Somente pessoas treinadas, habilitadas e autorizadas poderão operar estes equipamentos;
  • Guindastes
  • Pontes Rolantes
  • Empilhadeiras
  • Outras
Cuidado que devem ser prioridades na operação;

• Antes de utilizar os equipamentos, observe se estão em boas condições (faça um check list);
• Todos os caminhões e máquinas devem possuir alarme sonoro sincronizado com a marcha-ré;
• No caso de qualquer irregularidade com o equipamento, comunique imediatamente a supervisão;
• Posicione e transporte as cargas sempre de forma correta e segura;
• Nunca exceda a capacidade máxima de carga de seu equipamento;
• Não permita que colegas “peguem carona” e andem pendurados nas máquinas;
• Não permita que pessoas fiquem embaixo de cargas suspensas;
• Utilize os EPI’s necessários de acordo com a área que executa a movimentação de cargas;
• Acione a sirene ou buzina quando se aproximar de pessoas que estejam trabalhando.
   Parabéns aos Técnicos em Segurança do Trabalho pelo  dia de honra em sua homenagem, que lembrado  e comemorando em todos os 27 de Novembro.

  O Técnico em Segurança do Trabalho é um profissional de nível médio, sendo habilitado a identificar e avaliar as condições ambientais de trabalho dentro das empresas, analisar procedimentos de rotina, fluxos e riscos de operação, máquinas e equipamentos, elaborar planos, estudos estatísticos de acidentes e doenças ocupacionais, fazer cumprir as normas e regulamentos, desenvolver programas Prevencionistas, campanhas, cursos, treinamentos, assessorar a CIPA e coordenar todas as atividades ligadas à Segurança do Trabalho da empresa.


  Abração a todos os TST, e muita prosperidade nos seus objetivos, e que DEUS continue nos iluminando, sempre renovando a nossas forças e acrescentando em nós inteligência, entendimento e sabedoria para que possamos continuar sendo ótimos Profissionais Prevencionistas.



Att. Gilson Conejo



ATENÇÃO: CUIDADOS BÁSICOS NO ALMOXARIFADO 

   UM DOS PROBLEMAS MAIS FREQÜENTES CONSISTE NO ARMAZENAMENTO DE SUBSTÂNCIAS QUÍMICAS POR ORDEM ALFABÉTICA,  FORMANDO UMA POTENCIAL "MISTURA FATAL".

   SE BEM É COMPREENSÍVEL A INTENÇÃO DE FACILITAR A ORGANIZAÇÃO DO ALMOXARIFADO, ESSA PRÁTICA LEVA A DEIXAR PRÓXIMOS REAGENTES QUE SÃO INCOMPATÍVEIS QUIMICAMENTE, O QUE PODE CAUSAR SÉRIOS ACIDENTES: INCÊNDIOS, EXPLOSÕES, FUMAÇA TÓXICA, ETC.

  ORGANIZE SEU ALMOXARIFADO LEVANDO EM CONSIDERAÇÃO A COMPATIBILIDADE QUÍMICA! DEIXE OS INCOMPATÍVEIS AFASTADOS O MÁXIMO POSSÍVEL.

  1. NÃO EXPONHA OS REAGENTES À LUZ SOLAR INTENSA, MUITO MENOS  DIRETA!  (veja exemplo do problema na  foto abaixo)
  2. PROCURE NÃO USAR PRATELEIRAS DE MADEIRA NEM FORRÁ-LAS COM MATERIAL COMBUSTÍVEL COMO PAPEL, POR EXEMPLO, PRINCIPALMENTE SE TIVER AGENTES CORROSIVOS, OXIDANTES, INFLAMÁVEIS, COMBUSTÍVEIS, ETC. (veja exemplo do problema na foto abaixo).
  3. PODE USAR COMO SUGESTÃO SEGREGAR OS INSUMOS NAS SEGUINTES CATEGORIAS (Critério da Universidade de Michigan, EUA):
    • LÍQUIDOS INFLAMÁVEIS OU COMBUSTÍVEIS E ÁCIDOS ORGÂNICOS
    • SÓLIDOS INFLAMÁVEIS
    • ÁCIDOS MINERAIS
    • CORROSIVOS
    • OXIDANTES
    • ÁCIDO PERCLÓRICO
    • GASES COMPRIMIDOS
    A SEGREGAÇÃO (SEPARAÇÃO) VAI DEPENDER DOS INSUMOS QUE TIVER NO SEU LOCAL DE TRABALHO.

   Reagentes químicos perigosos quando misturados com outros materiais (ou estocados próximos). 

   Não permita que a substância à esquerda entre em contato com aquela(s) à direita! 




Ácido acético 
ácido crômico, etileno glicol, ácido nitrico, compostos hidróxilicos, ácido perclórico, peróxidos, permanganatos
Ácido cianídrico (HCN)
ácido nítrico, álcalis
Ácido crômico e cromo
Ácido acético, naftaleno, glicerina, álcools e líquidos inflamaveis em geral, cânfora, terebintina.
Ácido fluorídrico (HF)
amônia (aquosa ou anidra)
Ácido nítrico (HNO3) concentrado
ácido acético, anilina, ácido crômico, ácido cianídrico, sulfeto de hidrogênio, líquidos e gases inflamáveis, cobre, bronze e metais pesados.
Ácido oxálico
Prata, mercúrio
Ácido perclórico
Anidrido acético, bismuto e suas ligas,  álcool, papel, madeira, graxas, óleos
Ácido sulfúrico (H2SO4)
Clorato de potássio, perclorato de potássio, permanganato de potássio (e compostos similares de metais leves, como sódio e lítio)
Acetona
Ácido sulfúrico concentrado e misturas de ácido nitrico
Acetileno
Cloreto, brometo, cobre, floreto, prata e mercúrio.
Água
cloreto de acetila, metais alcalinos e alcalino terrosos, seus hidritos e óxidos, peróxido de bário, carbetos, ácido crômico, oxicloreto de fósforo, pentacloreto de fósforo, pentóxido de fósforo, ácido sulfúrico, tróxido de enxofre.
Alcalinos e alcalinos terrosos e metálicos
Água, hidrocarbono clorados, dióxido de carbono, halogênios, álcoois, aldeídos, cetonas, ácidos.
Aluminio (pó)
Hidrocarbonos clorados, halogênios, dióxido de carbono, ácidos orgânicos.
Amônia (anidra)
Mercúrio, cloreto, hipoclorito de cálcio, iodeto, brometo e ácido fluorídrico.
Anilina
Ácido nitrico e peróxido de hidrogênio (água oxigenada).
Arsenicais
Agentes redutores
Azidas
Ácidos
Brometo
Amônia, acetileno, butadieno, hidrocarbonos, hidrogênio, sódio, metais finamente divididos, terebintina e outros hidrocarbonetos.
Carbonato de cálcio
Água e álcool.
Carvão ativado
Hipoclorito de cálcio e agentes oxidantes.
Cianetos
Ácidos
Cloratos
Sais de amônia, ácidos, materiais combustiveis, metal pó, enxofre, orgânicos finamente divididos ou materiais combustíveis.
Clorato de potássio
Ácido sulfúrico e outros ácidos
Clorato de sódio
ácidos, sais de amônio, materiais oxidáveis, enxofre
Cloro
Amônia, acetileno, butadieno, hidrocarbonos, hidrogênio, sódio, metais finamente divididos, terebintina e outros hidrocarbonetos.
Cobre
Acetileno, peróxido de hidrogênio (água oxigenada).
Dióxido de cloro
Amônia, metano, fosfito, sulfito de hidrogênio.
Flúor
Isole de tudo
Fósforo (branco)
ar, oxigênio, álcalis, agentes redutores
Hidrocarbonetos(ex: butano, propano, benzeno)
flúor, cloro, bromo, ácido crômico, peróxido de sódio
Hipocloritos
ácidos, carvão ativado
Inflamáveis (líquidos)nitrato de amônio, ácido crômico, peróxido de hidrogênio, ácido nítrico, halogênios
Iodo
acetileno, amônia (aquosa ou anidra), hidrogênio
Mercúrio
acetileno, ácido fulmínico, amônia
Nitratos
ácido sulfúrico
Nitrato de amônioácidos, metais finamente divididos, líquidos inflamáveis, cloratos, nitratos, enxofre, materiais orgânicos ou combustíveis finamente divididos.
Nitritos
cianeto de sódio ou de potássio
Nitroparafinas
Bases inorgânicas, aminas
Oxigênio
óleos, graxas, hidrogênio, gases, sólidos ou líquidos inflamáveis
Pentóxido de fósforo
água
Perclorato de potássio
veja ácido sulfúrico e outros ácidos, e também cloratos)
Permanganato de potássio
glicerol (glicerina), etilenoglicol, benzaldeído, ácido sulfúrico
Peróxidos, orgânicos
Ácidos (orgânicos ou inorgânicos), evite atrito, estocar em local fresco
Prata
acetileno, ácido oxálico, ácido tartárico, compostos de amônio, ácido fulmínico
Selenidios
Agentes redutores
Sódio
água, tetracloreto de carbono, dióxido de carbono
Sulfetos
ácidos
Telurídios
agentes redutores


Fonte: Prudent Practices for Handling Hazardous Chemicals in Laboratories, National Research Council, Washington, D.C., 1995.

Fotos de 27 dos 29 mineiros mortos
    As autoridades da Nova Zelândia confirmaram nesta quarta-feira (24) a morte dos 29 mineradores presos em uma mina desde sexta-feira (19), depois de uma segunda explosão de gás metano na galeria onde o grupo estava.
   “Não houve sobreviventes após uma nova grande explosão”, anunciou o responsável policial das equipes de resgate, Gary Knowles.
   Após a divulgação da notícia, dezenas de famílias abandonaram a sala de imprensa visivelmente emocionadas. Alguns familiares dos trabalhadores tentaram agredir policiais por não terem descido ao poço para salvar seus parentes, segundo testemunhas.
   Knowles disse que a explosão ocorreu às 14h37 do horário local (1h37 de Brasília). “No instante da explosão eu estava perto da entrada da mina, e o barulho foi impressionante, tão potente quanto a primeira”, afirmou.
    Agora, a operação de salvamento passou à fase de recuperação dos 29 corpos.
  Familiares dos trabalhadores soterrados na mina de carvão Pike Rio choram depois que autoridades confirmaram que mineradores não sobreviveram ao acidente. 
   Durante a manhã, foi perfurado um pequeno túnel até a galeria, mas os especialistas constataram no ar analisado um teor excessivo de monóxido de carbono e gás metano, além de oxigênio insuficiente.
   Os trabalhos de resgate se viram prejudicados desde o primeiro momento pela reticência das autoridades em permitir que as equipes de resgate descessem à mina pelo risco de gás tóxico, o que frustrou as famílias. Fracassou também a tentativa de que um robô articulado mostrasse o caminho aos socorristas.
   O primeiro-ministro da Nova Zelândia, John Key, afirmou que a morte dos 29 é uma "tragédia nacional" e anunciou que uma comissão irá averiguar as causas do acidente.
   "Perder nossos irmãos foi um golpe duríssimo. Todos os neozelandeses se solidarizam com suas famílias. Somos uma nação de luto", declarou Key em discurso transmitido pelas emissoras de televisão. Ele decretou luto nacional.

Fonte: G1/Produtos Perigosos

   São muitos os casos de acidentes domésticos, mas esse chama a atenção por se tratar de uma pessoa adulta que causa um acidente em uma criança. 
   A garota foi hospitalizada, na segunda-feira (18/10/10), em Cuiabá, após receber uma gota de Super Bonder nos olhos.

   A avó confundiu o tubo de cola com o de colírio e acabou pingando o produto no olho da neta.       Apesar do susto a garota não deve ficar com sequelas, mesmo assim teve que passar por cirurgia para retirada da cola.

Prevenção: 
  • Mantenha remédios e produtos perigosos(Super Bonder, colas, venenos, enfim) armazenados em lugares diferentes e distantes ;
Causa: 
  • Por certo a causa deste acidente foi devido a má organização dos remédios para poder confundir os frascos.
  • E a idade da Avó não ajuda, pois a visão se torna menos favoráveis para leituras.  
Fonte: folha São Paulo/ Tem Segurança


Usar o notebook no colo pode diminuir a quantidade de espermatozóides e, consequentemente, comprometer a fertilidade masculina. A conclusão é de um estudo coordenado pelo urologista Yelim Sheynkin, da Universidade Estadual de Nova York.

   Atenção aos Profissionais que usam essa ferramenta freqüentemente. 

   Dados de amostragem: 29 jovens do sexo masculino
   Resultado: Usar notebook no colo pode comprometer a saúde reprodutiva masculina
   A pesquisa, publicada no periódico Fertility and Sterility, foi realizada com 29 voluntários jovens, que se submeteram a testes de temperatura após permanecerem alguns minutos com o notebook no colo.
   Segundo a equipe de médicos, a temperatura dos órgãos reprodutivos masculinos superaqueceram rapidamente. Essa alteração compromete a fertilidade, já que os espermatozóides não sobrevivem ao calor.
   Nenhum estudo anterior chegou a associar a infertilidade masculina ao uso de notebook no colo, no entanto, ressaltam os cientistas, é consenso na comunidade médica que temperaturas altas podem causar dano à saúde reprodutiva masculina.

* O que já se sabia sobre o assunto

   Homens sujeitos a altas temperaturas podem perder a fertilidade, no entanto, ressalta o especialista, é preciso que o tempo de exposição ao calor seja contínuo para que haja qualquer comprometimento de sua saúde reprodutiva.   Embora nenhuma pesquisa sobre o assunto tenha sido realizada até o momento, o urologista Sandro Faria, presidente da Comissão de Educação Continuada da Sociedade Brasileira de Urologia, afirma que as conclusões, ainda que não definitivas, são óbvias do ponto de vista clínico.
   “O trabalho analisou somente 29 pessoas. Para que se pudesse provar a infertilidade dos jovens seria necessário realizar exames de contagem de espermatozóides após cada sessão de testes”, explica o médico.
   Para o urologista, a pesquisa é relevante, mas não representará um grande avanço à ciência.
   Especialista: Urologista Sandro Faria
   Envolvimento com o assunto: É presidente da Comissão de Educação Continuada da Sociedade Brasileira de Urologia

* Conclusão
   Homens que desejam ter filhos no futuro não precisam deixar de lado seus notebooks e tão pouco usá-los sobre uma mesa. Vale ressaltar, no entanto, que é importante ficar atento a temperatura da máquina e ao tempo de uso do computador portátil sobre o colo. Já dizia o famoso ditado: “Melhor prevenir do que remediar”.

A realização de ações em empresas para incentivar o consumo de frutas, legumes e verduras, aumentaram o consumo desses alimentos entre os trabalhadores.

   O trabalho do nutricionista Daniel Bandoni, da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP , que envolveu cerca de 20 mil trabalhadores em 15 empresas de São Paulo, aponta que os ambientes de trabalho favorecem a realização de intervenções para difundir informações sobre alimentação saudável.

   O estudo foi realizado em empresas cadastradas no Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT), do Ministério do Trabalho e Emprego, que oferecem refeições aos funcionários. A intervenção começou com enfoque nos gestores dos restaurantes, para demonstrar a importância da inclusão de frutas, legumes e verduras nos cardápios. “Isso inclusive está previsto na legislação do PAT”, diz Bandoni. “Os preparadores de alimentos participaram de oficinas culinárias, onde aprenderam receitas e técnicas de apresentação das refeições.”
   Para os trabalhadores, foi colocado a disposição nos refeitórios um álbum com informações sobre alimentação saudável. “Nas áreas de distribuição das refeições, marcadores indicavam as opções mais saudáveis, como saladas e frutas”, conta o nutricionista. “A orientação sobre hábitos alimentares adequados se estendeu ao ambiente da empresa, como os jornais internos, cardápio dos refeitórios e em cartazes espalhados nas dependências das empresas.”
   A oferta de legumes, verduras e frutas foi analisada nas refeições oferecidas aos empregados. “Os cardápios passaram a oferecer aproximadamente 50 gramas (g) a mais desses alimentos por usuário no almoço”, afirma o pesquisador. Também se observou uma maior oferta de fibras nas refeições, decorrente da maior presença de frutas e hortaliças. “Houve ainda uma redução significativa do percentual de gorduras, que não era o objetivo da pesquisa, indicando uma possível extensão dos efeitos benéficos das intervenções a outros componentes da alimentação.”

Consumo
   Antes da implantação das ações, o consumo médio de frutas, legumes e verduras no almoço era de 104 g por pessoa entre os trabalhadores pesquisados. Depois da intervenção, ele aumentou para 123 g. “O aumento no consumo deste alimentos foi superior a 15%, ficando do que esperávamos como resultado da intervenção”, conta Bandoni. O consumo recomendado é de 400 g por dia, após a intervenção o consumo médio destes alimentos no almoço atingia 30% do total da recomendação.
   De acordo com o nutricionista, a pesquisa demonstrou que o espaço do ambiente de trabalho é um bom cenário para incentivar um estilo de vida saudável, pois há um bom acesso a informação. “O estudo abordou a questão da alimentação, mas também é possível promover a atividade física, por exemplo”, ressalta. “Assim como ações nos locais de trabalho ajudaram no controle do fumo, essa estratégia também pode funcionar com a alimentação saudável, entre outras questões.”
   Bandoni observa que em algumas empresas, a instalação de máquinas que vendem refrigerantes e salgadinhos se torna um estímulo à alimentação inadequada. “O ideal seria a implantação de um refeitório, para tornar a oferta de alimentos mais adequada”, aponta. “A distribuição de vale-refeição também não garante que os funcionários venham a se alimentar de forma correta.”
   Quanto as políticas públicas, o nutricionista sugere que o governo federal forneça orientação sobre práticas alimentares saudáveis às empresas que se cadastrarem no PAT. A pesquisa teve orientação da professora Patrícia Constante Jaime, da FSP.

Fonte: acessemed.com.br
   Um levantamento realizado pela OMS (Organização Mundial de Saúde) revelou que o estresse, em suas mais variadas formas, atinge cerca de 90% da população global. Esse quadro está associado ao desenvolvimento de uma série de doenças, como câncer, depressão, diabetes e principalmente a hipertensão. No Brasil, por exemplo, 132 mil infartos são causados pelo estresse do dia a dia, conforme dados do Ministério da Saúde.

   Tão suscetíveis quanto qualquer ser humano, os executivos, cujo padrão de trabalho extrapola as mais recomendadas cargas horárias, acabam por se tornar alvo fácil desses sintomas. A crença hoje é achar que estar ocupado é sinônimo de competência. "Vivemos num mundo globalizado, na sociedade 24 horas onde o tempo tornou-se um aspecto importantíssimo e "o demais" permeia a vida das pessoas. 

   No entanto, muita gente confunde agenda lotada com sucesso profissional e competência", afirma a vice-presidente de projetos da ABQV (Associação Brasileira de Qualidade de Vida), Sâmia Simurro. Segundo Sâmia, alguns psicólogos do Reino Unido levantaram a possibilidade de as pessoas sentirem necessidade de preencherem toda a sua agenda, por terem medo do tédio e da solidão em que elas se encontram.

Carreira
   Na opinião do presidente da Sociedade Cre Ser Treinamentos, Eduardo Shinyashiki, ao entrarmos no famoso "piloto automático", realizamos as mesmas sinapses e exploramos os espaços de sempre do nosso cérebro, reduzindo a nossa capacidade mental de raciocínios e reações. 

   "A longo prazo, todos os prejuízos que poderiam ter sido evitados acabam resultando em maus resultados na carreira, relacionamentos conturbados e até mesmo graves doenças. Ou seja, somos obrigados a dar um basta em tudo, em paralisar os planejamentos e nos afastar daquilo em que despejávamos todos os nossos esforços e expectativas", afirma. O que muitos não enxergam é que essa interrupção poderia ter sido evitada, com um pouco de paciência, empenho e reflexão, observa o especialista.

Trabalho
   Para ambos os especialistas, não existe uma fórmula mágica para evitar ou ignorar situações estressantes. A diferença real está em como encarar as circunstâncias. "Acredito que existam várias razões para essa dificuldade. Uma delas é a falta de compromisso com suas prioridades. 

   Não importa a quantidade de tempo que dispomos, mas, sim, como estamos utilizando o nosso tempo", avalia Sâmia. Contudo, essas advertências não estão relacionadas ao desligamento do trabalho, mas a uma quebra de um ritmo acelerado com as tarefas profissionais.


Fonte: RevistaProteção



   A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público aprovou hoje, por unaminidade, o Projeto de Lei 7205/10, do deputado Ricardo Berzoini (PT-SP), que estende benefícios previdenciários associados a acidentes de trabalho, como o auxílio-doença, a trabalhadores que cumprem aviso prévio.
   Pela proposta, os acidentes ocorridos nesse período serão considerados acidentes de trabalho, desde que o funcionário comprove que o incidente ocorreu durante alguma atividade relacionada à busca do novo emprego.
   Aviso prévio é o nome que se dá à comunicação obrigatória que o empregado ou o empregador deve fazer à outra parte quando deseja rescindir o contrato sem justa causa. Hoje, pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT - Decreto-Lei 5.452/43), a antecedência mínima para essa comunicação é de 30 dias, na maioria dos casos. Nesse período, o trabalhador tem horário reduzido de trabalho ou é dispensado de comparecer ao serviço.
   O deputado que relatou a matéria na comissão, Edinho Bez (PMDB-SC), defendeu a aprovação da medida, que será analisada ainda por mais três comissões.

Fonte: camara.gov.br

1. O que é leptospirose?

  É uma doença infecciosa causada por uma bactéria chamada Leptospira presente
na urina do rato. Por isso é tão importante uma dedetização completa na empresa para acabar com essas pragas, deixando uma empresa limpa e higiênica. 

2. Como se pega a leptospirose?
  Em situações de enchentes e inundações, a urina dos ratos, presente em esgotos
e bueiros, mistura-se à enxurrada e à lama das enchentes. Qualquer pessoa que
tiver contato com a água ou lama contaminadas poderá se infectar. A Leptospira
penetra no corpo pela pele, principalmente se houver algum ferimento ou
arranhão. Na época de seca, oferecem riscos à saúde humana o contato com
água ou lama de esgoto, lagoas ou rios contaminados e terrenos baldios onde
existem ratos. Portanto, deve -se evitar o contato com esses ambientes.

3. Quais os sintomas?
   Os sintomas mais freqüentes são parecidos com os de outras doenças, como a
gripe. Os principais são: febre, dor de cabeça, dores pelo corpo, principalmente
nas panturrilhas (batata-da-perna), podendo também ocorrer icterícia (coloração
amarelada da pele e das mucosas). Nas formas mais graves são necessários
cuidados especiais, inclusive internação hospitalar.

4. O que fazer ao manifestar esses sintomas?
   Se você apresentar febre, dor de cabeça e dores no corpo, alguns dias depois de
ter entrado em contato com as águas de enchente ou esgoto, procure
imediatamente o Centro de Saúde mais próximo. Não se esqueça de contar ao
médico o seu contato com água ou lama de enchente.
Somente o médico é capaz de diagnosticar e tratar corretamente a do ença. A
leptospirose é uma doença curável, e o diagnóstico e o tratamento precoces são a
melhor solução.

5. Quanto tempo demora para a doença aparecer?
  Os primeiros sintomas podem aparecer de um a 30 dias depois do contato com a
enchente. Na maior parte dos casos, aparece 7 a 14 dias após o contato.

6. Como é feito o tratamento da leptospirose?
   O tratamento é baseado no uso de antibióticos, hidratação e suporte clínico,
orientado sempre por um médico, de acordo com os sintomas apresentados. Os
casos leves podem ser tratados em ambulatório, mas os casos graves precisam
ser internados.

7. Como evitar a doença?
   Evite o contato com água ou lama de enchentes e impeça que crianças nadem ou
brinquem em ambientes que possam estar contaminados pela urina dos rato s.
Pessoas que trabalham na limpeza de lamas, entulhos e desentupimento de
esgoto devem usar botas e luvas de borracha (se isto for possível, usar sacos
plásticos duplos amarrados nas mãos e nos pés). Também são necessárias
medidas ligadas ao meio ambiente, tais como o controle de roedores, obras de
saneamento básico (abastecimento de água, lixo e esgoto) e melhorias nas
habitações humanas.

8. E se o contato com água contaminada for inevitável, como proceder?
   Neste caso, a única forma de reduzir riscos à saúde é permanecer o menor tempo
possível em contato com essas águas. Se a enchente inundar as residências,
após as águas baixarem será necessário lavar e desinfetar o chão, as paredes, os
objetos caseiros e as roupas atingidas com água sanitária, na proporção de 4
xícaras de café deste produto para um balde de 20 litros de água. Depois,
enxaguar o ambiente e objetos com água limpa. Todo alimento que teve contato
com água contaminada deve ser jogado fora, pois pode transmitir doenças.
Também é importante limpar e desinfetar a caixa d’água com uma solução de
água sanitária, da seguinte forma:

a) Esvazie e lave a caixa d’água, esfregando bem as paredes e o fundo;
b) Após acabar de limpar, adicionar 1 litro de água sanitária para cada 1.000 litros
de água no reservatório;
c) Depois, abra a entrada principal da água e encha a caixa d’água com água
limpa; feche o registro após o enchimento da caixa;
d) Após 30 minutos, abra as torneiras por alguns segundos para que essa água
misturada com água sanitária entre na tubulação;
e) Aguarde uma hora e trinta minutos para que se faça a desinfecção;
f) Abra novamente as torneiras, para drenar toda a água. A água que sai pelas
torneiras pode servir para a limpeza de chão e paredes.
g) Encha novamente a caixa com água limpa.

9. Por quanto tempo a leptospira sobrevive no meio ambiente?
   As leptospiras podem sobreviver no ambiente até semanas ou meses,
dependendo das condições do ambiente (temperatura, umidade, lama ou águas
de superfície). Porém, são bactérias sensíveis aos desinfetantes comuns e a
determinadas condições ambientais. Elas são rapidamente mortas por
desinfetantes, como o hipoclorito de sódio, presente na água sanitária, e quando
expostas à luz solar direta.

10. É possível determinar se ás águas de córrego, lagoa ou represa estão
contaminadas por leptospira?
   Pode ser que animais infectados, principalmente ratos, tenham acesso a estas
águas, contaminado-as regularmente com leptospiras. Desta forma, é impossível
afirmar que estas águas estejam livres da bactéria. Se coletarmos uma amostra
dessa água para análise, o resultado irá representar apenas aquele momento e
aquele local. O resultado da análise sendo negativo, não significa que toda a área
esteja livre da presença da bactéria. Em caso de dúvida, solicite orientação das
autoridades sanitárias locais indagando sobre a ocorrência de casos humanos da
doença nesses locais. Lembrar que nunca deve ser indicado o uso de
desinfetantes em grandes coleções de água, pois além de não matarem as
bactérias, contaminariam o ambiente e alterariam as condições ecológicas do
local.

11. Se o contato com águas suspeitas já ocorreu, qual o risco da pessoa se
contaminar?
   Nesta situação, a contaminação da pessoa dependerá de alguns fatores, como a
concentração de leptospiras na água, o tempo que a pessoa ficou em contato com
a água e a possibilidade ou não da penetração da bactéria no corpo humano,
entre outros fatores. Deve -se ficar atento por alguns dias e, se a pessoa adoecer,
deve procurar o médico o mais breve possível, não esquecendo de relatar ter sido
provavelmente exposto a contrair leptospirose.

12. Quais são as principais medidas para evitar ratos?
·  Manter os alimentos armazenados em vasilhames tampados e à prova de
roedores;
·  Acondicionar o lixo em sacos plásticos em locais elevados do solo,
colocando-o para coleta pouco antes do lixeiro passar;
·  Caso existam animais no domicílio (cães, gatos e outros), retirar e lavar os
vasilhames de alimento do animal todos os dias antes do anoitecer, pois ele
também pode ser contaminado pela urina do rato;
·  Manter limpos e desmatados os terrenos baldios;
·  Jamais jogar lixo à beira de córregos, pois além de atrair roedores, o lixo
dificulta o escoamento das águas, agravando o problema das enchentes;
·  Grama e mato devem ser mantidos roçados, p ara evitar que sirvam de
abrigo para os ratos;
·  Fechar buracos de telhas, paredes e rodapés para evitar o ingresso dos
ratos para dentro de sua casa;
·  Manter as caixas d’água, ralos e vasos sanitários fechados com tampas
pesadas;
·  Lembre-se: uma vez instalados num determinado local, os ratos começam
a se reproduzir, multiplicando-se rapidamente, o que dificulta o seu controle
e aumenta o risco de transmitir doenças.

13. Porque o controle de roedores é importante para se diminuir o número de
casos de leptospirose?
   Porque os ratos são os principais transmissores da doença para o homem.
Eliminam as leptospiras pela sua urina, contaminando o ambiente - água, solo e
alimentos. Nas cidades, a aglomeração humana associada à alta infestação de
ratos (principalment e ratazanas) e à grande quantidade de lixo tornam maior o
risco de se pegar leptospirose. Controlar a população de ratos é a melhor forma
de combater a doença. O controle de roedores deve ser feito o ano inteiro para
que se obtenha resultados satisfatórios na diminuição de sua população.

14. Outros animais podem pegar a doença? Não há risco de transmissão
para o homem por estes animais?
   Outros animais são sensíveis à leptospira e podem se infectar, ficarem doentes e
até mesmo morrer de leptospirose. Bois , porcos, cães, cavalos e cabras, dentre
outros, podem sofrer a doença e também transmiti-la ao homem, porém em menor
escala do que os ratos.

15. Se os animais domésticos também podem transmitir a doença, o que
fazer para evitar a contaminação por esta forma?
   Os animais domésticos quando são infectados, eliminam a bactéria através da
urina assim como acontece com os ratos; portanto, deve-se tomar especiais
cuidados, evitando-se o contato direto ou indireto com suas excretas
(principalmente a urina, no cas o da leptospirose).
Os locais onde os animais permanecem e urinam devem ser higienizados
diariamente, utilizando-se luvas e botas para proteção das mãos e pés, evitando o
contato com a urina desses animais.

16. Quais são os sintomas da leptospirose nos cães?
   Os cães podem se infectar e eliminar a bactéria pela urina, mas nem sempre
manifestam sintomas da doença. Estes variam desde falta de apetite, fraqueza,
febre, vômitos, diarréia a icterícia e hemorragias, podendo levar o animal à morte.
Portanto, sempre que o cão adoecer, deve-se procurar assistência veterinária.

17. Qualquer pessoa pode ter a doença?
   Sim, qualquer pessoa pode pegar leptospirose. Tem-se observado que a maior
freqüência de casos acontece em indivíduos do sexo masculino, na faixa de 20 a
35 anos, provavelmente pela maior exposição a situações de risco, quer seja em
casa, quer seja no trabalho.

18. Uma pessoa com leptospirose transmite a doença para outra pessoa?
   Não, a leptospirose não é contagiosa. Não há transmissão de uma pessoa para
outra. É transmitida entre os animais e dos animais para o homem, sempre pelo
contato da urina do animal com a pele do homem.

19. Existe o risco da pessoa contrair leptospirose bebendo líquido em
latinhas de refrigerantes, sucos, cerveja ou água?
   Apesar da transmissão ocorrer principalmente pela penetração da leptospira
através da pele ou mucosas, já foi descrita pela ingestão de água ou alimentos
contaminados com a urina de ratos, ainda que raramente. Se for ingerida, a
leptospira morre ao entrar em contato com o suco gástrico. A possibilidade da
pessoa se infectar bebendo em latinhas contaminadas com a urina de ratos é
teoricamente possível, se houver uma ferida na boca, que possa permitir a entrada
da leptospira no organismo pela circulação sangüínea. Apesar desse risco teórico,
até o momento não foram comprovados casos de transmissão de leptospirose por
latinhas de cerveja, refrigerantes ou outras bebidas envasadas. De qualquer
modo, é essencial que se lave bem com água limpa qualquer latinha ou recipiente
antes de ser levado à boca, para não se correr o risco de contaminação por algum
tipo de bactéria. Este hábito de higienização não deve isentar os comerciantes de
verificarem as condições de armazenamento de seus estoques, das condições de
acondicionamento de seu lixo e de manter implantado um sistema de controle de
roedores em todas suas instalações.

20. Existe vacina contra a leptospirose?
   No Brasil não existe nenhuma vacina contra a leptospirose para seres humanos.
Existem vacinas somente para uso em animais, como cães, bovinos e suínos.
Esses animais devem ser vacinados todos os anos para ficarem livres do risco de
contrair a doença e diminuir o risco de transmiti-la ao homem.

21. Qual é o papel do Ministério da Saúde no controle da leptospirose?
   O Ministério da Saúde, por intermédio da Secretaria de Vigilância em Saúde/SVS,
elabora normas, coordena, assessora e supervisiona as ações de vigilância e
controle da doença, que são desenvolvidas em todo o país pelas secretarias
estaduais e municipais de saúde. Para desenvolver este papel, a SVS elabora e
distribui material técnico e educativo, e capacita técnicos de estados e municípios
para executarem ações de forma mais efetiva. A SVS também estuda os dados da
doença registrados em todo o país, e se mantém vigilante para a ocorrência de
casos e surtos de leptospirose, a todo momento.

22. O que os municípios devem fazer para prevenir a ocorrência da
leptospirose na população?
   Os municípios devem implementar ações integradas com os setores de Obra s,
Saneamento, Agricultura, Habitação e Educação, de forma a reduzir ou eliminar as
condições para a proliferação dos roedores. Além disso, as secretarias estaduais
e municipais de saúde são responsáveis pelo atendimento e tratamento de
doentes e pela vigilância de casos de leptospirose em humanos, bem como pelo
controle de roedores em vias e logradouros públicos e áreas onde a leptospirose
ocorre.

23. O que a população deve fazer para ajudar a prevenir a ocorrência da
leptospirose?
   A população tem a sua parcela de responsabilidade na prevenção da doença. Ela
pode e deve procurar manter o ambiente impróprio para a instalação de roedores,
conforme já foi descrito, e utilizar-se de medidas de proteção individual, quando se
expuser a situações de risco.

24. Onde podem ser obtidas mais informações sobre a leptospirose?
   Procure a Secretaria Estadual de Saúde, o Centro de Controle de Zoonoses ou a
Secretaria Municipal de Saúde de sua cidade.

Fonte: http://portal.saude.gov.br