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COMPARTILHAR NO WHATSAPP!!    Nos últimos anos, a campanha de estímulo ao uso do preservativo no carnaval tornou-se parte fundamental da estratégia do Ministério da Saúde para o enfrentamento do HIV/aids. A campanha de 2011 está direcionada às mulheres na faixa etária de 15 a 24 anos, das classes C, D e E. Esse recorte de público é resultado da análise de dados epidemiológicos que apontam a feminização da epidemia, com maior atenção à faixa etária de 13 a 19 anos, em que existem oito casos em meninos para cada 10 em meninas.

   A campanha incentiva a adoção do uso do preservativo entre as garotas e, para aquelas que desconhecem seu status sorológico para o HIV, informa sobre a praticidade, gratuidade e confidencialidade do exame de aids, sífilis e hepatite viral no serviço de saúde.

   Na primeira fase da campanha (veiculada de 25/2 a 8/3), o desafio está em estimular a negociação do uso do preservativo diante da falsa percepção de segurança em relação ao parceiro (pela aparência ou pelo pertencimento ao mesmo grupo de amigos) ou da negação do preservativo como prova de amor.

   Na segunda fase da campanha (veiculada de 9/3 a 20/3), a ideia é desmistificar a testagem, demonstrando como é fácil, seguro e sigiloso saber seu estado sorológico na rede pública.

   Para a campanha, buscou-se o foco positivo, exaltando a participação da mulher na negociação do uso do preservativo. Para isso, foi escolhido o slogan “Curta o carnaval. Sexo só se for com camisinha. Senão não dá.” Foram criados três filmes para veiculação em televisão, um jingle (parodiando o hit popular “Minha Mulher Não Deixa Não”) e materiais gráficos para cada fase.



Videos que serão transmitidos em emissoras de televisão:

Episódio 1 - Antes do carnaval

Episódio 2 - Durante o carnaval

Episódio 3 - Após o carnaval

Fonte: Ministério da Saúde/ aids.gov.br COMPARTILHAR NO WHATSAPP!!
 
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