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Dengue - Todos os Colaboradores devem ser informado pelo SESMT

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  Os SESMTs (Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medi­ci­na do Trabalho) po­dem e devem exercer um papel relevante no combate à dengue. O SESMT do século XXI não de­ve se limitar às doenças diretamente relacionadas ao trabalho, especialmente no Brasil, país em desenvolvimento, onde o ­Sis­tema Único de Saúde ainda deixa muito a desejar. 

  As empresas que possuem serviço próprio ou contratado de Saúde Ocupacional devem ampliar sua área de atuação, obvia­mente sem esquecer suas principais finalidades: prevenção, diagnóstico precoce e recuperação de trabalhadores vítimas de doenças relacionadas ao trabalho. O bom SESMT é aquele que não se limita ao que estabelece a legislação traba­lhista.

  Os veículos de comunicação estão diariamente divulgando dados da epidemia de dengue que assola vários municípios do Brasil. Neste artigo o leitor saberá o que causa a doença, como ela é transmiti­da e algumas informações sobre o tipo mais temido, a dengue hemorrágica. O conteúdo pode ser utilizado também co­mo roteiro para palestras que devem ser ministradas nas empresas visando sensibilizar, informar e conscientizar os trabalhadores sobre essa doença incapacitante que tem levado à morte muitos brasilei­ros. 

  Os SESMTs são verdadeiras secretarias de saúde dentro das empresas, pois fora delas a liderança no combate ao mosquito transmissor e o tratamento dos doentes ficam a cargo das secretarias municipais e estaduais de Saúde. Nas empresas, os profissionais dos SESMTs devem assessorar empregadores e empregados sobre fatores determinantes da saúde no ambiente de trabalho. É inadmissível "virar as costas" e deixar de contribuir com as autoridades públicas no combate às doenças epidêmicas e endêmicas. A função do SESMT não se limita aos exames ocu­pa­cionais.

  Não compete ao Serviço executar o tratamento de trabalhadores com dengue, exceto os casos excepcionais em áreas remotas sem recurso público ou privado, mas o atendimento inicial e as orientações básicas são suas atribuições. A principal ação esperada é uma permanente vigilância epidemiológica, participando ativamente das medidas de controle da prolife­ração do mosquito e promovendo intenso trabalho de educação em saúde, comunicação e mobilização social. A dengue, sendo uma doença evitável, não deveria existir, como ocorre nos países desenvolvidos, mas como existe é preciso evitá-la ou aplicar o tratamento correto na hora certa.

Leia o artigo completo na edição de março da Revista Proteção.
Data: 12/03/2012 / Fonte: Revista Proteção  
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