, quando feito diariamente, aumenta a produção de betaendorfinas e encefalinas, opiáceos naturais que dão a sensação de bem estar e disposição. 
2- Sono ideal - horário máximo para dormir : 22 horas. A parte mais nobre do sono acontece entre as 23h e 3h da manhã. Máximo para acordar: 6 horas da manhã. Após este horário aumenta o sono REM, que é o sono de sonhar, desvitalizador e depressivo. Não dormir durante o dia, pois este sono ao invés de descansar cansa. 
3- Evitar atividades excitantes ( esportes, TV, telefonemas, discussões ) uma hora antes de dormir, dando preferência a atividades relaxantes ( música, relaxamento, etc. )... 
4- Exposição à luz solar do início da manhã ou final da tarde, que promove aumento de melatonina, substância do ciclo sono/vigília e do humor humano. 
5- Banho de morno a frio pela manhã, promovendo melhoria no despertar pelo choque térmico, ou banho quente a noite que provoca vasodilatação, ajudando a relaxar e facilitando a conciliação do sono. 
6- Ter maior disponibilidade de tempo para relacionamentos familiares e sociais. 
7-Busca de atividades profissionais, esportivas, encontros e reuniões que constituem momentos de prazer, que é o combustível da vida. Buscar ambientes abertos ( praças, paisagens onde existam mata, montanha , rio, mar , lagoa, etc. ). Ambientes fechados e atividades em apartamentos ( TV, computador, videogames, sons altos, etc. ) são estressantes e viciam. 
8- Investir em lazer nos finais de semana, férias, etc. saindo da rotina casa , trabalho como meio de resgatar a tranqüilidade. Lazer é fundamental e se faz com criatividade, buscando novidades. 
9- Evitar muita exposição à ambientação artificial ( ar condicionado, carpetes, vidro fumê, luz de uma artificial, etc. ), pois comprovou-se que este tipo de ambiente provoca desgastes físico e psicológico, irritação, problemas alérgicos, infeções das vias aéreas, dor de cabeça, Estresse e até depressão. 
10- Investir em hobbies ( tipo costura, pintura, jardinagem, pescaria, etc.) desviando o pensamento de preocupações rotineiras, melhorando o relaxamento. 
11- Após as 18h, evitar alimentos pesados, jantar,carnes vermelha, frituras, etc. que prejudicam o aprofundamento e as fases do sono, causam pesadelos, fazendo com que o sono seja insatisfatório. 
12- Uso de vitaminas C ( 2g/dia - Cebion, Redoxon, suco de laranja ou acerola ) e vitmina E (400 mg/dia - ex. Ephynal ou vitaminas E400 importantes ) diariamente após exercício físico. 
13- Evitar produtos do tipo guaraná em pó, giseng, catuaba, que são excitantes e interferem na qualidade do sono. Apesar de aumentarem a vitalidade, desencadeiam quadros ansiosos e depressivos. 
14- Não usar anfetaminas (remédios para emagrecer ) que dão irritabilidade, insônia, agressividade e depressão. Mesmo a espirulina, usada em fórmulas homeopáticas, é depressora para algumas pessoas. 
15- Não usar bebida alcoólica, principalmente no início do tratamento com antidepressivo! Após esta fase, caso use, no máximo uma vez por semana, e de preferência fermentados (cerveja, vinho, champagne ). 
16- Não fumar. Além de prejuízos pulmonares e cardiovasculares, a nicotina esta ligada a modificações no humor, tais como ansiedade e depressão. 
17- Uso freqüente de folhas verdes, como couve, alface e outras, pois elas contêm Tryptofano, substância fundamental para a produção de neurotransmissor cerebral, a seretonina que regula o humor, pensamento e ação. 
18- Beber no mínimo 2 litros de água por dia, evitando a desidratação celular que provoca estresse em nível cerebral.

Download: FNE_flash2.flv 106,05 MB

Fonte: fne.org.br - Federação Nacional dos Engenheiros

   A apresentação inclui, em cerca de 20 minutos, entrevistas com graduandos, profissionais bem colocados no mercado e professores experientes falando sobre as atribuições em cada modalidade, o ensino e perspectivas futuras.

   O Gás Liqüefeito de Petróleo (GLP), que é mais conhecido como gás de cozinha, é muito utilizado nas ações diárias de aquecimento de alimentos e atividades domésticas. Com a finalidade de obter o maior aproveitamento desta fonte de energia sem risco para as pessoas, os animais e o patrimônio, o Corpo de Bombeiros Militar orienta sobre como se prevenir e agir em situações adversas.


   Os cuidados devem começar na instalação do botijão. Há a necessidade de identificar os principais componentes do botijão e os objetivos de cada um: as abraçadeiras são utilizadas para fixar a mangueira que deve ser fixada ao regulador de pressão  e ao botijão.



Recomendações


  • A mangueira deverá ser fixada sempre com abraçadeiras para melhor segurança;
  • O tipo de mangueira é a certificada pelo Inmetro com a gravação NBR 8613, em PVC transparente com tarja amarela e prazo de validade;
  • O regulador de pressão também deve respeitar a norma NBR 8473 e possuir certificado do Inmetro;
  • O botijão também é construído respeitando a norma da ABNT 8460, e possui massa de 13 Kg;
  • Preferencialmente o botijão deve ficar do lado de fora da residência, protegido do tempo. Caso não seja possível, deverá ficar em local ventilado;
  • Compartimentos fechados e de pouca circulação de ar ou próximo a ralos devem ser evitados, pois o gás é mais pesado que o ar e poderá se concentrar ou adentrar por esses locais, aumentando o risco de explosão por queima acelerada do gás;
  • Ao adquirir o botijão verifique visualmente as condições de conservação, se possui alguma área enferrujada ou amassada. Confira também o selo de garantia do produto (lacre) observando se está violado ou não. Caso perceba qualquer irregularidade exija a troca imediata da botija;


Ao trocar o botijão observe os seguintes cuidados:



a) Verifique se todos os botões dos queimadores estão fechados antes de trocar o botijão;
b) Feche o registro regulador de pressão;
c) Não acenda ou permita que acendam chama ou acionem qualquer fonte de calor durante a operação de troca;
d) Retire o lacre do botijão e coloque o regulador de pressão ajustando-o sem o uso de ferramentas, para não danificar ou instalar inadequadamente o regulador.

  • Caso perceba qualquer indício de vazamento, confira com espuma de sabão. Não utilize fogo para essa atividade. Abra portas e janelas e não ligue tomadas, eletrodomésticos ou produza qualquer fonte de calor. Se o botijão estiver vazando e você não puder conter, leve-o para um local arejado para que o gás se disperse no ambiente;
  • O botijão foi projetado e construído para evitar a explosão. Se todos os dispositivos de segurança do botijão estiverem funcionando, dificilmente isso acontecerá. Mas é preciso sempre ter o cuidado de não aquecer o botijão ou deixá-lo próximo a fontes de calor;
Se ainda existirem dúvidas sobre a botija ligue para o Corpo de Bombeiros Militar, através 
do telefone 193.

Fonte: cb.es.gov.br - Corpo de Bombeiro




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Fonte: tstsergiobigi.blogspot.com, abração caro Sérgio companheiro Prevencionista.

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   Brasília – Representantes dos 71 países que desenvolvem programas de energia nuclear concluíram no dia 14/04, que os acidentes radioativos na Usina Nuclear de Fukushima Daiichi (no Nordeste do Japção) devem servir de lição para o restante do mundo. A conclusão é da Convenção de Segurança Nuclear, em Viena, na Áustria.
   A convenção ocorre a cada três anos e não tem poder de impor aos membros normas de segurança. “As partes se comprometem a tirar conclusões e a agir a partir das lições do acidente de Fukushima”, diz o documento, assinado pelos representantes dos 71 países e pela Comunidade Europeia da Energia Atômica.
   A Usina de Fukushima registrou explosões e vazamentos radioativos em decorrências de falhas causadas no sistema provocadas pelo terremoto seguido por um tsunami do dia 11 de março. A água, o ar e até plantas e animais da região foram contaminados por radiação. Os acidentes geraram um debate sobre a segurança da energia nuclear e a necessidade de adotar regras mais rigorosas para os países que têm programas na área.
   No último dia 4, o diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica (Aiea), Yukiya Amano, advertiu que, após a catástrofe de Fukushima, a indústria nuclear não pode continuar “como se nada tivesse acontecido”.

Fonte: Agência Lusa e retirado da Agência Brasil.

O artigo 402 ao 441 da CLT trata do Trabalho do Menor, estabelecendo as normas a serem seguidas por ambos os sexos no desempenho do trabalho.

C.L.T.:
Art. 404 - Ao menor de 18 (dezoito) anos é vedado o trabalho noturno, considerado este o que for executado no período compreendido entre as 22 (vinte e duas) e as 5 (cinco) horas.

A nossa Constituição Federal, em seu artigo 7º, inciso XXXIII considera menor o trabalhador de 16 (dezesseis) a 18 (dezoito) anos de idade.

Segundo a legislação trabalhista brasileira, é proibido o trabalho do menor de 18 anos em condições perigosas ou insalubres. Os trabalhos técnicos ou administrativos serão permitidos, desde que realizados fora das áreas de risco à saúde e à segurança.

Ao menor de 16 anos de idade é vedado qualquer trabalho, salvo na condição de aprendiz a partir de 14 anos.

A partir dos 14 anos, é admissível o Contrato de Aprendizagem - este deve ser feito por escrito e por prazo determinado conforme artigo 428 da CLT (na redação dada pela Lei 11.180/2005).

Ao menor é devido no mínimo o salário mínimo federal, inclusive ao menor aprendiz é garantido o salário mínimo hora, uma vez que sua jornada de trabalho será de no máximo 6 horas diárias, ficando vedado prorrogação e compensação de jornada, podendo chegar ao limite de 8 horas diárias desde que o aprendiz tenha completado o ensino fundamental, e se nelas forem computadas as horas destinadas à aprendizagem teórica.


Outra função que pode ser exercida por menores é o Estágio - Lei 6.494/77. Alunos que estiverem freqüentando cursos de nível superior, profissionalizante de 2º grau, ou escolas de educação especial podem ser contratados como estagiários. O estágio não cria vínculo empregatício de qualquer natureza e o estagiário poderá receber bolsa, ou outra forma de contraprestação que venha a ser acordada, devendo o estudante, em qualquer hipótese, estar segurado contra acidentes pessoais.


O atleta não profissional em formação, maior de quatorze anos de idade, poderá receber auxílio financeiro da entidade de prática desportiva formadora, sob a forma de bolsa de aprendizagem livremente pactuada mediante contrato formal, sem que seja gerado vínculo empregatício entre as partes.

O artigo 427 da CLT determina que todo empregador que empregar menor será obrigado a conceder-lhe o tempo que for necessário para a freqüência às aulas.

A prestação de serviço extraordinário pelo empregado menor somente é permitida em caso excepcional, por motivo de força maior e desde que o trabalho do menor seja imprescindível ao funcionamento do estabelecimento.

O empregado estudante, menor de 18 (dezoito) anos, terá direito a fazer coincidir suas férias com as férias escolares.

É proibido ao empregador fracionar o período de férias dos empregados menores de 18 (dezoito) anos.

   A gastrite é uma doença inflamatória que acomete a mucosa gástrica, esta se desenvolve como uma resposta normal do organismo quando existe algum tipo de agressão a sua integridade.
   Esta agressão pode se dar através de um processo agudo ou crônico, cujos agentes causais, sintomas e tratamentos podem também variar, assim podemos classificar diversos tipos de gastrites.
COMO SE DESENVOLVE?

Gastrite aguda

Gastrites agudas permitem uma abordagem mais simplificada, por serem de aparecimento súbito, evolução rápida e facilmente associadas a um agente causador.

Medicamentos, infecções e estresse físico ou psíquico podem levar à uma gastrite aguda.

Ácido acetil-salicílico (aspirina, AAS), antiinflamatórios não esteróides, corticóides, bebidas alcoólicas e a ingestão acidental ou suicida de certas substâncias corrosivas são exemplos de agentes agressores.
Alimentos contaminados por germes, como bactérias, vírus, ou por suas toxinas são causa freqüente de inflamação aguda do estômago, como parte de uma infecção, genericamente conhecida como gastroenterite aguda.
Situação bastante conhecida é a hemorragia digestiva superior aguda, com vômitos e evacuações com sangue.
A hemorragia digestiva pode ocorrer como complicação de situações graves como o estresse pela longa permanência dos doentes em UTI (Unidade de Tratamento Intensivo), em períodos pós-operatórios, em pacientes com queimaduras em extensas áreas do corpo, em politraumatizados ou em pacientes com infecção generalizada (chamada de septicemia).

Gastrite crônica

Em relação à gastrite crônica, também, existe muita confusão, principalmente no que se refere aos sintomas e à relação com os agentes causadores.

Sabe-se que a bactéria Helicobacter pylori pode determinar uma gastrite crônica.
Na gastrite crônica atrófica, situação em que diminuem muito as células da mucosa do estômago, existe considerável redução na produção do ácido gástrico, que é importante para a "esterilização" do que ingerimos e para a digestão dos alimentos.
Por vezes, a bile que o fígado descarrega na porção inicial do intestino delgado (chamado de duodeno), reflui para o estômago, causando inflamação crônica.

Estes fatores, atuando isoladamente ou em conjunto, podem determinar gastrite crônica.

Sintomas
Especialmente em casos crônicos a gastrite pode se apresentar de forma absolutamente assintomática. Porém, na fase aguda, os sintomas são mais evidentes, tais como:
• Dor ou desconforto na região superior do abdômen, podendo esta se caracterizar como queimação ou parecer, principalmente, logo após o consumo de alimentos;
• Náuseas e emêses (vômitos), este costumar estar associados ao desconforto;
• Sensação de saciedade precoce, ou seja, logo após a alimentação, podendo levar a perda ou diminuição de apetite;
• Em caso de gastrites com úlceras hemorrágicas, pode ocorrer eliminação de sangue digerido, tantos nas fezes (caracterizada por fezes escuras) ou mesmo nos vômitos;
Existem dois tipos de gastrites, as agudas ou crônicas, cujos agentes causais, sintomas e tratamentos variam.

Causas

A gastrite pode ser causada por diversos fatores diferentes.

• Helicobacter pylori: essa bactéria tem a capacidade de viver dentro da camada de muco protetor do estômago. A prevalência da infecção por esse microorganismo é extremamente alta, sendo adquirida comumente na infância e permanecendo para o resto da vida a não ser que o indivíduo seja tratado. A transmissão pode ocorrer por duas vias: oral-oral ou fecal-oral. A gastrite não é causada pela bactéria em si, mas pelas substâncias que ela produz e que agridem a mucosa gástrica, podendo levar a gastrite, úlcera péptica e, a longo prazo, ao câncer de estômago.

• Aspirina: o uso de aspirina e de outros antiinflamatórios não-esteróides podem causar gastrite porque levam à redução da proteção gástrica. Importante ressaltar que esses medicamentos só levam a esses problemas quando usados regularmente por um longo período. O uso de corticóide por longo período também pode levar a gastrite.

• Álcool: pode levar à inflamação e dano gástrico quando consumido em grandes quantidades e por longos períodos.

• Gastrite auto-imune: em situações normais, o nosso organismo produz anticorpos para combater fatores agressores externos. Em algumas situações, entretanto, pode haver produção de anticorpos contra as próprias células do organismo, levando a vários tipos de doenças (por exemplo, lúpus eritematoso sistêmico, artrite reumatóide, diabetes mellitus tipo 1). Na gastrite auto-imune, os anticorpos levam à destruição de células da parede do estômago, reduzindo a produção de várias substâncias importantes. O câncer de estômago também pode ocorrer a longo prazo.

• Outras infecções: a gastrite infecciosa pode ser causada por outras bactérias que não o H. pylori, como por exemplo a bactéria da tuberculose e a da sífilis; pode também ser causada por vírus, fungos e outros parasitas.

• Formas incomuns: são causas mais raras. Temos as gastrites linfocítica e eosinofílica; a gastrite granulomatosa isolada; e a gastrite associada a outras doenças como a sarcoidose e a doença de Crohn.

• A gastrite aguda também pode ocorrer em pacientes internados por longo período em unidades de tratamento intensivo, em pacientes politraumatizados e em grandes queimados.


Tratamento
   A base do tratamento se relaciona ao agente causal.
   Comumente, em casos de gastrite aguda há uma associação ao uso de medicações antiinflamatórias, no qual sua suspensão e/ou substituição, com uso concomitante de medicamentos que neutralizem, inibam ou reduzam a secreção gástrica se faz um tratamento de base.

    O uso da endoscopia, geralmente empregado em casos de gastrites agudas com histórico de sangramento, além de seu papel no diagnostico, possibilita a aplicação local de medicamentos.
  Em casos de gastrite com úlceras (casos crônicos, geralmente) há indicação da erradicação da bactéria Helicobacter pylori, através do emprego de antibióticos e de bloqueadores da produção de ácido gástrico.
   Porém, em casos de gastrite sem ulceras, a erradicação desta não há um consenso se se faz vantajoso ou não, visto que nestes pacientes não é observada uma melhora significativa dos sintomas digestivos.
Algumas Orientações
• Ingerir alimentos várias vezes ao dia em pequenas porções, evitando jejum maior que 3 horas seguidas;
• Mastigar bem os alimentos facilitando o esvaziamento gástrico e a digestão destes;
• Evitar o uso de medicamentos irritáveis, como aspirina, que podem alterar o ambiente gástrico;
• Evitar os famosos “fast-foods”, porém sem restrições alimentares, porém sempre que possível reduzir ou evitar o consumo edemaciado de frituras, alimentos gordurosos, comidas condimentadas, preferindo alimentos leves e saudáveis, esses de mais fácil digestão.
• Evitar o abuso no consumo de bebidas alcoólicas, ou fazer o uso com moderação;
• Evitar o hábito de fumar;
• O consumo de café, chá preto e outras bebidas que contém cafeína é controvérsio, logo para pessoas que toleram bem essas bebidas o consumo não é contra-indicado;
• Além destes cuidados é fundamental uma melhoria nas condições sanitárias (ingerir água potável), cuidados com a higiene pessoal (lavar as mãos previamente ao preparo e consumo de alimentos) e atençao para a conservação de alimentos, visando a redução transmissão de agentes infecciosos.

Prevenção

• Alimentação. Algumas pessoas sentem indigestão com freqüência, geralmente devido a refeições apressadas e mal mastigadas. O ideal é que sejam feitas pelo menos 05 pequenas refeições ao dia, evitando grandes períodos de jejum. A observação de alimentos que são irritantes para o estômago também é importante, de maneira geral, alimentos como café, pimenta, frutas ácidas e refrigerantes são agressivos à mucosa gástrica.
• Álcool. Evitar o abuso de bebidas alcoólicas é importante na prevenção da gastrite, pois previne a irritação e erosão da mucosa.
• Cigarro. O tabagismo expõe o organismo a várias substâncias que reduzem a barreira protetora do estômago contra os ácidos. Parar de fumar, ou melhor, ainda, não começar é essencial para prevenir a gastrite. Existem tratamentos médicos eficazes contra o tabagismo.
• Analgésicos e antiinflamatórios. Alguns medicamentos podem ser trocados por outros com a mesma eficiência no combate a dor e inflamação. Pessoas podem apresentar sensibilidade diferente a cada tipo de medicamento, por isto é sempre importante conversar com o médico sobre sintomas adversos, em especial, sintomas gástricos.
Acompanhamento médico. Seguir o tratamento médico para um caso de gastrite pode evitar a recorrência após a interrupção dos medicamentos.


Áudio da Norma Regulamentadora - 04 - SESMT






Para baixar acesse o Link abaixo:
Download da NR 4 em MP3

   O ergonomista Ricardo Serrano, da Fundacentro, elencou dez atitudes que darão conforto visual aos trabalhadores que passam muito tempo em frente a um computador. Veja as dicas:

1- Verifique se seu computador está recebendo iluminação adequada, sem reflexos ou luzes frontais.

2- Posicione o monitor para baixo do nível de seu olhar, com a tela perpendicular aos seus olhos.

3- Regule para o máximo de contraste, não de intensidade.

4- Em processadores de textos, utilize fundo escuro, com letras claras e grandes.

5- Se necessitar de correção óptica, use óculos deixe as lentes de contato para as outras atividades.

6- Pisque voluntariamente, com freqüência.

7- Em sala com ar condicionado, use colírio de lágrima artificial.

8- Em intervalos regulares, feche os olhos por alguns instantes, relaxe, levante da cadeira e olhe para longe.

9- Mantenha sua correção óptica sempre atualizada.

10- Não despreze qualquer sintoma ocular, faça exame oftalmológico completo regularmente.

Fonte: Blog do Trabalho/ Saúde Ocupacional