Combater incêndios em locais de difícil acesso que não contam com redes de hidrantes.
   Esse é o diferencial da tecnologia desenvolvida pelo Grupo de Análise de Risco Tecnológico e Ambiental (Garta) da UFRJ/Coppe, que utiliza o dióxido de carbono (CO2) no lugar de água para apagar o fogo.
Favelas, museus e bibliotecas
   O equipamento é ideal para comunidades situadas em morros ou em periferias, que não contam com hidrantes e redes adequadas de distribuição de água.
   Também é apropriado para ambientes que abrigam obras de arte e patrimônio histórico, como museus, igrejas e bibliotecas, e até mesmo centros de processamento de dados.
   Segundo Moacyr Duarte, coordenador do Garta, o equipamento apresenta algumas vantagens em relação aos sistemas tradicionais. Além de combater o fogo sem danificar os materiais, ele pode ser manipulado de forma ágil, segura e eficiente.
   "Também pode prevenir incêndios e explosões em galerias subterrâneas, ao ser utilizado para deslocar vapores de substâncias inflamáveis que possam contaminar as galerias subterrâneas, principalmente as de passagem de energia elétrica, comuns nos grandes centros urbanos", explica Moacyr.
Eficiência
   O equipamento, denominado Sistema de Descarga Baseada em Gás Liquefeito, pode ser móvel ou fixo. Segundo Moacyr, é mais barato, por exemplo, implantar o sistema em regiões de periferia do que expandir a rede de hidrantes, que requer grandes tubulações para dar vazão à quantidade de água necessária para se combater um incêndio, na faixa de 2,8 mil litros por minuto.
   "Além disso, o maior carro-pipa utilizado pelo corpo de bombeiros tem capacidade de apenas 30 mil litros, o que não é suficiente para uma operação de combate a incêndio que ultrapasse dez minutos, operando com vazão máxima", afirma.
   Tal carência pode ser suprida pelo equipamento desenvolvido na UFRJ/Coppe, que tem capacidade de armazenar entre 8 e 20 toneladas de gás liquefeito, chegando a ter vazões equivalentes a 1,1 mil litros de água por minuto.
Durante um dos testes realizados no Rio,
 o protótipo do equipamento,
manipulado por apenas um técnico,
eliminou, em 1,4 minuto,
chamas que atingiam 12 metros de altura
   "Apesar de a vazão equivalente ser menor, o nosso sistema é mais eficiente porque o gás, ao neutralizar o oxigênio, elimina as chamas de forma mais rápida e precisa do que a água", garante Moacyr.
   Durante um dos testes realizados no Rio, o protótipo do equipamento, manipulado por apenas um técnico, eliminou, em 1,4 minuto, chamas que atingiam 12 metros de altura. O coordenador do Garta diz que, convencionalmente, para apagar um incêndio de mesma proporção, seriam necessárias seis pessoas operando duas mangueiras de 2,5 polegadas.
   O equipamento também pode combater incêndio em eletrodomésticos, a exemplo dos extintores comuns, à base de gás comprimido. Outra vantagem é que, caso haja uma pessoa no local, ela poderá ser retirada após a remoção da fumaça e do gás superaquecido, sem risco de sofrer asfixia.
Combate de incêndio com gás
   O conjunto do equipamento como um todo possui uma célula de operação autônoma montada em um contêiner.
   A célula pode ser à base de sistemas fixos para uso nas indústrias ou adaptada sobre caminhões para múltiplas utilizações.
   O sistema foi projetado com diferentes dimensões, ou seja, mais de um formato para atender a necessidades de demandas variadas.
   Uma célula do equipamento pode dar suporte a vários disparadores manuais, que têm tamanho similar ao de um extintor de incêndio, até o denominado canhão pode ser montado em caminhões ou robôs, para atender às necessidades de deslocamentos.
   Os jatos formam uma espécie de neve carbônica, similar à fumaça de gelo seco, e o gás proporciona, simultaneamente, a redução da concentração de oxigênio e o resfriamento do ambiente.O gás, no estado liquefeito, fica armazenado no tanque do equipamento e, após passar pelo processo de descompressão maciça, é lançado por meio de jatos no ambiente, por meio de três bicos reguláveis.
   De acordo com o pesquisador da UFRJ/Coppe, a redução do oxigênio afasta a possibilidade de fogo e o resfriamento da área, que pode atingir uma temperatura de até 11 graus negativos. "Com isso, eliminamos os focos que poderiam reiniciar o incêndio", afirma Moacyr.
   Os disparos são controlados para que a concentração de CO2 aumente segundo uma estratégia definida previamente. Desse modo, é possível utilizar apenas o efeito mecânico do jato, para deslocar a fumaça e os gases aquecidos.
   Esse procedimento permitirá que os bombeiros realizem o resgate de vítimas sem risco de asfixia, beneficiando-se da redução de temperatura e de uma melhor visibilidade.
   Em ambientes abertos, os disparos são feitos como uma cortina fluidodinâmica, formando uma "gaiola de gás". Essa configuração é adequada para praças de bombas de transferência e parques de carregamento de caminhões com substâncias inflamáveis entre outras instalações características da indústria do petróleo.
Sistema será testado em navios de guerra
   Em breve, o equipamento utilizado em base fixa poderá ser testado em três tipos de navios de guerra da Marinha: fragatas, corvetas e porta-aviões. Essas embarcações consistem em ambientes de risco, pois contêm substâncias inflamáveis e explosivas.
   Além disso, os navios, corvetas e fragatas também possuem hangares com estoque de combustível para abastecer o helicóptero a bordo.
   "O sistema de descarga que desenvolvemos na UFRJ/Coppe poderá aumentar a segurança no abastecimento das aeronaves nos navios porta-aviões, além de possibilitar o aumento do número de pontos de equipamentos de combate a incêndios a bordo. Considerando que são navios de combate, em casos extremos, caso haja um incêndio em compartimentos bem próximos aos locais de estoques de munição e de material inflamável, nosso equipamento resfria os depósitos vizinhos, de forma a evitar as consequentes explosões e aumentar a segurança da equipe durante a operação de combate a incêndios a bordo", garante o pesquisador da UFRJ/Coppe.
Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br
  MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO
 SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO

PORTARIA N.º 202 DE 26 DE JANEIRO DE 201
    (D.O.U. de 27/01/2011 – Seção 1 – pág. 104)

Altera a Norma Regulamentadora n.º 22.

            A SECRETÁRIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO, no uso das atribuições conferidas pelo art. 14, inciso II, do Decreto n.º 5.063, de 3 de maio de 2004 e em face do disposto no inciso I do art. 155 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, aprovada pelo Decreto n.º 5.452, de 1º de maio de 1943 e no art. 2º da Portaria MTb n.º 3.214, de 8 de junho de 1978, resolve:

                         Art. 1º Art. 1º A Norma Regulamentadora n.º 22, sobre Segurança e Saúde Ocupacional na Mineração, aprovada pela Portaria MTb n.º 3.214, de 8 de junho de 1978, passa a vigorar com as seguintes alterações:

“22.8.1 No dimensionamento, projeto, instalação, montagem e operação de transportadores contínuos, devem ser observados, sem prejuízo das demais exigências desta Norma, os controles especificados nas análises de riscos constantes do Programa de Gerenciamento de Riscos previsto no subitem 22.3.7 e as especificações das normas técnicas da ABNT aplicáveis, especialmente as NBR 6177, NBR 13.742 e NBR 13.862.”

“22.8.1.1 Os transportadores contínuos de correia já em uso e que foram construídos antes da vigência do estabelecido no subitem 22.8.1 devem possuir medidas de controle para mitigar os riscos identificados na fase de avaliação do Programa de Gerenciamento de Riscos.”
“22.36.7 .....................................................................................
g) realizar reuniões mensais em local apropriado e durante o expediente normal da empresa, em obediência ao calendário anual, com lavratura das respectivas atas e nos termos da Norma Regulamentadora n.º 5.”

                          Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data da sua publicação, exceto quanto ao disposto no subitem 22.8.1.1, que entrará em vigor no prazo de sessenta meses contados da publicação deste ato.


VERA LÚCIA RIBEIRO DE ALBUQUERQUE
Secretária de Inspeção do Trabalho


Fonte: MTE
Portaria Nº 202, de 26/01/2011 - Arquivo PDF (18kb) Ícone: Arquivo PDF.
Altera a Norma Regulamentadora n.º 22.
   Primeiramente agradeço a DEUS pelo ano de 2010, e grande tem sido a satisfação de participar desta familia Prevencionista, muito tenho aprendido, e com certeza iremos aprender muito mais juntos. 
   
   Neste mês de Janeiro se completa um ano que o Portal de Prevenção esta Online na Internet, disponibilizando informações e novidades sobre a Segurança no Trabalho.
   
  Agradeço aos visitantes e assinantes, e que continuem acessando e divulgando no Portal aos demais Prevencionistas, comentem, participem das redes sociais e o Chat em grupo para tirar suas dúvidas.

   Avaliem as postagens de acordo com sua opnião, abaixo das postagens se encontra as estrelas de avaliação.

Abração
Att. Gilson Conejo

   Os trabalhadores de fábricas e da construção civil, em sua grande maioria, gostam o suficiente de si próprios e são conscientes o bastante para usarem sempre o capacete de segurança. Mas é difícil encontrar um operário que afirme que o capacete seja algo confortável.

Capacete de segurança inteligente

   A solução pode estar na forma de um capacete "inteligente" - um capacete de segurança construído com um material flexível, tão confortável quanto um boné de tecido, mas que endurece instantaneamente ao menor sinal de um impacto.

   O capacete ProAtivo é uma criação do designer industrial norueguês Tore Christian Bjørsvik Storholmen. Quando a camada externa do capacete detecta o impacto de um objeto qualquer, o material interno, macio em confortável em condições normais, transforma-se imediatamente em um material resistente e capaz de absorver o choque.

Aparência, conforto e segurança

   "Em termos de aparência, os capacetes de segurança não mudaram muito nos últimos 30 anos. O formato do meu conceito foi inspirado nos bonés de beisebol, muito populares entre os trabalhadores da indústria da construção," explica Storholmen.

   O "boné de segurança," ou capacete inteligente, como seu criador o chama, possui em seu interior um material que é leve e flexível em condições normais. Quando ele recebe um golpe, esse material "trava" instantaneamente, tornando-se firme e capaz de absorver o choque.

   Os testes mostraram que, além de muito mais confortável, o novo capacete de segurança é mais seguro do que os modelos tradicionais.



Protetores auriculares

   Os protetores auriculares incorporados ao capacete também têm sua tecnologia embutida. Eles são feitos com tecidos capazes de conduzir eletricidade.

   "Isto significa que sistemas de comunicação podem ser incorporados no capacete sem a necessidade de cabos que podem se prender em outras coisas," diz o Storholmen. Operários geralmente utilizam sistemas de rádio e podem também portar sistemas de segurança, como detectores de gases usados por trabalhadores em minas.

   Tecidos sensíveis à pressão e tecnologia Bluetooth são combinados de tal forma que o usuário pode até mesmo atender a uma chamada do telefone celular sem ter que remover luvas, protetores auriculares e, sobretudo, o próprio capacete.
   Não bastasse as alterações das NR's 06 e 12 no final do ano passado, nesse ínicio de ano já tivemos siginificativas alterações tais como:


Portaria Nº 200, de 20/01/2011 - Arquivo PDF (21kb) Ícone: Arquivo PDF.
Aprova a Norma Regulamentadora n.º 34 (Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção e Reparação Naval).  APROVA A NR-34
Portaria Nº 199, de 17/01/2011 - Arquivo PDF (21kb) Ícone: Arquivo PDF.
Altera a redação Norma Regulamentadora n.º 03 (Embargo ou Interdição). ALTERA A NR-3
Portaria Nº 40, de 14/01/2011 - Arquivo PDF (165kb) Ícone: Arquivo PDF.
Disciplina os procedimentos relativos aos embargos e interdições.  
Portaria Nº 198, de 06/01/2011 - Arquivo PDF (22kb) Ícone: Arquivo PDF.
Prorroga prazo de validade de Certificado de Aprovação - CA.

Este ano temos oficialmente 34 NRs...
Ferros em pé
Cadê o guarda corpo e cinto?
Espaço confinado?
EPIs? 


    O crachá é um cartão de identificação que tem por objetivo, justamente, identificar o empregado que faz parte do quadro de empregados da empresa.
Há empregados que são resistentes em utilizar o crachá e tentam ridicularizar este procedimento, alegando que não precisam de um pedaço de plástico para serem reconhecidos dentro da empresa.
   O fato é que o crachá, além do objetivo acima indicado, também possui outras funções importantes como o meio pelo qual o empregado se utiliza para fazer o registro de entrada e saída no ponto. Além disso, o seu uso traz segurança para o próprio empregado, pois em empresas que possuem um quadro muito grande de pessoal, o fato de uma pessoa estar ou não portando o crachá da empresa garantirá ou não o acesso dela a determinados setores ou a determinados ambientes da empresa.
   Isto possibilita que a empresa evite que pessoas estranhas e que tenham má intenção, pratiquem atos contra os seus empregados ou contra a própria companhia.
Embora muitos acreditam que não há qualquer legislação que discipline o seu uso, a Norma Regulamentadora - 11 estabelece que, no caso de empresas que tenham equipamentos de transporte motorizado (empilhadeiras, por exemplo), os operadores devam ser habilitados e só poderão dirigir se durante o horário de trabalho portarem um cartão de identificação, com o nome e fotografia, em lugar visível.
   Não obstante, para outros setores não previstos na NR-11, a CLT possibilita que o empregador se utilize de seu poder diretivo para estabelecer, por meio de políticas ou procedimentos internos, bem como de acordo ou convenção coletiva de trabalho, o uso obrigatório de crachá.
   Caso a empresa não estabeleça o uso do crachá pelos meios citados no parágrafo anterior, poderá fazê-lo, ainda, por meio de aditivo contratual coletando, previamente, a assinatura de cada empregado dando-lhe ciência da obrigatoriedade do uso.
   Como não há um padrão legal a ser obedecido, cada empresa poderá estabelecer um modelo específico de acordo com suas necessidades, inserindo os dados de seus empregados que melhor lhe convir, tais como:
Frente do crachá:
  • Nome (fantasia) da empresa;
  • Foto do empregado;
  • Nome completo ou "nome de guerra" do empregado;
  • Função
Verso do crachá:
  • Estabelecimento ou setor onde trabalha;
  • Tipo sanguíneo;
  • Carteira de trabalho, RG, CPF ou CNH;
   Havendo a regulamentação por parte do empregador, o empregado será obrigado a utilizá-lo, sob pena de advertência, suspensão ou outras medidas disciplinares que a lei ou a convenção coletiva assim o estabelecer.
   Também poderá estar sujeito às penalidades previstas os empregados que se utilizarem de crachás de outros para registro de ponto ou outra finalidade diversa que não a estabelecida.
   Vale lembrar que cabe ao empregador agir dentro dos limites de seu poder diretivo aplicando as sanções com razoabilidade, uma vez que configurado o abuso de poder, as penalidades aplicadas com excesso poderão ser revertidas na Justiça do Trabalho.
   Como o uso do crachá normalmente é determinado pelo empregador, cabe a este fornecê-lo aos empregados gratuitamente. No entanto, assim como toda ferramenta de trabalho, o empregador poderá estabelecer que o empregado deve, além de usar, zelar pelo crachá fornecido e utilizá-lo para a finalidade a que se destina.
   Caso o empregador comprove a má utilização ou o descuido na sua manutenção, poderá prever em procedimento interno ou convenção coletiva que o empregado arque com a despesa na confecção do novo crachá.
  Por outro lado, havendo o desgaste natural na sua utilização e sendo necessária a substituição, cabe ao empregador providenciar, sem qualquer ônus ao empregado.

Fonte:http://www.guiatrabalhista.com.br/
   O Aviso nº 01, da Secretaria de Inspeção do Trabalho-SIT/MTE, publicado no Diário Oficial da União desta quinta-feira, 20, confirma o que o SINAIT vem denunciando há tempos: o número de Auditores Fiscais do Trabalho – AFTs em atividade no Brasil é absolutamente insuficiente para atender as necessidades dos trabalhadores e do mercado de trabalho. A listagem foi retirada do Sistema Federal de Inspeção do Trabalho – SFIT e a publicação obedece ao art.630, § 7º, da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).
   
   O número de 3.038 AFTs, sendo uma parte deles em atividades internas, não atende ao que preconiza a Convenção 81 da Organização Internacional do Trabalho – OIT. A convenção não estipula números, mas aponta caminhos e deixa claro que o contingente deve ser suficiente para atender à demanda.

   A presidente do SINAIT, Rosângela Rassy, pondera que, mesmo que o conceito da OIT esteja em discussão diante das mudanças do mundo do trabalho, ainda assim, o número é pequeno e precisa ser ampliado. Ela lembra que o próprio governo reforça os argumentos do SINAIT ao anunciar a criação de cerca de 15 milhões de novos empregos com Carteira de Trabalho assinada durante a gestão do ex-presidente Lula. O número de AFTs no período, ao contrário, diminuiu ou se estagnou, enquanto a demanda pela fiscalização aumentou naturalmente.

   Brasília, 24/01/2011 - Nas cidades de Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo, regiões do estado do Rio de Janeiro atingidas pelas fortes chuvas, foram identificadas 173.039 trabalhadores com saldo na conta do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Segundo levantamento realizado pelo Conselho Curador do FGTS, o valor estimado possivel para saque é de R$ 492 milhões. A população total dos três municípios é de 633 mil habitantes.

   Todos os trabalhadores que têm conta vinculada no FGTS e que estão nas áreas onde foi decretada situação de calamidade pública poderão sacar o fundo para ajudar materialmente naquilo que eles já perderam. Segundo o levantamento, o valor limite de 10 salários mínimos, R$ 5.400, atende a 95% do saldo total da conta.

   No município de Petrópolis, que concentra o maior número de habitantes (306 mil habitantes), foram identificadas 88.766 contas, com saque possível de R$ 288 milhões. Em Nova Friburgo (177 mil habitantes), houve 53.747 contas identificadas para saque total de R$ 116 milhões. Em Teresópolis (150 mil habitantes), foram identificadas 30.526 contas, ao valor de R$ 88 milhões.

   Para o Ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, o saque será de fundamental importância para que os trabalhadores possam retomar aos poucos suas vidas.

   "Muita gente perdeu tudo, e sabemos que este valor, apesar de não cobrir todos os prejuízos, significa que o recomeço será mais reconfortante. Esta nossa medida também mostra a importância do FGTS para o Brasil, que além de promover investimentos necessários para o desenvolvimento do país, ajuda o trabalhador quando ele mais precisa", afirmou Lupi, que além de ministro do Trabalho é presidente do Conselho Curador do FGTS.

   FGTS - Na última segunda-feira (17), foi publicado no Diário Oficial da União, o Decreto nº 7.428, que atualiza o valor-teto para saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para trabalhadores que moram nas regiões onde haja Estado de Emergência ou de Calamidade Pública decretados, passando de R$ 4.650 para R$ 5.400. O decreto foi assinado pela presidenta Dilma Rousseff, conforme sugerido pelo ministro Carlos Lupi.

   Para que a população das regiões atingidas possa sacar o FGTS, o primeiro passo é a decretação de Estado de Calamidade Pública ou Situação de Emergência pela Prefeitura, que deve ser reconhecido pelo Ministério da Integração Nacional. Em seguida, a prefeitura deve delimitar e entregar à Caixa a Declaração de Áreas Afetadas.

   Em seguida, o trabalhador pode realizar a habilitação junto à Caixa, comprovando moradia em uma das áreas afetadas delimitadas pela Prefeitura, por meio de contas de água, luz, telefone, entre outros. O titular da conta vinculada que não dispuser de meios para comprovação do endereço residencial poderá fazê-la com apresentação de declaração emitida pela Prefeitura Municipal da cidade onde mora.

   O trabalhador tem até 90 dias após a publicação do ato do Ministério da Integração Nacional reconhecendo o estado de Calamidade/Emergência decretado pela municipalidade, para solicitar o saque. O intervalo entre uma movimentação e outra não pode ser inferior a 12 meses.


SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO PORTARIA Nº 201, DE 21 DE JANEIRO DE 2011


   Altera a Norma Regulamentadora n.º 18, A SECRETÁRIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO, no uso de suas atribuições e em face da competência que lhe confere o art. 14 do Anexo I do Decreto n.º 5.063, de 3 de maio de 2004, que aprovou a estrutura regimental do Ministério do Trabalho e Emprego e o art. 2º da Portaria MTb n.º 3.214 de 8 de junho de 1978,
resolve:

  Art. 1º A Norma Regulamentadora Nº 18, aprovada pela Portaria MTb n.º 3.214, de 8 de junho de 1978, passa a vigorar com as seguintes alterações:


FISPQ - Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico...


    A FISPQ é um documento normalizado pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) conforme norma, ABNT-NBR 14725. Este documento, denominado “Ficha com Dados de Segurança” segundo Decreto nº 2.657 de 03/07/1998 (promulga a Convenção nº 170 da Organização Internacional do Trabalho-OIT), deve ser recebido pelos empregadores que utilizem produtos químicos, tornando-se um documento obrigatório para a comercialização destes produtos.


   A FISPQ fornece informações sobre vários aspectos dos produtos químicos (substâncias e misturas) quanto à proteção, à segurança, à saúde e ao meio ambiente; transmitindo desta maneira, conhecimentos sobre produtos químicos, recomendações sobre medidas de proteção e ações em situação de emergência. Este documento é dividido em 16 Seções.

   A FISPQ é um instrumento de comunicação dos perigos relacionados aos produtos químicos, o documento não leva em conta todas as situações que possam ocorrer em um ambiente de trabalho, constituindo apenas parte da informação necessária para a elaboração de um programa de saúde, segurança e meio ambiente.

Veja uma listagem de FISPQ de Produtos Quimicos disponiveis no site da CETESB-SP: 
http://sistemasinter.cetesb.sp.gov.br/produtos/produto_consulta_completa.asp

Veja um pouco sobre o Diamante de Hommel;
Diamante de Hommel




Primeiros socorros:

1. Certifique-se de que o que causou a queimadura tenha sido removido. Tente não entrar em contato com a substância. Se a substância química for em pó, retire todo o excesso. Evite que atinja os olhos. Remova todas as roupas ou jóias contaminadas.

2. Lave a pele para retirar a substância química em água corrente fria por 15 minutos ou mais.

3. Trate a vítima para choque caso estiver com sensação de desmaio, pálida, ou se houver ingestão, respiração rápida.

4. Aplique compressas úmidas para aliviar a dor.

5. Cubra a área queimada com uma bandagem estéril (se possível) ou uma roupa limpa. Proteja a área queimada de pressão ou fricção.

6. As queimaduras por produtos químicos menos graves normalmente cicatrizam sem maiores tratamentos. No entanto, se houver uma queimadura de segundo ou terceiro grau (a pele tem vesículas (bolhas) cobrindo a área por mais de 7,5 centímetros de diâmetro) ou se houver uma reação sistêmica (por todo o corpo), procure imediatamente assistência médica. Nos casos mais graves, não deixe a vítima sozinha e observe atentamente as reações sistêmicas.

Obs.: Se um produto químico cair nos olhos, lave imediatamente os olhos com água. Continue lavando os olhos em água corrente por pelo menos 15 minutos. Depois de lavar bem os olhos, feche as pálpebras e as cubra com uma compressa úmida e suave. Procure assistência médica imediatamente.
Não se deve:

  • Entrar em contato com a substância química quando estiver dando os primeiros socorros. 
  • Tentar neutralizar substâncias químicas sem consultar o Centro de Controle de Envenenamentos ou um médico. 
  • Estourar a vesícula (bolha) ou remover pele morta de uma queimadura por produtos químicos. 
  • Aplicar remédios caseiros, como ungüento ou pomadas, a uma queimadura por produtos químicos. 

Prevenção:

  • Muitos produtos domésticos são feitos de substâncias químicas. É importante ler e seguir as instruções da embalagem, inclusive as precauções. 
  • Evite exposição prolongada a substâncias químicas, mesmo em níveis baixos. 
  • Compre substâncias químicas potencialmente venenosas em recipientes seguros e compre somente a quantidade necessária. 
  • Nunca guarde substâncias químicas para uso doméstico em recipientes para alimentos ou bebidas. Deixe-as no recipiente original com os rótulos intactos. 
  • Evite utilizar substâncias químicas altamente tóxicas na cozinha ou perto de alimentos. 
  • Guarde substâncias químicas em locais seguros imediatamente após o uso. 
  • Evite misturar produtos diferentes que contenham substâncias químicas tóxicas tais como amônia e descolorantes. A mistura pode liberar gazes prejudiciais. 
  • Utilize tintas, derivados de petróleo, amônia, descolorantes e outros produtos que liberem gases apenas em locais bem ventilados. 
  • Todas as substâncias químicas devem ser guardadas fora do alcance de crianças, de preferência em um armário trancado. 
Procure imediatamente assistência médica de emergência se:

  • Se a vítima apresentar dificuldade respiratória, estiver tendo convulsões ou estiver inconsciente.

1) Afinal, o que é PPRA ?
R: PPRA é a sigla de Programa de Prevenção de Riscos Ambientais. Esse programa está estabelecido em uma das Normas Regulamentadoras (NR-9) da CLT- Consolidação das Leis Trabalhistas, sendo a sua redação inicial dada pela Portaria nº 25, de 29 de dezembro de 1994, da Secretaria de Segurança e Saúde do Trabalho, do Ministério do Trabalho.



2) Qual o objetivo do PPRA ?
R: Estabelecer uma metodologia de ação que garanta a preservação da saúde e integridade dos trabalhadores frente aos riscos dos ambientes de trabalho.



3) Quais são os riscos ambientais ?
R: Para efeitos do PPRA, os riscos ambientais são os agentes físicos, químicos e biológicos existentes nos ambientes de trabalho que, em função de sua natureza, concentração ou intensidade e tempo de exposição, são capazes de causar danos à saúde dos trabalhadores.



4) Na prática, que agentes de riscos são esses ?
R: Agentes físicos: ruído, vibrações, pressões anormais, temperaturas extremas, radiações ionizantes e radiações não ionizantes.
Agentes químicos: poeiras, fumos, névoas, neblinas, gases, vapores, absorvidos pelo organismo humano por via respiratória, através da pele ou por ingestão.
Agentes biológicos: bactérias, fungos, bacilos, parasitas, protozoários, vírus, entre outros.



5) Quem está obrigado a fazer o PPRA ?
R: A elaboração e implementação do PPRA é obrigatória para todos os empregadores e instituições que admitam trabalhadores como empregados. Não importa, nesse caso, o grau de risco ou a quantidade de empregados. Assim, tanto um condomínio, uma loja ou uma planta industrial, todos estão obrigados a ter um PPRA, cada um com sua característica e complexidade diferentes.



6) Quem deve elaborar o PPRA ?
R: A princípio o próprio Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho - SEESMT da empresa ou instituição. Caso o empregador esteja desobrigado pela legislação de manter um serviço próprio , ele deverá contratar uma empresa ou profissional para elaborar, implementar, acompanhar e avaliar o PPRA. A Norma Regulamentadora não especifica qual é o profisional, porém as atribuições estabelecidas para a gerência do PPRA nos mostram que ele deverá estar sob a coordenação de um Engenheiro de Segurança do Trabalho ou de um Técnico de Segurança do Trabalho, dependendo das características da empresa ou estabelecimento (As atribuições dos Engenheiros de Segurança do Trabalho estão na Resolução nº359 do CONFEA, de 31 de julho de 1991).



7) A CIPA pode elaborar o PPRA ?
R: Não. A CIPA pode e deve participar da elaboração do PPRA, discutindo-o em suas reuniões, propondo idéias e auxiliando na sua implementação. Entretanto, o PPRA é uma obrigação legal do empregador e por isso deve ser de sua iniciativa e responsabilidade direta.



8) O PPRA se resume a um documento que deverá ser apresentado à fiscalização do Ministério do Trabalho ?
R: Não. O PPRA é um programa de ação contínua, não é apenas um documento. O documento-base, previsto na estrutura do PPRA, e que deve estar à disposição da fiscalização, é um roteiro das ações a serem empreeendidas para atingir as metas do Programa. Em resumo, se houver um excelente documento-base mas as medidas não estiverem sendo implementadas e avaliadas, o PPRA, na verdade, não existirá.



9) O que deve ser feito primeiro, o PPRA ou o PCMSO ?
R: Sendo programas de caráter permanente, eles devem coexistir nas empresas e instituições, com as fases de implementação articuladas. No primeiro ano, entretanto, o PPRA deverá estar na frente para servir de subsídio ao PCMSO. Observe a "letra da lei": NR-7, ítem 7.2.4 - O PCMSO deverá ser planejado e implantado com base nos riscos à saúde dos trabalhadores, especialmente os identificados nas avaliações previstas nas demais NR."



10) O PPRA e o PCMSO abrangem todas as exigências legais e garantem a segurança e saúde dos trabalhadores ?
R: Não, de forma alguma. Veja, de novo, a "letra da lei": NR-9, ítem 9.1.3 - O PPRA é parte integrante do conjunto mais amplo das iniciativas da empresa no campo da preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores, devendo estar articulado com o disposto nas demais NR, em especial com o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional - PCMSO previsto na NR-7."



Fonte: http://www.ricardomattos.com/

   A norma ABNT NBR 7501:2005 – Transporte terrestre de produtos perigosos – Terminologia passou por uma revisão de conteúdo e está disponível para consulta nacional até 31/01/2011.

   A ABNT NBR 7501:2005 define os termos relacionados aos produtos, armazenamento, equipamentos, dispositivos, documentos e procedimentos utilizados no transporte terrestre de produtos perigosos.

   O Comitê Brasileiro de Transportes e Tráfego (ABNT/CB-16) é o responsável pela norma. Para mais informações sobre o processo de normalização do setor, contate o analista responsável, Rodrigo Canosa (rodrigo.canosa@abnt.org.br).


Fonte:ABNT-18/01/11


   Engenheiro e Técnicos de Segurança são presos por causa de incêndio. O engenheiro responsável pela Utresa (Usina de Tratamento de Resíduos) e dois Técnicos de Segurança do Trabalho foram presos na madrugada deste sábado em São Leopoldo, na região metropolitana de Porto Alegre (RS).

   A Polícia Civil afirma que João Luis Bombarda (Engº), Antonio Joaquim e Felisberto Fonseca (TST) sabiam das diversas irregularidades que contribuíram para um incêndio de grandes proporções ocorrido um terminal da empresa, em Estância Velha. O fogo começou por volta das 12h30 de sexta-feira (24), se alastrou e só foi controlado pelos bombeiros na madrugada de hoje.

   Os funcionários da empresa são acusado pelos crimes de poluição ambiental, incêndio e descumprimento de licença, legislação ambiental e Normas Regulamentadoras.


  De acordo com a delegada do Meio Ambiente Elisangela Melo, Bombarda, que é engenheiro químico, tinha conhecimento de inúmeras irregularidades no Plano de Prevenção e Combate à Incêndio e Licenciamento Ambiental da empresa. "Não havia mecanismos, como hidrantes, para dar conta dos focos de incêndio. O laudo preliminar indicou presença de poliuretano, material altamente tóxico e inflamável e, com o calor, entra facilmente em autocombustão", disse. A delegada destacou, ainda, que o responsável técnico técnico da Utresa deve responder pelos crimes de poluição, incêndio e descumprimento de licença ambiental. Se condenado, poderá pegar até cinco anos de prisão.


   Entre as irregularidades estariam a falta de hidrantes e o não funcionamento de uma bomba de água próxima do local do incêndio. A defesa do engenheiro e dos Técnicos já entraram com pedido de relaxamento da prisão, segundo a polícia.

   Carece de uma discussão ampla da categoria de prevencionista do país sobre quem legalmente é responsável pela segurança dos trabalhadores em seus ambientes de trabalho.

   A discussão surge após a prisão, por serem acusados de negligência. De acordo com as primeiras informações, a autoridade policial encontrou indícios que os três profissionais tinham conhecimento das condições irregulares e que não tomaram as providências necessárias para evitar o incêndio na empresa.

   Ainda conforme as informações relatadas na reportagem, a autoridade policial em nem um momento cita o dono da empresa, como sabedor das condições irregulares que acabaram contribuindo para o incêndio em instalações na sua empresa. 

  Segundo especialista em Direito, a empresa deveria ter este conhecimento e providenciar para que as ações de controle fossem realizadas. Para os profissionais de segurança caberia identificar estas condições e relatar por meio de documentos, as formas de melhoria ao seu empregador. Se elas serão executadas ou não, isto fica a critério do patrão e não de seus funcionários, eles não têm o poder de execução, têm o da gestão de perigos ambientais.

   Portanto, se existem irregularidades e elas não estão sendo executadas, por quem tem o poder econômico para executar, e isso o empregador tem, neste caso a culpa possivelmente não é dos trabalhadores, é sim da empresa. No entanto, quem deve responder perante o judiciário é justamente ele, o proprietário da empresa. Se os três profissionais tinham conhecimentos dos riscos de incêndio e o que sabia o empresário sobre tudo isto? Porque ele não foi preso também?


Fonte: tstsparana.ning.com




"Sabotagem é a causa de incêndio na Utresa", garante presidente.


Segundo o Link que um visitante do Prevenção Online nos passou, http://www.diariodecanoas.com.br/site/noticias/policia,canal-8,ed-6,ct-702,cd-298855.htm 


Acessem o Link acima.
Saúde - Mantendo a boca e o sorriso saudáveis poderemos alcançar um estado de completo bem-estar físico, mental e social.

Relacionamentos - O mau hálito pode influenciar nos relacionamentos e, sem perceber, a pessoa pode sofrer discriminação e ser afastada do meio social em que convive.

Oportunidades Profissionais - A boa aparencia bucal e o hálito agradável identificam uma condição saudável do indivíduo, podendo gerar influência nos relacionamentos interpessoais e um melhor desempenho profissional.

Aparência - Dentes ausentes ou maltratados envelhecem as feições e passam a impressão de desleixo, portanto cuide-se e mantenha sua auto estima em alta.

Esportes - A concentração e queda de desempenho dos atletas podem estar relacionados com a saúde bucal, principalmente em caso de dores.

O que devemos fazer ?
Hábitos de Higiene Bucal.
Para manter seu sorriso saudável, basta escovar os dentes, passar fio dental e limpar a língua diariamente, sempre após a ingestão de alimentos. Siga corretamente a orientação do seu dentista.

Hábitos Alimentares.
Os alimentos influenciam muito no desenvolvimento de doenças bucais, principalmente os que apresentam açúcar na sua composição. Estes devem ser consumidos em menor quantidade e evitados entre as refeições.

Hábitos Saudáveis
Exercícios regulares, relaxamento mental e físico proporcionam ao indivíduo imensos benefícios à saúde, pois quando praticados regularmente, atuam no sistema imunológico, tornando-o mais resistente aos agentes transmissores de doenças.

Agende uma consulta a cada 6 meses com o seu cirurgião dentista e adote uma postura preventiva !
   Já estão em vigor as resoluções do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) publicadas em dezembro de 2010. As novas regras, voltadas para o setor de cargas, abrandam diversas exigências que provocaram polêmica em 2010 e criam novos sistemas de identificação.
A resolução nº 370, que atinge todos os veículos de transporte de cargas, reboques e semi reboques com peso bruto total maior que 4,536 mil kg, estabelece o uso de um novo adesivo que evidencia número de placa e origem do veículo. O dispositivo deverá ser colado na traseira e nas partes tracionadas.
   Conhecido com Dispositivo Auxiliar de Identificação Veicular, o adesivo deve ter fundo amarelo com caracteres pretos. Os modelos ilustrativos e detalhes de aplicação podem ser conferidos no site do Denatran.
   O prazo para a aplicação do dispositivo é longo, mas recomenda-se a instalação o quanto antes para facilitar a visualização dos dados. Os primeiros veículos, com placas de final 1 e 2, poderão ser multados a partir de 30 de setembro.
   Ainda em relação à identificação visual dos caminhões com mais de 4,536 mil kg, o Contran modificou também a resolução 366/2010, que exigia a cobertura com faixas reflexivas em 50% da extensão das bordas laterais dos veículos fabricados a partir de 30 de abril de 2011. A norma baixou a exigência para 33% e dispensou a aplicação de faixas em contêineres.
 Fim da polêmica da tração 6x4
   O Contran modificou a exigência de uso de tração 6x4 para caminhões tratores registrados em 2011. A partir de agora, o item será cobrado apenas dos veículos fabricados neste ano. Os anteriores podem usar a tração 6x2.
   A norma foi adaptada em virtude das polêmicas levantadas pelas empresas fabricantes de caminhões, que alegavam impossibilidade de acesso às datas de registro dos veículos. A regra vale para caminhões e caminhões tratores com mais de 57 toneladas, incluindo caminhões para tracionar reboques.

Fonte: CNT -07/01/2011

   A Organização Marítima Internacional (IMO) proibiu de vez o uso de amianto a bordo a partir de Janeiro de 2011.  A decisão foi divulgada na 88ª Sessão do Comitê de Segurança Marítima e coloca fim nas exceções da regra II-1/3-5 do Código SOLAS. Esta determinação é de suma importância, pois desde julho de 2002, devido a essa exceção, ainda era permitida a utilização do amianto em juntas, isolamentos e alguns poucos casos.
  Em relatório publicado pela entidade, foi descrito que durante inspeções freqüentemente realizadas em navios, os Inspetores têm encontrado amianto em selantes, sapatas para freios mecânicos (tipo aquelas de purificadores), revestimento de anteparas e mantas contra incêndio, dentre outros.
  Foi também verificado que alguns navios que inicialmente estavam livres do material parecem tê-lo recebido a bordo após reparo em estaleiros e/ou aquisição de peças sobressalentes, em uma fase posterior à determinação, caracterizando uma não conformidade por descumprimento da Legislação vigente.
 Só tem um detalhe: para remover isso de bordo é também super perigoso, principalmente em ambientes mais confinados, como é o caso da Praça de Máquinas. Isso vai dar um trabalho enorme, mas tem que ser feito.
  Em diversos países o amianto já é proibido há cerca de 20 anos.
 Nossa saúde agradece, pois, como sabemos, o amianto faz uma verdadeira “lenha” em nosso organismo.